—
Quem vai ao mar deitar rede,
que tome cuidado, tome!
O mar nunca teve sede,
mas nunca vi tanta fome!
—
(Eno Teodoro Wanke)
—
Quem vai ao mar deitar rede,
que tome cuidado, tome!
O mar nunca teve sede,
mas nunca vi tanta fome!
—
(Eno Teodoro Wanke)
—
—
Se um dia necessitares
Uma árvore derrubar,
Tu deves, no mesmo instante,
Plantar outra em seu lugar
—
—
(Walter Nieble de Freitas)
—
Teus olhos, duas continhas,
douradas, suavemente;
duas pérolas, miudinhas,
neste rostinho luzente.
—
(Antônio Bispo dos Santos)
Ilustração, Walt Disney.
—
Se tens à frente uma estrada,
não passes por um atalho,
que a vida só é gozada
à custa de muito trabalho.
—
(Luiz Evandro Innocêncio)
—
A teia se expande e estica
porque a aranha o fio tece.
O milagre não se explica
e simplesmente acontece.
—
(José Augusto Fernandes)
Canato ( SP, Brasil, 1985)
Óleo sobre tela, 80 x 100 cm
—
A cantiga da mucama,
que embalava o sinhozinho,
tinha mimo de quem ama,
de quem sofre tinha espinho.
—
(Margarida Ottoni)
—
Não creio ser necessário
explicar meu ideal…
— Por que é que canta o canário?
— Por que é que voa o pardal?
—
( Moysés Augusto Torres)
Ilustração, Maurício de Sousa.
—
Por que será que, na vida,
por que será, meu senhor,
não foi criada a medida
capaz de medir o amor?
—
—
(Luiz Evandro Innocêncio)
Ilustração, Maurício de Sousa.
—
Cada um tem sua sorte
pelo destino traçado,
mas não há ninguém tão forte
que nunca tenha chorado.
—
(Rômulo Cavalcante Mota)
—
Olhos negros, cismadores…
Olhos de intenso brilhar.
Olhos que falam de amores
e vivem sempre a sonhar.
—
(Therezinha Radetic)










