Tacho com abóbora e caquis sobre a mesa, 2016
Isabel Magalhães (Brasil, 1961)
óleo sobre tela, 41 x 41 cm
Tacho com abóbora e caquis sobre a mesa, 2016
Isabel Magalhães (Brasil, 1961)
óleo sobre tela, 41 x 41 cm
Leitora, 1886
John Pettie (GB, 1839-1893)
Óleo sobre tela colada em madeira, 47 x 32 cm
Francis Bacon
Lampadinha pede férias, © Estúdio Walt Disney.
Um artigo interessante sobre pessoas que trabalhavam poucas horas por dia e produziram muito nos leva a pensar qual seria o número de horas mais eficiente para melhor solução de problemas, ou produção do trabalho criativo. As pessoas mencionadas, o escritor Charles Dickens, o matemático Henri Poincaré, o cientista Charles Darwin, o cinematógrafo Ingmar Bergman, o cientista John Lubbock, todos profissionais de sucesso, apaixonados por seu trabalho, não se dedicavam mais do que umas poucas horas por dia aos seus projetos mais importantes. Além das horas de trabalho, eles se dedicavam a esportes, a sonecas, a andar diariamente com amigos, ou a simplesmente sentar e pensar. E pasmem, a conclusão é radical: “Cientistas que passaram 25 horas no trabalho, não foram mais produtivos do que aqueles que se dedicaram a apenas 5 horas por dia.”
Pesquisadores focaram então em estudantes de música. Só para descobrir que aqueles que se dedicavam a poucas horas por dia também teriam sucesso. E o mesmo ficou claro.
Talvez seja hora de você que trabalha com o criativo pense se vale a pena passar aquelas horas todas frente ao seu trabalho ou se um passeio pela natureza, ou uma soneca após o almoço não seria uma maneira mais agradável e eficiente de usar as horas do dia.
Moça lendo, 1897
Ferdinand Max Bredt (Alemanha, 1860-1921)
Óleo sobre painel – 38 x 25 cm
Parque das águas, São Lourenço, MG, 1967
Manoel Santiago (Brasil, 1897-1987)
óleo sobre tela, 50 x 70 cm
Ilustração de Stevan Dohanos, para The Saturday Evening Post, Janeiro, 1946.
Um dia, durante uma série de palestras do gênero comédia em pé, através do país, Mark Twain entrou numa barbearia para fazer a barba. Twain contou, então, ao barbeiro que era sua primeira visita à cidade.
“Você escolheu uma boa hora para vir,” disse o barbeiro.
“Sim?” respondeu Twain
“Mark Twain dará uma palestra hoje à noite. Imagino que você vá querer vê-lo?”
“Acho que sim…”
“Já comprou sua entrada?”
“Não, ainda não,”
“Bem, já está esgotada. Só terá lugar em pé.”
“É a minha sina,” disse Twain com um suspiro. “Sempre fico em pé quando aquele cara visita a cidade!”
Fazenda, 1999
Clóvis Péscio (Brasil, 1951)
óleo sobre tela, 70 x 120 cm
Vaso de flores, década 1930
Iberê Camargo (Brasil, 1914-1994)
óleo sobre tela, 45 x 35 cm