
Leitura sossegada
Alfred Broge (Dinamarca, 1870-1955)
óleo sobre tela, 38 x 28 cm

Leitura sossegada
Alfred Broge (Dinamarca, 1870-1955)
óleo sobre tela, 38 x 28 cm
Mãe e filho Lêmure.
Rio Piabanha ou Sapucaieras, 1904
João Batista da Costa (Brasil, 1865- 1926)
óleo sobre tela, 61 x 95 cm
Retrato de Eugene Chen, 1940
Georgette Chen (China, 1906 – 1993)
óleo sobre tela, 92 x 91 cm
Museu de Arte de Singapura
Plantando uma árvore
Sir George Clausen, R.A., R.S.W. (GB, 1852-1944)
óleo sobre tela, 35 x 29 cm
“Há duas espécies de terra… Uma tem água embaixo, faz-se um buraco e aflora. É terra fácil.
A outra depende do céu. tem só aquela fonte. É magra, ladra, capaz de roubar água ao vento e à noite, e assim que consegue um pouco gasta-a logo toda em cores retidas no miolo das pedras e põe força de açúcares nos frutos e atira perfume de descarada. É terra de céu seco, prefiro-a.”
Em: Três cavalos, Erri de Luca, São Paulo, Barlendis & Vertecchia: 2006, tradução de Renata Lúcia Bottini, página 35.
Vaso de flores do campo sobre a mesa, 2011
Mauro Bandeira de Mello ( Brasil, 1960)
técnica mista: óleo e acrílica sobre tela, 60 x 60 cm

Retrato de uma mulher
Boris Grigoriev (Rússia, 1886-1939)
óleo sobre tela
Pão de Açúcar visto de Santa Teresa, 1948
A. Durrogue (? -?)
óleo sobre madeira, 24 x 34 cm
Ivanhoé
Camille Engel (EUA, contemporânea)
óleo sobre tela, 50 x 40 cm
“O Prêmio Nobel a Kazuo Ishiguro destaca não apenas um romancista notável, cheio de recursos e muito lúcido, mas também uma consciência que está o tempo todo nos avisando, através da forma literária, de que há algo de muito perigoso se movimentando debaixo dos nossos olhos. Uma excelente escolha, que dá um pouco de fôlego em um tempo que parece sufocado por conservadorismos tacanhos e violentos. Ishiguro é o contrário disso: ele é excelente.”
Em: “Um pouco de fôlego num momento conservador“, Ricardo Lísias, O Globo, Segundo Caderno, página 2; 6 de outubro de 2017.
São Francisco, c. 1958
Alfredo Volpi (Itália/Brasil, 1896-1988)
têmpera sobre tela, 108 x 72 cm
