O escritor no museu: Marques Rebelo

23 06 2025

Marques Rebelo, 1932

Cândido Portinari (Brasil, 1903-1962 )

óleo sobre tela, 47 x 38 cm

[Projeto Portinari]





Trova do tempo

23 06 2025
Xilogravura poli-cromada japonesa, por Utagawa Hiroshige.

 

Os anos entram e saem,

o tempo leva-os a fio,

como essas folhas que caem

na correnteza do rio…

 

(Gomes Leite)





Dia a dia…

23 06 2025
GRUPO DE LEITURA PAPALIVROS
Junho 2025
Livro: LIÇÕES de Domenico Starnone
Há 22 anos, 1 livro por mês
2003-2025
 

Há dias assim, mesmo na ausência de alguns membros importantes, a reunião foi muito boa, cheia de energia e alegre.  É isso o que dá um encontro por mês, com pessoas que se tornaram amigas pessoais através dos anos, e um livro que marca a pauta de cada encontro.   





Paisagens brasileiras…

22 06 2025

Paisagem com igreja, 1935

Paulo Gagarin (Rússia-Brasil, 1885-1980)

óleo sobre tela,  74 x 92 cm

 

Paisagem com Igreja 

Carlos Gomes  (Brasil, 1934-1990)

óleo sobre tela, 60 x 73 cm





Em casa: Adams Carvalho

22 06 2025

Mulher dormindo

Adams Carvalho (Brasil, 1979)

óleo sobre tela





Imagem de leitura: Shelly Thayer Layton

21 06 2025

A janela da biblioteca

Shelly Thayer Layton (EUA, 1953)

óleo sobre tela





Silêncio, José Saramago

21 06 2025
Não conheço a autoria dessa imagem.  Só há uma fonte na internet para ela.  Reproduzida muitas vezes.  Não confio. Tenho a impressão de que é feita por IA, ainda que alguns atribuam a um pintor do final do século XIX.  Nem vou mencionar seu nome para evitar que um rumor se propague.  Totalmente fora de seu estilo.   É no entanto uma interessante superimposição ao texto que segue. Serve também para alertar a todos vocês que aqui aparecem que há horas em que temos que confiar nos nossos instintos. 

 

“O som do relógio, que expulsara o silêncio, morria em vibrações cada vez mais ténues e distantes. Depois de apagar todas as luzes, Justina foi sentar-se numa cadeira, perto da janela que dava para a rua. Gostava de ali estar, imóvel, desocupada, as mãos abandonadas no regaço, os olhos abertos para a escuridão, à espera nem ela sabia de quê. A seus pés veio enroscar-se o gato, seu único companheiro de serões. Era um animal tranquilo, de olhos interrogadores e andar sinuoso, que parecia ter perdido a faculdade de miar. Aprendera com a dona o silêncio e, como ela, a ele se abandonava.”

 

 

Em: Claraboia, José Saramago, Cia das Letras.  Original de 1953, publicação póstuma em nova edição. 

 





Flores para um sábado perfeito!

21 06 2025

Vaso de flores

José Barbosa (Brasil, 1948)

óleo sobre tela, 49 x 67cm

 

 

Rosa e janela

José Paulo Moreira da Fonseca (Brasil, 1922-2004)

óleo sobre placa, 60 x 40 cm





Em três dimensões: Carole Eisner

21 06 2025

Skipper, 2019

Carole Eisner (EUA, 1937)

aço, material reciclado, soldado e laminado

411 cm x 617 cm x 360 cm  [4,11 m x 6,17m, 3, 60 m)





Árvores: texto de Peter Wohlleben

20 06 2025

Ilustração gerada por IA.

“Uma árvore normal estende seus galhos até alcançar a altura da ponta dos galhos de uma vizinha do mesmo tamanho. Não vai além disso porque o espaço (e o local de melhor incidência de luz) já está ocupado. Depois fortalece os galhos que expandiu, e a impressão é de que existe uma verdadeira briga lá em cima. No entanto, desde o início, um par de árvores amigas de verdade cuida para que nenhum galho grosso demais se estenda na direção da outra. Elas não desejam tirar nada uma da outra, por isso só engrossam os galhos e os esticam na direção das “não amigas”. Esses pares de árvores mantêm uma ligação tão íntima pelas raízes que às vezes até morrem juntos.”

Em: A vida secreta das árvores, Peter Wohlleben, tradução de Patê Risssatti, Rio de Janeiro, Sextante: 2017