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Mãe e filha, ilustração de Pierre Brissaud, 1920.
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Quando todos te condenem
quando ninguém te escutar,
ela te escuta e perdoa,
pois ser mãe – é perdoar!
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(J. G. de Araújo Jorge)
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Quando todos te condenem
quando ninguém te escutar,
ela te escuta e perdoa,
pois ser mãe – é perdoar!
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(J. G. de Araújo Jorge)
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Não peço vaga, nem rogo,
nos “rachas” lá da varzinha;
em toda pelada eu jogo,
mas, porque a bola é minha!
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(Ademar Macedo)
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Ilustração para Dafne, de Pamela Francisco.–
As mães são divinas plantas
que deram frutos, sementes…
Para Deus são todas santas
com milagres diferentes.
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(Maria Nascimento Santos)
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Manoel Costa (Brasil, 1943)
óleo sobre tela, 45 x 60 cm
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Alice de Paula Freitas
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É mês de maio… na fria noite
Bailam felenas, tontas, pelo ar…
Brincam as folhas ao leve açoite
Das brisas mansas, sob o luar…
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Fosforescentes, de vaga-lumes
Passa entre as silvas o leve bando…
No ar se esgarçam vagos perfumes
De rosas brancas se desfolhando…
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Escuta… os ruídos que vêm da mata
Baixinho ferem nossos ouvidos…
Grilos que cantam a serenata
Em semibreves… em sustenidos…
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Suspira a noite… plácida, a lua,
Lividamente, vaga no além…
Tão linda e branca, brilhante e nua…
… E as magnólias que inveja têm!
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Desce a neblina… a curva serra
Seu alvo manto toda branqueia!
É mês de maio… Na minha terra
Abrem-se os lírios à lua cheia!
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Alice de Paula Morais (SP 1908-?) Nasceu em Ilhabela. Professora.
Obras:
Folhas ao vento, poesia
Poemas do outono, poesia, 1969
Rumo ao poente, poesia, 1979
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Neste domingo de maio,
A ti, querida Mãezinha,
Ofereço com ternura,
Esta singela quadrinha.
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(Walter Nieble de Freitas)
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Ilustração Maurício de Sousa.–
Ao burro, nossa homenagem
Pelo seu grande valor;
Ajuda o homem do campo,
É forte trabalhador.
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(Walter Nieble de Freitas)
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Quanta bondade e ternura
O teu coração encerra;
Mamãezinha és para mim
O anjo bom desta terra!
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(Walter Nieble de Freitas)
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Cascão lendo na cama, ilustração Maurício de Sousa.–
Eu encontro nos bons livros
O guia certo e seguro,
Que ilumina a minha vida
e prepara o meu futuro.
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(Walter Nieble de Freitas)
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quadrinhas para comemorar o Dia de Tiradentes
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Por ter sido descoberto
Por Pedro Alvares Cabral,
O Brasil, caros colegas,
Pertenceu a Portugal.
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Ouvi dizer que homens bravos.
Chefiados por Tiradentes,
Receberam nesse tempo,
O nome de inconfidentes.
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Os nossos inconfidentes
Nutriam um ideal:
Desejavam separar
O Brasil de Portugal.
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Joaquim Silvério dos Reis
Traiu os inconfidentes,
Destruindo dessa forma,
O sonho de Tiradentes.
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No dia Vinte-e-Um de Abril,
Sob vivas estridentes,
Foi, no Rio de Janeiro,
Enforcado Tiradentes.
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O exemplo que Tiradentes
Nos deu a Vinte-e-um de Abril
É a página mais linda
Da História do Brasil.
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Quadrinhas para uso escolar de Walter Nieble de Freitas.
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(a Pedro Álavares Cabral)
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Cabral,
Navegador,
Bom soldado,
Cristão,
Leal,
Chefe ideal
Da esquadra de Portugal.
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Partiram as treze naus,
Semanas e semanas no oceano,
Com medo de dragões,
Serpentes aladas
Que brotavam dos sonhos maus.
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As caravelas ligeiras
Singravam os mares,
Uma sumira;
De repente, algas marinhas,
Aves nos ares,
De terra à vista,
O sinal.
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Em: Casa e Castelo, Raquel Naveira, São Paulo, Escrituras: 2002, [Poemas dos livros Casa de Tecla e Senhora].