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Jovem lendo,ilustração de Joseph Christian Leyendecker.
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Ante a investida do mar,
no seu vaivém tão constante,
penso na vida a passar,
um vai-sem vem incessante.
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(Margarida Ottoni)
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Jovem lendo,ilustração de Joseph Christian Leyendecker.–
Ante a investida do mar,
no seu vaivém tão constante,
penso na vida a passar,
um vai-sem vem incessante.
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(Margarida Ottoni)
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Dona Cebola pede desculpas ao Seu Cebola, ilustração de Maurício de Sousa.–
Quem não cultiva a humildade
dentro do seu coração
por orgulho ou por vaidade
não sabe pedir perdão.
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(José Augusto Fernandes)
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Ilustração de Anne Anderson–
Quando as pedras do caminho
causam lágrimas e dores,
basta um gesto de carinho
para mudá-las em flores.
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(Lucina Long)
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Menina do campo, cartão postal antigo.–
Muita perna tenho visto,
Perna fina, perna grossa…
Mas as pernas mais bonitas
São as das moças da roça.
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(Anônima)
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Em: Trovas Brasileiras: populares e popularizadas, Afrânio Peixoto, Rio de Janeiro, W.M. Jackson Inc: 1944, nº.536
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Desconheço a autoria dessa ilustração, mas é de 1914 tirada de revista dinamarquesa.–
Não quero ser flor, nem fita,
Enfeites, brincos ou anéis,
Queria ser teu sapato,
Para viver aos teus pés.
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(Anônima)
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Em: Trovas Brasileiras: populares e popularizadas, Afrânio Peixoto, Rio de Janeiro, W.M. Jackson Inc: 1944, nº.539
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Ilustração Emiliano Ponzi.–
Vê-se máscaras de tudo,
de toda forma e matiz:
papel, borracha e veludo,
e até de gente feliz…
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(Péricles Gonçalves)
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Pato Donald decide ser pintor, ilustraçãao Walt Disney.–
A inspiração se assemelha
à luz da graça divina.
O artista toca a centelha
e a si mesmo ilumina.
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(Álvaro Faria)
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Passarinho no ninho, ilustração de Andrew Loomis. [Dionne quintupletos]–
Com singela perfeição
um pequeno passarinho
faz uma linda mansão
da construção do seu ninho.
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(Eva Garcia)
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“Você sabia… [Have you heard…?]” ilustração Arthur Sarnoff.–
Quem à língua não põe freio,
depois não deve estranhar
a desgraça que lhe veio,
porque se pôs a falar.
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(Trova popular espanhola)
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Ilustração Gaston Maréchaux, 1918.–
É Inverno … mas, que importa ?
Estou sempre à tua espera.
Quando chegas e abro a porta,
entra junto a Primavera…
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(Déspina Athanásio Perusso)
