Palavras para lembrar — Mark Twain

7 11 2016

 

 

konstantin-andreevich-somov-russia-1869-1939-senhora-1897-1900 Senhora,  1897-1900

Konstantin Andreevich Somov (Rússia 1869 – 1939)

óleo sobre tela

 

 

“Um clássico é algo que todo mundo gostaria de ter lido e ninguém quer ler.”

 

Mark Twain

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Quantos escritores suecos você já leu?

6 11 2016

Lido

moca-lendo-no-quarto-2012-johan-patricny-suecia-1976-ostMoça lendo no quarto, 2012

Johan Patricny (Suécia, 1976)

óleo sobre tela

Depois do grande sucesso do escritor sueco Stieg Larsson, quase ficou na moda lermos autores daquele país.  Hoje, rodando por aí me deparei com uma lista dos 10 livros que um site sueco considera “leitura obrigatória”.  Pensei que não fosse encontrar ninguém que eu conhecesse, nem nenhuma obra que eu tivesse lido.  Engano meu.

Aqui está a lista:

1 — “Feiticeira de Abril“, de Majgull Axelsson. Não encontrei em tradução no Brasil.

2 — “Simão e os Carvalhos” de Marianne Fredriksson.  Primeira surpresa, pois já li outro livro desta escritora em português, que é uma excelente história sobre três gerações de mulheres na Suécia. Chama-se Hanna e suas filhas, lido por meu grupo de leitura, Papalivros em 2004. E por coincidência tenho outra obra da escritora aqui em casa: edição americana, Simon’s Family, que ainda não li.  Está na fila de espera. Mas não tenho Simão e os Carvalhos que é outra obra.  Também traduzida para o inglês.

3 — “O ancião que saiu pela janela e desapareceu“, Jonas Jonasson.  Esse sim, lido. Também uma escolha do grupo de leitura. Lido em 2013.

4 — “A saga de Gösta Berling” de Selma Lagerlöf.  Procuras na internet me dizem que este título existe.  Mas não o encontrei nem à venda nas livrarias nem nos sebos.  Portanto acredito que este livro em particular tenha sido traduzido em Portugal e este seja o nome da obra do outro lado do Atlântico.  Mas… diversas obras de Selma Lagerlöf foram traduzidas, publicadas no Brasil e se encontram à venda em sebos, pois a autora foi ganhadora do Nobel de literatura em 1914.  Vou colocá-la na minha lista de futuras leituras.

5 — “Deixe ela entrar” de John Ajvide Lindqvist.  Surpresa.  Não o conheço.  Mas há uma meia dúzia de seus livros traduzidos, publicados e à venda no Brasil. Interessante.

6 — “A estrada” de Harry Martinsson, foi outra surpresa.  Mas diferente.  Não encontrei tradução de nenhuma de suas obras no Brasil e, no entanto, ele recebeu junto com o escritor Eyvind Johnson, também sueco, o Prêmio Nobel de 1949.  Aparentemente os editores brasileiros concordaram com os rumores de que havia algo não muito correto neste prêmio e não se deram ao trabalho de traduzir um título sequer.

7 — “Música Popular de Vittula” de Mikael Niemi é o próximo livro mencionado na lista.  Traduzido para o inglês como Popular Music, não tem edição brasileira.

8 — “Deixe-me cantar músicas suaves para você” é o título do livro de Linda Olsson que tampouco encontra publicação no Brasil, ainda que a autora tenha diversos livros publicados nos Estados Unidos.

9 — “Gente de Hemso” é o título da obra de August Strindberg escolhida como leitura essencial da Suécia. O autor já foi vastamente traduzido no Brasil.  Diversos de seus títulos encontram-se à venda.

10 — “Jogo sério”  de Hjalmar Söderberg é o título escolhido para essa lista.  Esta obra não se encontra em português, aqui no Brasil. Mas em 2014 foi publicada outra obra do autor, aqui no Brasil, que recebeu o título de Doutor Glas.  Traduzida provavelmente por seu conteúdo controverso abrangendo a eutanásia.

Ficam aqui essas sugestões de leitura.  Se você é como eu, está sempre à procura de alguma coisa interessante, diferente e boa para ler.  Talvez esse seja um começo interessante para nos aprofundarmos na Suécia.  Quero lembrar a lista está ordenada alfabeticamente pela inicial do último nome do escritor e não pelo conteúdo dos livros.

Querendo dar uma olhadinha no site: 10 swedish must read books.

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Domingo, um passeio no campo!

6 11 2016

 

 

bustamante-sa-rubens-forte-paisagem-com-casasost-194645-x-54-cmPaisagem com casas, 1946

Rubens F. Bustamante Sá (Brasil, 1907-1988)

óleo sobre tela, 45 x 54 cm





Imagem de leitura — Marie Augustin Zwiller

6 11 2016

 

 

marie-augustin-zwiller-femme-a-la-lecturefranca1850-1939ost-61-x-50cmSenhora lendo

Marie Augustin Zwiller (França, 1850-1939)

óleo sobre tela, 61 x 50cm

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Filhotes Fofos!

5 11 2016

 

 

animal-parents-5Girafa mãe faz carinho no filhote.

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Flores para um sábado perfeito!

5 11 2016

 

 

arthur-nisio-brasil-1908-1975-natureza-morta-1940-ost-85-x75-cmNatureza morta, 1940

Arthur José Nísio (Brasil, 1906 – 1974)

Óleo sobre tela, 85 x 75 cm

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Imagem de leitura — Karl Albert Buehr

4 11 2016

 

 

karl-albert-buehr-news-from-homeNotícias de casa, 1912

Karl Albert Buehr (Alemanha/EUA, 1866-1952)

óleo sobre tela colada em placa, 100 x 82 cm

Coleção Particular

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Biblioterapia: terapia através da leitura

4 11 2016

 

 

marie-fox-lendo-na-praia-1-30-x-30-cmLendo na praia # 1, 2016

Marie Fox (EUA contemporânea)

acrílica sobre tela,  30 x 30 cm

 

 

 

Sempre aprendo na internet. É só ter curiosidade. Tudo está na rede.

Hoje dei com um artigo sobre terapia através de livros. Não falo de livros escritos com o objetivo de autoajuda. Não é disso que se trata. É a leitura de literatura, tanto antiga quanto contemporânea, auxiliando no entendimento de emoções, de prazer, da felicidade. Biblioterapia parece estar em alta. É esse o campo, que meus amigos bibliotecários certamente devem conhecer, mas eu ignorava.

O artigo na revista online The Millions, titulado Books Should Send Us Into Therapy: On The Paradox of Bibliotherapy, de James McWilliams expandiu meu conhecimento sobre o uso pragmático da leitura e levantou perguntas relacionadas ao Brasil:  Nós temos biblioterapia?  Há livros de ficção literária brasileira que possam ser usados na terapia?

No mundo de língua inglesa há, por exemplo, os livros de Jane Austen. Ninguém duvida do valor literário da autora inglesa. Mas eu não sabia que poderíamos usar seus livros no processo de psicoterapia como William Deresiewicz sugere em A Jane Austen Education. Ou que o mesmo resultado parece ter sido atingido pelo autor britânico Andy Miller no best-seller The Year of Reading Dangerously.

O autor do artigo cita Lendo Lolita no Teerã, de Azar Nafisi, o único mencionado com tradução brasileira, que li em 2004. Faz muito tempo. Mas  me recordo dele demonstrar o crescimento emocional dos personagens e o desenvolvimento da felicidade através da leitura.

Enfim, vou explorar essa nova visão da literatura. Uma consequência formal do hábito de ler que qualquer leitor assíduo já sabia, instintivamente.   Deve estar aí o sucesso de grupos de leitura onde o hábito de ler regularmente e discutir emoções, aventuras, consequências e associações dos personagens nas tramas literárias oferece uma variedade imensa de situações e paralelos com a vida real que podem contribuir para o desenvolvimento emocional dos leitores.

Uma coisa sei por experiência: ler e discutir uma leitura em comum num grupo de leitores, regularmente, promove amizades sinceras, em qualquer idade.  Nasce e se desenvolve um sentido de coesão, entendimento e aceitação do outro que supera meios tradicionais de se fazer amigos.

 

 

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Rio de Janeiro, cidade olímpica!

4 11 2016

 

 

inima-de-paulaladeira-de-santa-tereza-dec-1960ost-73-x-92Ladeira de Santa Tereza, década de 60

Inimá de Paula (Brasil, 1918-1999)

óleo sobre tela, 73 x 92 cm





Imagem de leitura — Clarence Hinkle

4 11 2016

 

 

na-rede-1925-clarence-hinkle-ost-lagunaartmuseumNa rede, 1925

Clarence Hinkle (EUA, 1880-1960)

óleo sobre tela, 90 x 75 cm

Coleção da Família Payton, Laguna Art Museum

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