José Zaragoza (Espanha, 1930, radicado no Brasil)
óleo sobre tela
José Zaragoza (Espanha, 1930, radicado no Brasil)
óleo sobre tela
Cláudio Barake (Brasil, 1966)
acrílica sobre tela, 60 x 60 cm
Anne Wallace (Austrália, 1970)
óleo sobre tela, 111 x 136 cm
Émile Faguet
Egbert Cadmus (EUA, 1868-1939)
aquarela sobre papel
Bebê dormindo, ilustração Frances Tipton Hunter (EUA, 1896 – 1957)
Mário Quintana
Não te movas, dorme, dorme
O teu soninho tranquilo.
Não te movas (diz-lhe a Noite)
Que inda está cantando um grilo…
Abre os teus olhinhos de ouro
(o Dia lhe diz baixinho).
É tempo de levantares
Que já canta um passarinho…
Sozinho, que pode um grilo
Quando já tudo é revoada?
E o Dia rouba o menino
No manto da madrugada…
Em: Poesia fora da estante, Vera Aguiar, Simone Assumpção e Sissa Jacoby, 13ª edição, Porto Alegre, Projeto: 2007, p.19
Carlos Sorensen (Brasil,1928-2008)
encáustica sobre tela, 40 x 50 cm
Xilogravura alemã de 1556 em livro científico retratando a passagem de um cometa.
“…E numa outra noite de céu limpo, na porção de terra chamada Basileia, na Suíça, outro homem destinado à grandeza também estava prestando atenção. Era um jovem teólogo que, fitando a cauda brilhante e nebulosa do cometa, deu-se conta de que queria dedicar sua vida à matemática, e não à Igreja. Dessa decisão nasceu não apenas uma nova carreira para Jakob Bernoulli, como também o que se tornaria a maior árvore genealógica na história da matemática: nos 150 anos entre o nascimento de Jakob e o ano de 1800, a família Bernoulli gerou muitos filhos, dos quais aproximadamente a metade foi brilhante — entre eles, oito matemáticos notáveis, dos quais três (Jakob, seu irmão mais moço Johann, e o filho de Johann, Daniel) são tidos atualmente como alguns dos maiores matemáticos de todos os tempos.”
Em: O andar do bêbado: como o acaso determina nossas vidas, Leonard Mlodinow, tradução Diego Alfaro, Rio de Janeiro, Zahar: 2009, p. 118
Arjan van Gent (Holanda, 1970)
Provérbio egípcio da antiguidade, encontrado na Biblioteca de Alexandria.
Belmiro de Almeida (Brasil, 1858-1935)
óleo sobre tela, 50 60 cm







