Domingo, um passeio no campo!

28 02 2016

 

 

vasco machado Pereira FloridaPereira florida

Vasco Machado (Brasil, 1956)

óleo sobre tela





Rio de Janeiro, cidade olímpica!

26 02 2016

 

 

Lea Dray (Brasil, 1934) Família, 1990, ast, 54 x 65 cmFamília, 1990

Lea Dray (Brasil, 1934)

acrílica sobre tela, 54 x 65 cm





Nossas cidades: Petrópolis

22 02 2016

 

JOSÉ MARIA DE ALMEIDA (1906-1995)Catedral de Petrópolis-RJ,1965,ost, 39 x 46Catedral de Petrópolis, 1965

José Maria de Almeida (Portugal/Brasil 1906-1995)

óleo sobre tela, 39 x 46 cm





Domingo, um passeio no campo!

21 02 2016

 

 

Agostinho de Souza (Brasil,1934) Paisagem, 1977, ost, 44 x 33cm, museu de arte de goianiaPaisagem, 1977

Agostinho de Souza (Brasil, 1934)

óleo sobre tela, 44 x 33 cm

Museu de Arte de Goiânia

 





Rio de Janeiro, cidade olímpica!

19 02 2016

 

 

ROBERTO GIL - Paisagem do Rio de Janeiro, óleo sobre tela, 38X46cm. Assinado 1957,Paisagem do Rio de Janeiro, 1957

Roberto Gil (Brasil, 1899-1990)

óleo sobre tela, 38 x 46 cm





Imagem de leitura — Aung Kyaw Htet

17 02 2016

 

Aung Kyaw Htet (Mianmar, 1965) StudyingEstudando

Aung Kyaw Htet (Burma/Myanmar, 1965)

óleo sobre tela

 





Imagem de leitura — Arimateia Sousa

16 02 2016

 

 

Arimatéia Souza, Leitura, Acrílico sobre Tela, 80 x 100, datado em 2011, Leitura, 2011

Arimateia Sousa (Brasil, contemporâneo)

Acrílica sobre tela, 80 x 100 cm





Domingo, um passeio no campo!

14 02 2016

 

TOBIAS MARCIER (1948-1982). Paisagem Serrana com Casarios, aquarela, 28 x 37.Paisagem serrana com casario

Tobias Marcier (Brasil, 1948-1982)

aquarela, 28 x 37 cm





Rio de Janeiro, cidade olímpica!

12 02 2016

 

 

Roberto Armorizzi (Brasil, 1950) Ponte, ost, 60 x80 cmPonte

Roberto Armorizzi (Brasil, 1950)

óleo sobre tela, 60 x 80 cm





Orgulho do trabalho bem feito: Pinturicchio

11 02 2016

 

1annuncAnunciação, 1501
Pinturicchio (Itália, 1454-1513)
Afresco
Collegiata di Santa Maria Maggiore, Spello

 

Hoje é fácil nos referirmos a uma tela ou a uma escultura pelo nome de seu autor. “Comprei um Picasso!”; “Um van Gogh vale uma fortuna!” — sabemos exatamente o significado dessas frases. Mas essas expressões só fazem sentido porque na Renascença, durante o século XV, artistas, pintores e escultores deixaram o anonimato das guildas para serem reconhecidos individualmente.

O processo levou tempo. Artistas eram considerados pessoas que trabalhavam com as mãos e precisavam passar por treino em guildas, anos e anos de aprendizagem, como faziam também pedreiros, tecelões, e outros artesãos. Nenhum deles era conhecido por seu nome. Parte da “revolução renascentista” foi o reconhecimento do artista por seu talento individual, hoje tomado como norma. Muitos artistas famosos ora assinavam seus trabalhos, ora não. E grande parte deles vivia sob auspícios de um grande senhor, como a família Médici em Florença. Nesses castelos, nessas residências eles tinham casa e comida e obrigações com a decoração das casas para grandes eventos, embelezar os jardins, pintar lonas, bandeiras para diversas ocasiões além de pintar retratos e cenas religiosas ou mitológicas. Frequentemente funcionavam como organizadores dos eventos que seus patrões queriam desenvolver.

O processo de reconhecimento do artista foi se desenvolvendo aos poucos no século XV. Teve um grande ímpeto quando, em meados do século XVI, Vasari publicou Vidas dos Artistas. A primeira tentativa de uma história da arte e da vida dos artistas famosos de seu tempo.

 

1annunc3[DETALHE]

 

O processo de tornar o pintor ou escultor um indivíduo singular, consequência natural do humanismo, levou os próprios artistas a se orgulharem de suas obras, a assiná-las com maior frequência. O orgulho de um trabalho bem feito, a procura por se eternizar pode ser vista nos primeiros autorretratos de artistas. Pinturicchio, um grande pintor renascentista, não conseguiu deixar de lado o orgulho pelo trabalho executado na Igreja de Santa Maria Maggiore, em Spello.

À direita da Anunciação de 1501, Pinturicchio colocou seu próprio retrato, como se ele mesmo fosse uma testemunha do evento religioso. Acima de seu retrato, vemos uma prateleira, com um tecido branco decorando a parede, abaixo da prateleira que mostra uma interessante ‘natureza morta’ com livros, vela e outros objetos. O nome do pintor aparece abaixo num rótulo elaborado.

Pinturicchio pode ter se inspirado por seu antigo professor, Perugino que ao pintar um afresco no Collegio del Cambio em Perugia, terminado um ano antes em 1500, incluiu seu autorretrato.

 

2famousHomens famosos da antiguidade, 1497-1500
Pietro Perugino (Itália, 1450-1523)
Afresco, 293 x 418 cm
Collegio del Cambio em Perugia

 

2selfpo1[DETALHE]