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Ganhei esta orquídea de Natal de amigas do grupo de leitura. Para minha surpresa, hoje mais uma carreira de flores se abriu. Apesar do calor insuportável no Rio de Janeiro essa orquídea parece querer muito sobreviver!
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Entre as dezenas de pequenas resoluções que fiz na entrada de 2013 está a volta à fotografia. Gosto de fotografar e nos últimos três anos tenho feito muito pouco disso. Como eu precisava me lembrar de algo de que eu gostasse fazer e que não seria difícil, lembrei-me da fotografia.
Ja tive um fotolog, onde postei observações visuais de alguém que volta ao Rio de Janeiro depois de uma longa estadia fora. Com a cidade ainda “nova”, “fresca” aos meus olhos consegui algumas notas visuais de interesse. Depois fui me acostumando com o Rio de Janeiro e perdi o frescor do olhar.
Quando eu usava máquinas analógicas, aquelas que requerem filmes, e conhecimento da abertura do diafragma, e outros detalhes, eu me considerava uma boa, quase muito boa, retratista principalmente de tipos de rua, de pessoas desconhecidas. Sim, esse era o meu forte. Tenho algumas cenas excelentes, por exemplo, da minha estadia de dois anos em Portugal. Sempre gostei de usar lente de longo alcance para passar desapercebida e fiz bonito algumas vezes.
Mas as máquinas digitais são diferentes. Elas requerem menos ajustes, ou talvez eu não saiba ajustá-las com a precisão necessária, para um efeito semelhante ao que eu conseguia obter com as máquinas antigas. Assim peço perdão pelas fotos que estarei postando, no máximo uma ao dia, para ver se consigo expandir o meu conhecimento da foto digital. Não uso nenhum programa de edição fotográfica, por enquanto.
Então, vamos que vamos!

























