Introdução do Cálculo na Idade Média, por Jacques Le Goff

29 01 2026

Monge ermitão escrevendo em sua mesa, 1300-1325

[DETALHE]

Estoire del Saint Graal, La Queste del Saint Graal, Morte Artu (Royal MS 14 E III), France, N. (Saint-Omer or Tournai?)

pergaminho, 49 x 34 cm

Biblioteca Britânica, Londres

 

 

 

 

[O ensino do cálculo] “principia pelo uso de instrumentos práticos que servem primeiro ao estudante para calcular e depois ao financeiro, ao comerciante. São o ábaco e o tabuleiro — ‘humildes antepassados das modernas máquinas de calcular’. Os manuais de aritmética elementar multiplicam-se a partir do século XIII, tal como aquele que foi escrito em 1340 por Paolo Dagomari de Prato, apelidado de Paolo dell’Abaco.  Entre os tratados científicos, alguns tiveram, tanto para a contabilidade comercial como para a ciência matemática, uma importância singular. Foi o caso do Tratado do Abaco — liber abbaci — que Leonardo Fibonacci publica em 1202. Este Leonardo Fibonacci é um Pisano cujo pai é oficial da alfândega da República de Pisa em Bougie, em África. Foi no mundo cristão-muçulmano do comércio, em Bougie, no Egito, na Síria, na Sicília, por onde viaja em negócios, que se iniciou nas matemáticas que os Árabes aprenderam com os Hindus. Na sua obra, introduz o emprego dos números árabes e do zero, inovação fundamental para a numeração com parcelas, operações com frações e cálculo proporcional. Levando mais longe as suas pesquisas, publica em 1220 uma Prática de Geometria. Nos finais da Idade Média, em 1494, Luca Pacioli escreve a sua famosa Summa de Arithmetica, resumo do conhecimento aritmético e matemático do mundo do comércio; nessa obra debruça-se especialmente sobre a contabilidade de dupla entrada.  Na Alemanha, contudo, populariza-se um outro manual, depois de 1450, o Método de Cálculo de Nuremberg.” 

 

Em: Mercadores e Banqueiros da Idade Média, Jacques Le Goff, tradução de Orlando Cardoso, Lisboa, Gradiva: s/d. página 79. *

* Fiz ajustes de grafia, tais como Egipto, na grafia portuguesa para Egito, na grafia brasileira. 

 





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

28 01 2026

Natureza morta, 1983

Adelson do Prado (Brasil, 1944 – 2013)

óleo sobre tela colado em chapa de eucatex. 16 x 37 cm

 

 

Natureza morta, 1948

Eugenio de Proença Sigaud (Brasil, 1899-1979)

óleo sobre tela, 38 x 46 cm 





Na boca do povo: escolha de provérbios populares

27 01 2026

 

 

“A palavra é como a abelha, tem mel e ferrão.”




Nossas cidades: Brasília

27 01 2026

Congresso Nacional, 2021

Carlos Bracher (Brasil, 1941)

óleo sobre tela, 100 x 180 cm

 

 





Palavras para lembrar: Eugène Delacroix

26 01 2026

Moça lendo, 1911

William Chadwick (EUA, 1879-1952)

óleo sobre tela

 

 

“É preciso ser um escritor profissional para escrever sobre o de que não se conhece a metade, ou sobre aquilo de que nada se sabe.”

 

Eugène Delacroix

 





Trova do caminho

26 01 2026

 

 

Estas pedras que me atiram

no decurso da jornada

embora todas me firam,

vão calçando a minha estrada.

 

(Pedro Viana Filho)





São Paulo, 472 anos!

25 01 2026

Parque do Ibirapuera, 1991

Mary Yamanaka (Brasil, 1952)

óleo sobre tela,  33 x 46 cm

 

 

São Paulo, 1921

Agustín Salinas y Teruel (Espanha 1861- 1915)

óleo sobre madeira, 14 x 24 cm

 

 

Moema, 1944

Aldo Bonadei (Brasil, 1906-1974)

óleo sobre tela,  53 x 68 cm

 

 

Obelisco do Ibirapuera

Carlos Eduardo Zornoff (Brasil, 1959)

óleo sobre tela 70 x 140 cm

 

 

Radial Leste, 2013

Élon Brasil (Brasil, 1959)

óleo sobre tela, 100 x 130 cm

 

 





Flores, porque hoje é sábado…

24 01 2026

Flores

Douglas Okada (Brasil, 1984)

óleo sobre tela, 50 x 70 cm

Sol na varanda com girassóis

Raquel Taraborelli (Brasil, 1957- 2020)

óleo sobre tela, 85 x 73 cm





Trova do verão

23 01 2026
Capa da Revista St. Nicholas, de agosto de 1917, por H. Ayres.

Praia cheia, muita gente,

curtindo a bela estação;

suco gelado, sol quente,

tranquilidade. É verão.

 

(Argemira Fernandes Marcondes)





Da janela vê-se o Corcovado…

23 01 2026

Marina da Glória com o Corcovado ao fundo

Jorge Vieira (Brasil, 1952) 

óleo sobre tela, 74 x 64 cm