Flores para um sábado perfeito!

7 08 2021

Flores, 1915

Adolfo Fonzari (Italia-Brasil,1880 – 1959)

óleo sobre tela, 69 x 96 cm





Rio de Janeiro, uma joia tropical

6 08 2021

Dia chuvoso no Rio de Janeiro, 1963

Francisco Céa (Brasil, 1908 – 1978 ?)

óleo sobre tela, 70 x 50 cm





Trova da Primavera

5 08 2021
Ilustração, Cicely Mary Barker

 

 

A Primavera explodiu
em folhas e cores novas!
Quem fez tudo ninguém viu                      
mas as flores são as provas…


(Clevane Pessoa de Araújo Lopes)





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

4 08 2021

Laranjas e bananas, 1895

João Baptista da Costa (Brasil, 1865 – 1926)

óleo sobre madeira,  36 X 45 cm





Nossas cidades: Santana do Parnaíba

3 08 2021

Ladeira dos Antiquários em Santana do Parnaíba, 2008

Sérgio Telles (Brasil, 1936)

óleo sobre tela, 41 x 33 cm





Resenha: A Redoma de vidro, Sylvia Plath

2 08 2021

Moça lendo

Adam Clague (EUA, contemporâneo)

óleo sobre tela, 32 x 30 cm

Surpreendentemente fácil de ler, foi minha impressão de  A redoma de vidro de Sylvia Plath.  Era uma das leituras que me faltavam para uma compreensão mais redonda do século, da escrita por mulheres e do feminismo em geral.  Permanentemente listado entre obras que devem ser lidas, eu, receosa de confrontar a depressão que pode eventualmente levar ao suicídio, tema conhecido da obra, evitei  a leitura.  Foi uma bobagem.  Deveria tê-lo lido há muito tempo.

Não é um clássico como eu imaginava.  É uma obra que dá a sensação de inacabada, assim como a vida de sua personagem principal, ainda que acabá-la seja um de seus objetivos. Dividida em duas partes que se conectam tenuemente, o leitor sai de uma ensolarada experiência de uma jovem, com problemas de autoestima, inteligente  e crítica, que aproveita um prêmio de um mês em Nova York, e acaba com mesma jovem, mais tarde, cuja ansiedade, depressão e realidade sombria  parecem incompatíveis com a personagem que conhecemos no início.

O que mais marca nessa narrativa é o retrato, de dentro, digamos assim, dos pensamentos, considerações e preconceitos de uma pessoa imersa em agonia mental, no desespero, que o fim da vida parece, de fato, ser a única solução plausível das reais opções que poderia ter.  É aqui que este livro se torna importante, por retratar como pensa alguém cuja solução para a vida é terminá-la, assim como fez a autora, pouco tempo após a publicação de A redoma de vidro, seu único livro de prosa.

Sylvia Plath

No entanto, a narrativa não me comoveu.  É distante.  Pude reconhecer o sofrimento retratado, mas passei  incólume, sem identificação e com empatia moderada.  Além disso, esperava um livro mais direto na posição feminista, já que é considerado leitura obrigatória para feministas.   Mas  a delação da discriminação contra mulheres, ou as descrições do que era esperado das mulheres, ainda que tivessem sido talvez  inesperadas para a  época,  hoje parecem leves, observações inteligentes mas moderadas.

Levei  muito tempo para ler este livro, é possível que eu tenha criado expectativas irreais.  Mas talvez realmente haja muito dito sobre essa obra porque Sylvia Plath se suicida após sua publicação.  Na leitura feita desta vez, não acho que mereça toda a fama que o leva a ser um clássico do século XX, como é considerado por muitos.

 

 

NOTA: este blog não está associado a qualquer editora ou livraria, não recebe livros nem incentivos para a promoção de livros.





Em casa: Henri Matisse

1 08 2021

Jovem à janela, 1921

Henri Matisse (França, 1869-1954)

óleo sobre tela, 52 x 50cm

Baltimore Museum of Art, MD