Ilustração, Walter Crane.
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Se Deus atendesse, um dia,
minha prece ingênua e doce,
quem fosse mãe não morria,
por mais velhinha que fosse.
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(Archimino Lapagesse)
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Se Deus atendesse, um dia,
minha prece ingênua e doce,
quem fosse mãe não morria,
por mais velhinha que fosse.
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(Archimino Lapagesse)
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Se estiverdes namorando,
aos beijinhos, no portão,
já sabes, o amor é cego,
porém, os vizinhos, não…
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(Dieno Castanho)
Ilustração, Walt Disney.
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Se tens à frente uma estrada,
não passes por um atalho,
que a vida só é gozada
à custa de muito trabalho.
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(Luiz Evandro Innocêncio)
Canato ( SP, Brasil, 1985)
Óleo sobre tela, 80 x 100 cm
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A cantiga da mucama,
que embalava o sinhozinho,
tinha mimo de quem ama,
de quem sofre tinha espinho.
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(Margarida Ottoni)
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Não creio ser necessário
explicar meu ideal…
— Por que é que canta o canário?
— Por que é que voa o pardal?
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( Moysés Augusto Torres)
Ilustração, Maurício de Sousa.
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Por que será que, na vida,
por que será, meu senhor,
não foi criada a medida
capaz de medir o amor?
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(Luiz Evandro Innocêncio)
Ilustração, Maurício de Sousa.
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Cada um tem sua sorte
pelo destino traçado,
mas não há ninguém tão forte
que nunca tenha chorado.
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(Rômulo Cavalcante Mota)
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Olhos negros, cismadores…
Olhos de intenso brilhar.
Olhos que falam de amores
e vivem sempre a sonhar.
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(Therezinha Radetic)
Feliz Natal, cartão de Natal, França, 1910-1915.
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(J. G. de Araújo Jorge)
Adoração dos Reis Magos.
Cartão Postal da Polônia, sem data.
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(Antônio Vogel Spanemberg)









