Natureza morta com caquis,1985
Clóvis Péscio Clóvis (Brasil, 1951)
óleo sobre tela, 30 x 40 cm
Mangas e sopeira, 1987
Lacek (Brasil, 1942)
óleo sobre tela, 24 x 33 cm
Natureza morta com caquis,1985
Clóvis Péscio Clóvis (Brasil, 1951)
óleo sobre tela, 30 x 40 cm
Mangas e sopeira, 1987
Lacek (Brasil, 1942)
óleo sobre tela, 24 x 33 cm
Saudando a estrela nascente, 2022
Katerina Belkina (Rússia, contemporânea)
fotografia e pintura digital, 110 x 95 cm
série de 3 impressões mais 2 provas de artista
[Da série Para toda humanidade, 2022-2023]

Nascimento da lua, 2022
Katerina Belkina (Rússia, contemporânea)
fotografia e pintura digital, 110 x 95 cm
série de 3 impressões mais 2 provas de artista
[Da série Para toda humanidade, 2022-2023]

Sussurro, 2019
Katerina Belkina (Rússia, contemporânea)
fotografia e pintura digital, 140 x 185 cm
série de 3 impressões mais 1 prova de artista
[Da série Sonâmbulos, 2019]

Perdido e achado, 2019
Katerina Belkina (Rússia, contemporânea)
fotografia e pintura digital, 130 x 130 cm
série de 3 impressões mais 1 prova de artista
[Da série Sonâmbulos, 2019]
Onze milimetros por segundo, 2018
Katerina Belkina (Rússia, contemporânea)
fotografia e pintura digital, 150 x 150 cm
série de 3 impressões mais 1 prova de artista
[Da série Apartamentos de dois quartos, 2019]
Sem espaço, 2019
Katerina Belkina (Rússia, contemporânea)
fotografia e pintura digital, 150 x 150 cm
série de 3 impressões mais 1 prova de artista
[Da série Apartamentos de dois quartos, 2019]
Desjejum cedo, 2015
Katerina Belkina (Rússia, contemporânea)
fotografia e pintura digital, 138 x 180 cm
série de 2 impressões mais 1 prova de artista
[Da série Repastos]
O jantar, 2016
Katerina Belkina (Rússia, contemporânea)
fotografia e pintura digital, 138 x 180 cm
série de 2 impressões mais 1 prova de artista
[Da série Repastos]
Retrato de mulher lendo
Max Rimböck (Alemanha, 1890-1956)
óleo sobre tela
William S. Burroughs matou acidentalmente sua companheira Joan Vollmer quando moravam Cidade do México. Apesar de se declarar atraído por homens, dividia a vida com Joan Vollmer por quem se dizia apaixonado. Ela, por sua vez, tornou-se a musa da geração Beat de poetas americanos. Na residência mexicana o casal tinha uma plantação de maconha e usufruía também do consumo de morfina. Mas essas não eram as únicas drogas a que se dedicavam, ambos abusavam das bebidas alcoólicas. Numa noite, numa brincadeira, bêbados, Burroughs e Joan decidiram brincar de Guilherme Tell. Foi uma decisão desastrada porque Burroughs conhecido amante das armas de fogo e convencido de sua habilidade em usá-las, atirou com a intenção de acertar num copo em cima da cabeça de Joan. Errou. Matou-a com um tiro na testa. William S. Burroughs nunca foi julgado por esse assassinato. Fugiu do México rapidamente. Viajou para o Panamá, Colômbia, Equador, Peru procurando por ayahuasca, droga que provocava alucinações, sonhos, que considerava importantes para seu processo criativo.
Ilustração: Edward Cucuel
“Os grilos acharam ser seu dever alertar todos de que a temporada do verão não podia durar para sempre. Até mesmo nos mais belos dias do ano inteiro – dias em que o verão está mudando para o outono – os grilos espalhavam o zunido de tristeza e transformação.”
E. B. White, em A teia de Charlotte
Tradução: Ladyce West
Praia da Boa Viagem, Niterói, 1884
Hipólito Caron (Brasil, 1862-1892)
óleo sobre tela, 50x 75 cm
Alto da colina
Irisney Bosco (Brasil, 1952)
óleo sobre tela, 60 x 70 cm
Serra dos Órgãos, Dedo de Deus, 1992
Rui Horta (Brasil, contemporâneo)
óleo s tela, 34 X 41 cm
Vaso com flores, 1946
Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)
óleo sobre madeira, 60 x 50 cm
Girassóis
Diego Mendonça (Brasil, 1982)
óleo sobre tela, 100 x 80 cm

Quatro árvores, 1917
Egon Schiele (Alemanha, 1890-1918)
óleo sobre tela, 110 x 140 cm
Galeria Belvedere, Viena
“Gosto da primavera, mas é muito jovem. Gosto do verão, mas é muito orgulhoso. Então, de todos gosto mais do outono, porque suas folhas são um tanto amarelas, sua modulação madura, suas cores mais ricas, e é tingido por um pouco de tristeza e premonição da morte. Sua riqueza dourada não fala da inocência da primavera, nem do poder do verão, mas da suavidade e gentil sabedoria da idade chegando. Sabe das limitações da vida e está satisfeito. Do conhecer dessas limitações e da riqueza de sua experiência surge uma sinfonia de cores, mais rica que tudo, seu verde fala de vida e vigor, seu laranja do contentamento dourado e o roxo de resignação e morte.”
Lyn Yutang
Tradução Ladyce West