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Lucílio de Albuquerque (Brasil, 1887-1939)
óleo sobre tela, 35 x 50 cm
PESP — Pinacoteca do Estado de São Paulo
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Lucílio de Albuquerque (Brasil, 1887-1939)
óleo sobre tela, 35 x 50 cm
PESP — Pinacoteca do Estado de São Paulo
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Wolfgang Alt ( Alemanha, contemporâneo)
óleo sobre tela, 60 x 80 cm
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Este foi um ano difícil para manter a leitura de 3 a 4 livros ficção de por mês. Acabei lendo um pouco mais que isso, mas a maioria de não-ficção, em inglês ou francês, porque grande parte das áreas que me interessam não têm viabilidade comercial para as editoras por falta de público no Brasil. Mesmo assim tenho alguns livros para recomendar no campo da ficção como presentes de Natal. Recomendo também um de não-ficção. Todos têm resenha completa aqui, siga o link em cada título listado para maior detalhamento.
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Nota: A peregrina é uma leitora assídua, há muitos anos e bastante exigente. Não recebe livros de graça para fazer resenhas, nem é paga por nenhuma casa editorial para se manifestar a respeito dos títulos listados.
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Ficção:
Nihonjin, Oscar Nakasato
O melhor livro de ficção brasileira que li este ano. A história se desenvolve em torno da imigração japonesa no Brasil. A questão da identidade do imigrante e o caso especial dos japoneses. Um poema em prosa.
Os olhos amarelos dos crocodilos, Katherine Pancol
O primeiro de uma trilogia da escritora francesa que teve sucesso internacional. É um livro que não se consegue deixar de lado. As “aventuras” contemporâneas levam a questões de autoestima e sucesso. . Há um pouco de fantasia. Muito bom.
O silêncio das montanhas, Khaled Hosseini
Definitivamente um romance mais complexo do que foi o O Caçador de Pipas do mesmo autor. Achei O silêncio das montanhas mais rico e profundo, dando uma visão diferente sobre a vida no Afeganistão contemporâneo.
O ancião que saiu pela janela e desapareceu, Jonas Jonasson
Esta é uma grande viagem de aventuras extraordinárias de um dos personagens mais incríveis que encontrei recentemente. Divertidíssimo, uma narrativa que consegue compreender o século XX inteiro. Entretenimento da melhor qualidade.
Acabadora, Michela Murgia
Belíssima história que nos leva a ponderar sobre a eutanásia e sobre a ética. Texto sensível. Recomendo.
O advogado do diabo, Morris West
Este é um clássico de meados do século passado que continua relevante. Foca no que é necessário para que a igreja considere alguém santo. Mas no meio do caminho nos mostra como viver. Está em edição de bolso.
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Não-Ficção–
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A vida não é justa, Andréa Pachá
Coletânea de casos considerados pela juíza Andréa Pachá que nos mostram que a vida de todo mundo é muito mais interessante do que o roteiro de qualquer novela. Ótima visão da maneira de viver dos brasileiros.
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Manoel Santiago (Brasil, 1897-1987)
óleo sobre tela, 65 x 54 cm
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Ilustração de Nicolas Gouny.–
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Vinicius de Moraes
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Eu vi a estrela polar
Chorando em cima do mar
Eu vi a estrela polar
Nas costas de Portugal!
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Desde então não seja Vênus
A mais pura das estrelas
A estrela polar não brilha
Se humilha no firmamento
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Parece uma criancinha
Enjeitada pelo frio
Estrelinha franciscana
Teresinha, mariana
Perdida no Polo Norte
De toda a tristeza humana.
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Em: Poemas para a Infância – antologia escolar – de Henriqueta Lisboa, Rio de Janeiro, Edições de Ouro, s.d., p.18.
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Auguste Laux (EUA, 1847-1921)
Óleo sobre tela, 27x 35 cm
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August Laux (EUA, 1847-1921)
óleo sobre tela, 46 x 56 cm
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August Laux (EUA 1847-1921)
óleo sobre tela, 45 x 55 cm
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August Laux (EUA 1847-1921)
óleo sobre tela
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August Laux (EUA, 1847-1921)
óleo sobre tela
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August Laux (EUA, 1847-1921)
óleo sobre tela, 40 x 50 cm
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August Laux (EUA, 1847-1921)
óleo sobre tela
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August Laux (EUA, 1847-1921)
óleo sobre tela
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August Laux (EUA, 1847-1921)
óleo sobre tela, 25 x 35 cm
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Birgit Stern (Alemanha, contemporânea)
aquarela
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Paulo Rocco
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Enrico Bianco (Itália, 1918- Brasil, 2013)
Têmpera sobre madeira, 55 x 75 cm
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Zé Carioca apazigua a discussão, ilustração Walt Disney.–
No calor da discussão
no lar, emprego ou na rua,
não exija educação,
mas sempre demonste a sua.
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(Aloysio Alfredo Silva)
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Leitura, s/d
José Marques Campão (Brasil, 1892-1949)
óleo sobre tela, 63 x 70 cm
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José Marques Campão (São Paulo SP 1892 – idem 1949) Pintor. Freqüenta as aulas de pintura de Oscar Pereira da Silva (1867-1939), em São Paulo, em meados de 1905. Entre 1912 e 1918, viaja para Paris (França) onde estuda na École Nationale Superieure des Beaux-Arts [Escola Nacional Superior de Belas Artes] e na Académie Julian, com Jean-Paul Laurens (1838-1921) e Paul Albert Laurens (1870-1934). Integra a Comissão de Orientação Artística em São Paulo. [Itaú Cultural]
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Minie e Clarabela vão ao teatro, ilustração de Walt Disney.–














