Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

31 05 2023

Natureza morta com caquis,1985

Clóvis Péscio Clóvis (Brasil, 1951)

óleo sobre tela, 30 x 40 cm

Mangas e sopeira, 1987

Lacek (Brasil, 1942)

óleo sobre tela, 24 x 33 cm





Arte estrangeira, artista do mês: Katerina Belkina

31 05 2023

Saudando a estrela nascente, 2022

Katerina Belkina (Rússia, contemporânea)

fotografia e pintura digital, 110 x 95 cm

série de 3 impressões mais 2 provas de artista

[Da série Para toda humanidade, 2022-2023]

 

 

Katerina Belkina, Moonrise, 2022

Nascimento da lua, 2022

Katerina Belkina (Rússia, contemporânea)

fotografia e pintura digital, 110 x 95 cm

série de 3 impressões mais 2 provas de artista

[Da série Para toda humanidade, 2022-2023]

 

 

Katerina Belkina, Whisper, 2019

Sussurro, 2019

Katerina Belkina (Rússia, contemporânea)

fotografia e pintura digital, 140 x 185 cm

série de 3 impressões mais 1 prova de artista

[Da série Sonâmbulos, 2019]

 

 

Katerina Belkina, Lost and Found, 2019

Perdido e achado, 2019

Katerina Belkina (Rússia, contemporânea)

fotografia e pintura digital, 130 x 130 cm

série de 3 impressões mais 1 prova de artista

[Da série Sonâmbulos, 2019]

Onze milimetros por segundo, 2018

Katerina Belkina (Rússia, contemporânea)

fotografia e pintura digital, 150 x 150 cm

série de 3 impressões mais 1 prova de artista

[Da série Apartamentos de dois quartos, 2019]

Sem espaço, 2019

Katerina Belkina (Rússia, contemporânea)

fotografia e pintura digital, 150 x 150 cm

série de 3 impressões mais 1 prova de artista

[Da série Apartamentos de dois quartos, 2019]

Desjejum cedo, 2015

Katerina Belkina (Rússia, contemporânea)

fotografia e pintura digital, 138 x 180 cm

série de 2 impressões mais 1 prova de artista

[Da série Repastos]

O jantar, 2016

Katerina Belkina (Rússia, contemporânea)

fotografia e pintura digital, 138 x 180 cm

série de 2 impressões mais 1 prova de artista

[Da série Repastos]





Nossas cidades: Santos

30 05 2023

Rua do Comércio, Santos.

Omar Pellegatta (Itália, 1925 – 2000)

óleo sobre placa, 20 x 14 cm





Curiosidade literária

29 05 2023

Retrato de mulher lendo

Max Rimböck (Alemanha, 1890-1956)

óleo sobre tela

 

William S. Burroughs matou acidentalmente sua companheira Joan Vollmer quando moravam Cidade do México.  Apesar de se declarar atraído por homens, dividia a  vida com Joan Vollmer por quem se dizia apaixonado.  Ela, por sua vez, tornou-se  a musa da geração Beat de poetas americanos. Na residência mexicana o casal tinha uma plantação de maconha e usufruía também do consumo de morfina. Mas essas não eram as únicas drogas a que se dedicavam, ambos abusavam das bebidas alcoólicas.  Numa noite, numa brincadeira, bêbados, Burroughs e Joan decidiram brincar de Guilherme Tell. Foi uma decisão desastrada porque Burroughs conhecido amante das armas de fogo e convencido de sua habilidade em usá-las, atirou com a intenção de acertar num copo  em cima da cabeça de Joan.  Errou.  Matou-a com um tiro na testa.  William S. Burroughs nunca foi julgado por esse assassinato.  Fugiu do México rapidamente.  Viajou para o Panamá, Colômbia, Equador, Peru procurando por ayahuasca, droga que provocava alucinações, sonhos, que considerava importantes para seu processo criativo.

 





Imagem de leitura — Francine van Hove

29 05 2023

Momentos simples, c.2009

Francine van Hove (França, 1942)

óleo sobre tela





Outono: E. B. White

28 05 2023

Ilustração: Edward Cucuel

 

“Os grilos acharam ser seu dever alertar todos de que a temporada do verão não podia durar para sempre. Até mesmo nos mais belos dias do ano inteiro – dias em que o verão está mudando para o outono – os grilos espalhavam o zunido de tristeza e transformação.”

 

E. B. White, em  A teia de Charlotte

 

Tradução: Ladyce West

 

“The crickets felt it was their duty to warn everybody that summertime cannot last for ever. Even on the most beautiful days in the whole year – the days when summer is changing into autumn – the crickets spread the rumour of sadness and change.”
— E.B. White (Charlotte’s Web)




Em casa: Clodoaldo Martins

28 05 2023

Inspiração

Clodoaldo Martins (Brasil, contemporâneo)

óleo sobre tela, 81 x 76 cm





Passeio de domingo: casa de campo, montanha ou costa?

28 05 2023

Praia da Boa Viagem, Niterói, 1884

Hipólito Caron (Brasil, 1862-1892)

óleo sobre tela, 50x 75 cm

 

 

Alto da colina

Irisney Bosco (Brasil, 1952)

óleo sobre tela, 60 x 70 cm

 

 

 

Serra dos Órgãos, Dedo de Deus, 1992

Rui Horta (Brasil, contemporâneo)

óleo s tela, 34 X 41 cm





Flores para um sábado perfeito!

27 05 2023

Vaso com flores, 1946

Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)

óleo sobre madeira,  60 x 50 cm

 

Girassóis

Diego Mendonça (Brasil, 1982)

óleo sobre tela, 100 x 80 cm





Outono:Lyn Yutang

26 05 2023

Most Famous Autumn Paintings

Quatro árvores, 1917

Egon Schiele (Alemanha, 1890-1918)

óleo sobre tela, 110 x 140 cm

Galeria Belvedere, Viena

 

“Gosto da primavera, mas é muito jovem. Gosto do verão, mas é muito orgulhoso. Então, de todos gosto mais do outono, porque suas folhas são um tanto amarelas, sua modulação madura, suas cores mais ricas, e é tingido por um pouco de tristeza e premonição da morte. Sua riqueza dourada não fala da inocência da primavera, nem do poder do verão, mas da suavidade e gentil sabedoria da idade chegando. Sabe das limitações da vida e está satisfeito. Do conhecer dessas limitações e da riqueza de sua experiência surge uma sinfonia de cores, mais rica que tudo, seu verde fala de vida e vigor, seu laranja do contentamento dourado e o roxo de resignação e morte.”

Lyn Yutang

 

Tradução Ladyce West

 

“I like spring, but it is too young. I like summer, but it is too proud. So I like best of all autumn, because its leaves are a little yellow, its tone mellower, its colours richer, and it is tinged a little with sorrow and a premonition of death. Its golden richness speaks not of the innocence of spring, nor of the power of summer, but of the mellowness and kindly wisdom of approaching age. It knows the limitations of life and is content. From a knowledge of those limitations and its richness of experience emerges a symphony of colours, richer than all, its green speaking of life and strength, its orange speaking of golden content and its purple of resignation and death”