Ilustração de Jon Whitcomb (EUA, 1906-1988)
Os teus olhos, pretos, pretos,
são como a noite cerrada…
Mesmo pretos, como são,
sem eles, não vejo nada.
(Trova anônima)
Os teus olhos, pretos, pretos,
são como a noite cerrada…
Mesmo pretos, como são,
sem eles, não vejo nada.
(Trova anônima)
Rio de Janeiro, baia da Guanabara, 1939
Antônio Cassiano Meirelles (Recife, 1919-?)
óleo sobre tela, 31 x 20 cm.

Interior parisiense, 1877
Mihály Munkácsy (Hungria, 1844-1900)
óleo
A vaca que escapou, 1885
Julien Dupré (França, 1851-1910)
óleo sobre tela, 100 x 139 cm
Museu D’Orsay, Paris
“…e a criança vagabundeava pela aldeia. Ele acompanhava os lavradores e espantava, atirando torrões, os corvos que alçavam voo. Comia amoras ao longo das valetas, guardava os perus com uma vara, revolvia o feno na ceifa, corria pelos bosques, jogava amarelinha no pórtico da igreja nos dias de chuva e, nas grandes festas, suplicava ao sacristão que lhe deixasse bater os sinos, para se dependurar com todo o corpo à grande corda e sentir-se levar por ela no balanço.
Assim, ele cresceu como um carvalho.”
Em: Madame Bovary, Gustave Flaubert, Tradução de Mário Laranjeira: Penguin Classicos


