Ilustração Elifas Andreato.
“Terra à vista!” – Um grito intenso
soou nos céus, como um cântico,
e o Brasil surgiu, imenso,
num parto às margens do Atlântico!
(José Ouverney)
Ilustração Elifas Andreato.
“Terra à vista!” – Um grito intenso
soou nos céus, como um cântico,
e o Brasil surgiu, imenso,
num parto às margens do Atlântico!
(José Ouverney)
“O mundo pertence aos corajosos”, ilustração de Margret Boriss.
Jamais esqueça, meu filho,
do rio a grande lição:
quando mais rude o seu trilho,
mais bela sua canção.
(José Nogueira da Costa)
Moça com passarinho, de Jocelyne Pache, 1969.
Não mais te quero esperar,
Que esperar é sofrimento…
Vou, desde já, começar
A esperar o esquecimento!…
(Maria Thereza de Andrade Cunha)
Ilustração de Victor Tchetchet, década de 1930.
Morre a prece na garganta
como um travo de vinagre…
Vou procurar outra santa,
que a minha não faz milagre.
(Nair Starling)
Moça com chapéu de palha, Ilustração de Harrison Fisher.
Na vida que vou vivendo,
Muitas coisas aprendi;
E, afinal, fiquei sabendo:
Não posso passar sem ti.
(Maria Thereza de Andrade Cunha)
Nestor se distrai, ilustração Disney.
Não bata assim, coração!
Cuidado!… Jamais me assuste,
pois uma nova ilusão
pode ser um novo embuste.
(Zeni de Barro Lana)
Ilustração de Fabius Lorenzi.
Existem coisas na vida
Que não posso compreender:
— Como é que sendo esquecida,
Não te consigo esquecer!
(Maria Thereza de Andrade Cunha)

Na biblioteca há mil sábios
a nosso inteiro dispor.
Sem querer mover os lábios,
cada livro é um professor.
(A. A. de Assis)
Beijo roubado, ilustração de Howard Chandler Christy, 1904.
Fico em teus braços… Depois,
rogo a Deus, mais uma vez,
que o segredo de nós dois
fique só entre nós três.
(Cezário Brandi Filho)
Estrada, ilustração de Stevan Dohanos, 1956.
Destino é força que esmaga…
Credor austero, tremendo:
– Manda a conta e a gente paga,
sem saber que está devendo.
(Barreto Coutinho)
