Domingo, um passeio no campo!

4 10 2015

 

 

Bruno Bronislaw Lechowski (1887–1941),Paisagem

Bruno Bronislaw Lechowski (Polônia/Brasil, 1887–1941)

óleo sobre tela





S. Francisco de Assis, protetor dos animais… 4 de outubro!

4 10 2015

 

 

Cláudio Tavares,São Francisco, 2006,ost, 30 x 40São Francisco, 2006

Cláudio Tavares (Brasil, contemporâneo)

óleo sobre tela, 30 x 40 cm

 

 

Petrônio Bax, São Francisco de Assis, ost, 60 x 40cmSão Francisco de Assis, 1978

Petrônio Bax (Brasil, 1927)

óleo sobre tela, 60 x 40 cm

 

Nando Ribeiro - São Francisco - Óleo sobre tela - 100x60cmSão Francisco

Nando Ribeiro (Brasil, 1963)

óleo sobre tela, 100 x 60 cm

 

MANOEL COSTA (1943). São Francisco, óleo s madeira, 61 X 35. Assinado no c.i.d e datado (2011) no versoSão Francisco, 2011

Manoel Costa (Brasil, 1943)

óleo sobre madeira, 61 x 35 cm

 

John Graz (Genebra 1891-São Paulo 1980),São Francisco, aquarela, 1978, 48 x 35São Francisco, 1978

John Graz (Suíça/Brasil, 1891-1980)

aquarela sobre papel, 48 x 35 cm

 

Jenner Augusto, São Francisco, 1982, ost, 62 x 37São Francisco, 1982

Jenner Augusto (Brasil 1924-2003)

óleo sobre tela, 62 x 37 cm

 

INOS CORRADIN. São Francisco - o.s.e. - 38 x 32 cm - assinado no cieSão Francisco

Inos Corradin (Itália/Brasil, 1929)

óleo sobre eucatex, 38 x 32 cm

 

HUMBERTO DA COSTA Guache 44 X 34 cm São Francisco 78 ass. Inf. Dir.São Francisco, 1978

Humberto da Costa (Brasil, 1941)

Guache, 44 x 34 cm

 

Fúlvio Pennacchi,São Francisco,Serigrafia 96de130 - 60x44cmSão Francisco

Fúlvio Pennacchi (Itália/Brasil, 1905-1992)

Serigrafia, tiragem de 130, 60 x 44 cm

 

CLAUDIO DANTAS. São Francisco, óleo stela, 61 x 50. Assinado no c.i.e. e datado (2011) no verso.São Francisco, 2011

Cláudio Dantas (Brasil, 1959)

óleo sobre tela, 61 x 50 cm

 

 

Djanira São Francisco de Assis Óleo sobre tela. Assinado inferior direito 73 x 60 cm.São Francisco de Assis

Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)

óleo sobre tela, 73 x 60 cm





Imagem de leitura — Alexandre-Denis Abel de Pujol

3 10 2015

 

 

513px-Portrait_of_Nicholas_Legrand_and_His_Grandson,_Joseph-Adolphe_De_Pujol_by_Alexandre-Denis_Abel_de_PujolRetrato de Nicolas Legrand e seu neto Joseph-Adolphe De Pujol, 1815

Alexandre-Denis Abel de Pujol (França, 1785-1861)

óleo sobre tela, 113 x 95 cm

High Museum of Art, Atlanta, Ga





Flores para um sábado perfeito!

3 10 2015

 

Egenolf Theilacker (Brasil,SC, 1941) hortensias, ost, 40 x 50 cmHortênsias

Egenolf Theilacker (Brasil, 1941)

óleo sobre tela, 40 x 50 cm





As línguas de um refugiado, texto de Edward Said

3 10 2015

 

 

DRebêlo-Os-Emigrantes-1929Os emigrantes, 1926

Domingos Rebelo (Portugal, 1891-1975)

óleo sobre tela, 235 x 265 cm

Museu Carlos Machado, Açores

 

 

“…De novo reconheci que Conrad [Joseph Conrad] esteve lá antes de mim — exceto que Conrad era um europeu que deixou sua Polônia nativa e se tornou um inglês, de modo que a mudança para ele foi mais ou menos dentro do mesmo mundo. Nasci em Jerusalém e passei a maior parte dos meus anos de formação lá e, depois de 1948, quando minha família inteira se tornou refugiada, no Egito. Toda a minha educação primária, no entanto, tinha sido feita nas escolas coloniais de elite, escolas públicas britânicas construídas para educar uma geração de árabes com elos à Grã-Bretanha. A última que frequentei antes de deixar o Oriente Médio para os Estados Unidos foi o Victoria College em Cairo, uma escola criada com o objetivo de educar a classe dirigente árabe e levantina que iria governar depois que os britânicos saíssem. Meus contemporâneos e colegas incluíram o Rei Hussein do Jordão, diversos meninos jordanianos, egípcios, sírios e saudis que vieram a ser ministros, primeiros-ministros e líderes empresariais, assim como figuras glamorosas como Michel Shalhoub, dirigente da escola e principal atormentador quando eu estava ainda iniciando, que todo mundo conhece na tela como Omar Sharif.

No momento em que você se torna aluno do Victoria College, recebe um manual, uma série de regulamentos governando todos os aspectos da vida escolar – que uniforme usar, que equipamento seria necessário para os esportes, datas dos feriados escolares, horários dos ônibus, e assim por diante. Mas a primeira regra da escola, impressa na página de abertura do manual, dizia: “Inglês é a língua da escola; estudantes apanhados falando qualquer outra língua serão punidos.” No entanto, não havia estudantes de língua materna inglesa, na escola. Enquanto os mestres eram todos britânicos, nós éramos uma mistura de árabes de diversos tipos, armênios, gregos, italianos, judeus e turcos, cada qual com uma língua materna que a escola havia explicitamente proibido. No entanto, quase todos nós falávamos árabe – muitos falavam árabe e francês – e então éramos capazes de nos refugiar numa língua comum desafiando o que percebíamos como uma restrição colonial injusta. O poder do império britânico estava chegando ao fim depois da Segunda Guerra Mundial, e nós estávamos cientes disso, mesmo que eu não consiga me lembrar de qualquer estudante da minha geração, se expressar claramente dessa maneira sobre isso.

Para mim havia uma complicação maior, ainda que meus pais fossem ambos palestinos – minha mãe de Nazaré, meu pai de Jerusalém – meu pai tinha adquirido cidadania americana durante a Primeira Guerra Mundial, quando serviu nas AEF [American Expeditionary Forces] sob Pershing na França. Ele havia originalmente deixado a Palestina, na época uma província do império otomano, em 1911, aos dezesseis anos, para escapar do recrutamento para a guerra na Bulgária. Invés disso, foi para os Estados Unidos, estudou e trabalhou lá por alguns anos, retornando então para a Palestina em 1919 para abrir um negócio com seu primo. Além disso, com um nome árabe comum, como Said, ligado a um improvável prenome inglês (minha mãe admirava por demais o Príncipe de Gales, em 1935, ano do meu nascimento), fui um estudante anômalo por todos os meus primeiros anos escolares: um palestino frequentando uma escola no Egito, com um prenome inglês, um passaporte americano, e nenhuma identidade precisa. Para complicar, árabe, a minha língua materna, e inglês, minha língua escolar, estavam intimamente associadas: nunca soube qual delas foi a minha primeira língua, e nunca me senti confortável em nenhuma, mas sonho nas duas. Todas as vezes que falo uma frase em inglês, sinto o eco dela em árabe, e vice versa.”

 

Em: No Reconciliation Allowed, de Edward Said, Letters of Transit, reflexions on Exile, Identity, Language and Loss, diversos autores, ed. André Aciman, Nova York, 1998, pp.94-96

Tradução: Ladyce West

Textos em colchetes são da tradução.





Imagem de leitura — Patrick Allan-Fraser

3 10 2015

 

 

Elizabeth Allan-Fraser Sentada, lendo com gato, Patrick Allan-Fraser(GB, 1813-1890), ost,50 x 64 cm Hospitalfield ArtsElizabeth Allan-Fraser sentada, lendo com gato

Patrick Allan-Fraser (GB, 1813-1890)

óleo sobre tela, 50 x 64 cm

Hospitalfield Arts, Grã-Bretanha





Rio de Janeiro comemorando 450 anos!

2 10 2015

 

BUSTAMANTE SÁ (Rio de Janeiro, 1907 - 1988) Praia do Pontal, Rio de Janeiro. Óleo s tela. Ass. cid e verso. 51 x 65 cm.Praia do Pontal, Rio de Janeiro

Rubens Bustamante Sá (Brasil, 1907-1988)

óleo sobre tela, 51 x 65 cm





Na boca do povo: escolha de provérbio popular!

2 10 2015

 

sopaPropaganda para sopas Campbell’s, EUA.

 

 

“Prudência, dinheiro no bolso e canja de galinha não fazem mal a ninguém.”




Em três dimensões: Fernando Botero

2 10 2015

 

 

boterosmokingwoman4Mulher fumando um cigarro, 1987

Fernando Botero (Colômbia, 1932)

Bronze

Coleção Particular





Imagem de leitura — Jacques-Louis David

1 10 2015

 

 

jacques louis dvidMadame François Buron, 1769

Jacques Louis David (França, 1748-1825)

óleo sobre tela, 66 x 55 cm

The Art Institute of Chicago