Trova dos tons de cinza

24 01 2017

 

arte-artista-rpof-pardal-lampadinha-pintura-arte-abstrataProfessor Pardal quer ser pintor, ©Walt Disney.

 

Não deixe que maus momentos

ofusquem seus ideais.

Sobre “velhos” tons cinzentos,

“novas” cores brilham mais.
(Wandira Fagundes Queiroz)

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Imagem de leitura — Henriette Browne

23 01 2017

 

 

 

henriette-browne-franca-1829-1901-a-leitura-da-biblia-1857A leitura da Bíblia, 1857

Henriette Browne (França, 1829-1901)

óleo sobre tela

Coleção da Galeria de Arte da Christchurch, Te Puna o Waiwhetu, Nova Zelândia





Nossas cidades: Búzios

23 01 2017

 

 

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Praia dos Ossos, Búzios

Thiago Castro (Brasil, 1984)

acrílica sobre tela, 30  x 40 cm





Domingo, um passeio no campo!

22 01 2017

 

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Paisagem, 1980

Moacir Andrade (Brasil, 1927 – 2016)

óleo sobre tela, 99 x 68 cm





Da minha mesa de trabalho

21 01 2017

 

 

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DA MINHA MESA DE TRABALHO – nesta semana: Lisianto híbrido, branco e lilás.

 

 

Toda minha vida adulta, enquanto morava nos EUA, dediquei-me aos direitos das mulheres.  Estive em marchas, em Vigílias à Luz de Vela, abracei com centenas de outros manifestantes o prédio do Congresso. Fui membro da NOW — National Organization for Women, gritei nas ruas “Equal pay for equal work”. Levei marido, amigos, enteado, todos que eu conhecia, às marchas comigo, vestidos de branco, cor das sufragistas. Dei todo tipo de apoio que me era  possível pelo direitos da mulher.  Suei horrores na cozinha assando bolos para vender em bazares de levantar fundos para a causa e também servi de intérprete gratuitamente para a Planned Parenthood. Fiz o que estava às minhas mãos.  Dedicada assim como centenas de outras mulheres que conheci e que ainda fizeram muito mais.  Essa luta pela igualdade de direitos é a luta da minha geração, da geração pós Glória Steinem, pós queima de sutiãs, pós radicalismo.  Nunca a deixei de lado mas confesso que, com o tempo, me acomodei.

Não pensei que ainda teríamos que voltar às ruas para defender os direitos da mulher, como aconteceu hoje em todas as grandes cidades americanas, no final da segunda década do século XXI.  Para mim, essa luta tinha um gosto amanhecido, de coisa passada do ponto.  Erro meu.

Agora mais do que nunca esse ativismo é necessário. Estou com a televisão ligada.  Atenta ao movimento de resistência aos projetos do presidente Donald Trump.  Se colocados em prática, seus planos serão um grande passo em retrocesso para toda a nação. Estou orgulhosa de ver milhares, possivelmente milhões de americanos, nas ruas, continuando essa luta, procurando justiça

LIVROS sobre a mesa:  O Príncipe dos Canalhas, Loretta Chase; Tempo é dinheiro, Lionel Shriver; O museu do silêncio, Yoko Ogawa; Três cavalos, Erri de Luca.





Flores para um sábado perfeito!

21 01 2017

 

 

 

solange-palatinik-1995-vaso-de-flores-acrilico-sobre-tela-40-x-30-cmVaso de flores, 1995

Solange Palatnik (Brasl, contemporânea)

acrílica sobre tela,  40 x 30 cm





Palavras para lembrar: Adélia Prado

20 01 2017

frank-o-salisbury-inglaterra-1874-1962jardins-de-encantamento-ostJardins de encantamento

Frank O. Salisbury (Inglaterra, 1874-1962)

óleo sobre tela

 

 

“O livro faz parte da casa, da comida, da experiência, da maternidade, do cotidiano.”

 

 

Adélia Prado

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Rio de Janeiro, minha cidade natal!

20 01 2017

 

 

alan-carlson-paisagem-carioca-ost-med-46-x-61-cmPaisagem carioca

Alan Carlson (Brasil, 1950)

óleo sobre tela, 46 x 61 cm





20 de janeiro, dia do padroeiro!

20 01 2017

 

 

alberto-da-veiga-guignard-sao-sebastiao-oleo-sobre-madeira-medindo-19-x-24São Sebastião

Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896 – 1962)

óleo sobre madeira,  19 x 24 cm





Imagem de leitura — Konstantin Makovsky

19 01 2017

 

 

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Moça lendo

Konstantin Makovsky (Rússia, 1839 – 1915)

óleo sobre tela