Frutas, 1911
João Timotheo da Costa (Brasil, 1878-1932)
óleo sobre cartão. Assinado, 31 x 41 cm
Natureza morta
Gastão Worms (Brasil, 1905-1967)
óleo sobre tela, 46 x 38 cm
Frutas, 1911
João Timotheo da Costa (Brasil, 1878-1932)
óleo sobre cartão. Assinado, 31 x 41 cm
Natureza morta
Gastão Worms (Brasil, 1905-1967)
óleo sobre tela, 46 x 38 cm
Caminho do mirante, Piracicaba, 1933
Eugenio Luís Losso (Brasil, 1898-1974)
óleo sobre tela, 65 x 72 cm

Leitura no sofá, 2019
Alfonso Cuñado (Espanha, 1953)
óleo sobre tela, 50 x 50 cm
“Os livros nascem de um gérmen ínfimo, de um ovinho minúsculo, uma frase, uma imagem, uma intuição; e crescem como zigotos, organicamente, célula a célula, diferenciando-se em tecidos e em estruturas cada vez mais complexas até se transformarem numa criatura completa e geralmente inesperada.”
Rosa Montero
Em: A ridícula ideia de nunca mais te ver, Rosa Montero, tradução de Mariana Sanchez, São Paulo,Todavia: 2019.
Flora Figueiredo
Encosta teu sentido
nesse pedaço de céu descolorido
e nota:
esmoreceu o voo da gaivota,
o arrulho do pombo arrefeceu.
Desbotou-se o azul,
sujou-se o branco
e o sol rolou pelo barranco
no último troar do vento sul.
Calou-se o clarim do anjo
e sua lira
pois até mesmo a passarada se retira
por não te ver amante ao meu lado.
E nesse vão de vida devassado
eu me confundo:
vou procurar teu beijo perfumado
num clarão de lua derrubado
além da dobra final do fim do mundo.
Em: Florescência, Flora Figueiredo, Rio de Janeiro, Nova Fronteira: 1987, p.64





