“Guardar”, poema de Antonio Cícero

12 07 2018

 

 

Illustration by Pierre BrissaudIlustração de Pierre Brissaud.

 

 

 

Guardar

 

Antonio Cícero

 

Guardar uma coisa não é escondê-la ou trancá-la.

Em cofre não se guarda coisa alguma.

Em cofre perde-se a coisa à vista.

Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por

admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela iluminado.

Guardar uma coisa é vigiá-la, isto é, fazer vigília por

ela, isto é, velar por ela, isto é, estar acordado por ela,

isto é, estar por ela ou ser por ela.

Por isso melhor se guarda o voo de um pássaro

Do que um pássaro sem voos.

por isso se escreve, por isso se diz, por isso se publica,

Por isso se declara e declama um poema:

Para guardá-lo:

Para que ele, por sua vez, guarde o que guarda:

Guarde o que quer que guarda um poema:

Por isso o lance do poema:

Por guardar-se o que se quer guardar.

 

 

Em: Guardar: poemas escolhidos. Rio de Janeiro: Record, 2008, página 11

 





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

11 07 2018

 

 

EVILÁSIO LOPES (Brasil, 1917-2013) , óleo sobre tela,Natureza Morta, medindo 33 cm por 40 cm.Natureza morta

Evilásio Lopes (Brasil, 1917-2013)

óleo sobre tela, 33 cm x 40 cm.





Nossas cidades — Belém

10 07 2018

 

 

Cathedral.Joseph Léon Righini (Turim, Itália ca.1820 - Belém PA 1884).Catedral de Belém, século XIX

Joseph Léon Righini (Itália/Brasil, c.1820 – 1884)

gravura





Imagem de leitura — Mary Ethel Hunter

10 07 2018

 

 

 

mary ethel hunter(1878–1936), girl reading. oil on wood, 41.2 x 32.4 cm. leeds museums and galleries, ukMenina lendo

Mary Ethel Hunter( GB, 1878–1936)

óleo sobre placa de madeira, 41 x 32 cm

Leeds Art Gallery, Grã-Bretanha





O mundo animal de Suzanne Valadon

9 07 2018

 

 

raminouçRaminou e jarro com flores, 1932

Suzanne Valadon (França, 1865-1938)

óleo sobre tela,  51 x 62 cm

 

 

Suzanne Valadon (França, 1865-1938) L_arbi e La Misse, 1927, ost, 32 x 44L’arbi e la Misse, 1927

Suzanne Valadon  (França, 1865-1938)

óleo sobre placa, 32 x 44 cm

 

 

Suzanne Valadon (França, 1865-1938) Gato acomodado em frente a um buquê de flores, ost,Gato acomodado em frente a um buquê de flores, 1919

Suzanne Valadon  (França, 1865-1938)

óleo sobre tela

Coleção Particular

 

 

Suzanne Valadon (França, 1865-1938)Vaca deitada no estábulo,1921 ost,Vaca deitada no estábulo, 1921

Suzanne Valadon  (França, 1865-1938)

óleo sobre tela

 

 

Suzanne Valadon (França, 1865-1938)Louson e Raminoou, 1920, ost, 60 x 48 cmLouson e Raminou, 1920

Suzanne Valadon  (França, 1865-1938)

óleo sobre tela, 60 x 48 cm

 

 

Suzanne Valadon (França, 1865-1938)Minha distinta, a 4 ans, pastel e guache sobre papel colado em placa, 40 x 42 cmMinha honrada aos quatro anos,

Suzanne Valadon  (França, 1865-1938)

pastel e guache sobre papel colado em placa,  40 x 42 cm

 

 

Suzanne Valadon (França, 1865-1938)GATO NUMA MESA, ÓLEO E GRAFITE SOBRE TELA, 46 38Gato numa mesa

Suzanne Valadon  (França, 1865-1938)

óleo e grafite sobre tela, 46 x 38 cm

 

 

Suzanne Valadon (França, 1865-1938) O cachorro, lápis de cor sobre papel, 13 x18 cmO cachorro, 1908

Suzanne Valadon  (França, 1865-1938)

lápis de cor sobre papel, 13 x18 cm

 

 

Suzanne Valadon study-of-a-cat-1918.jpg!LargeEstudo para um gato, 1918

Suzanne Valadon (França, 1865 – 1938)

óleo

 

 

two-cats-1918ost Suzanne ValadonDois gatos, 1918

Suzanne Valadon (França, 1865 -1938)

óleo sobre tela

Coleção Particular

 

 

Jovem com gato, Suzanne ValatonJovem com gato, 1919

Suzanne Valadon (França, 1965-1938)

óleo sobre tela

 

 

Suzanne Valadon. Andre Utter and his dogsAndré Utter e seu cão, 1932

Suzanne Valadon (França, 1865 – 1938)

óleo sobre tela

 

 

Raminou, 1922

Raminou, 1920

Suzanne Valadon (França, 1865 – 1938)

óleo sobre tela

 

 

Raminou, Suzanne ValadonRaminou sentado na almofada azul

Suzanne Valadon (França, 1865 – 1938)

óleo sobre tela





Imagem de leitura: Olgierd Bierwiaczonek

9 07 2018

 

 

 

olgierd-bierwiaczonek-dziewczyna-z-czerwonym-pisakiem-1993.-fot.-barbara-kubskaJovem com caneta vermelha, 1993

Olgierd Bierwiaczonek (Polônia, 1925 — 2002)

óleo sobre tela

 





Natureza maravilhosa: Bengala doce Sorrel

9 07 2018

 

 

florrara10Flor Bengala Doce Sorrel (Oxalis versicolor )

 

 

Bengala doce Sorrel (em referência à bala de Natal vermelha e branca em forma de uma bengala), a Oxalis versicolor  é uma  planta que pertence à família Oxalidaceae, encontrada na África do Sul.

Cresce de um bulbo, chega a ter de 8 a 15 cm  de altura.  Forma, assim, uma cama de folhas verdes, cada folha composta de três folhetos alongados. No final do verão e início do outono, brotos tubulares brancos estreitos se formam na ponta de caules finos. Um rebordo escarlate curvo para cada pétala dá a aparência de uma bengala doce. As flores se abrem em plena luz do sol, mas permanecem enroscadas em outros momentos.

Candy_Cane_icon





Domingo, um passeio no campo!

8 07 2018

 

 

 

Menase Vaidergorn (Brasil 1927) Paisagem com figuras- osm - 20 x 30 cm. Ass.Paisagem com figuras

Menase Vaidergorn (Brasil, 1927)

óleo sobre madeira,  20 x 30 cm





Em três dimensões: William Henry Rinehart

8 07 2018

 

 

 

24233821.4386f90a.640Latona e seus filhos: Apolo e Diana, 1870 esta versão, 1874

William Henry Rinehart (EUA, 1825 – 1874)

Mármore, 117 x 167 x 78 cm

Metropolitan Museum of Art, Nova York

 

DETALHE

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NOTA: Latona era uma deusa do anoitecer.  Filha de  Febe e Céos foi mãe de Apolo e Diana.  Amante de Júpiter. Ela era a deusa  associada à maternidade e protetora das crianças.

 

 

 





Flores para um sábado perfeito!

7 07 2018

 

 

Jorge Maciel (Brasil, 1972) Floral, ost. 70x110cmFloral

Jorge Maciel (Brasil, 1972)

óleo sobre tela, 70 x 110cm