Ilustração revista americana dos anos 50.
Num beijo fez imortal
o nosso amor sem ressábios:
um romance original
escrito por quatro lábios.
(Lilinha Fernandes)
Ilustração revista americana dos anos 50.
Num beijo fez imortal
o nosso amor sem ressábios:
um romance original
escrito por quatro lábios.
(Lilinha Fernandes)

O tempo passa depressa,
corre mais do que as lembranças,
mas sempre traz a promessa:
renovem-se as esperanças!
(Olga Regina de Oliveira)
Bidu latindo, ilustração Maurício de Souza.
“O cão que ladra não morde”.
Permitam que nesta quadra
eu do provérbio discorde:
sim, não morde… enquanto ladra.
(Bastos Tigre)
Bolinha estreia nova máquina fotográfica.
Foto, lembrança marcada
que invade meu coração:
minha infância perpetuada,
num pedaço de cartão.
(Dorothy Jansson Moretti)
Ilustração Henriette Willebeek Le Mair
O tempo passa voando …
Mentira, posso jurar.
Se estou meu bem esperando,
como ele custa a passar!
(Lilinha Fernandes)

Natal da minha velhice…
não sinto qualquer revolta:
– Papai Noel… ah! quem disse
que, em nós, o sonho não volta?
(Pompílio O. Vieira)

Que saudades dos folguedos
dos meus Natais mais risonhos…
em que singelos brinquedos
amanheciam meus sonhos!
(João Freire Filho)
Ilustração Margaret Tarrant.
No meu Natal é rotina
deixar tudo no “capricho”:
no peito faço faxina e
jogo as mágoas no lixo!
(Élbea Priscila de S e Silva)
Cartão postal da Alemanha, de Ernst Kuzer, 1913.
Para de amor cantar mágoas,
foi que se fez o violão,
que a gente aperta no peito,
e encosta no coração…
(Adelmar Tavares)
Autoria desconhecida.
Por mais conforto e carinho
numa gaiola dourada,
a ave não esquece o ninho
e a liberdade ceifada.
(Severino Campelo)
