Nossas cidades: Olinda

17 08 2015

 

 

JOSÉ BENIGNO RIBEIRO - Igreja de São Pedro - Olinda PE - ost - 50 x 61 - datado 2005Igreja de São Pedro, Olinda, 2005

José Benigno Ribeiro (Brasil, 1955)

óleo sobre tela, 50 x 61 cm





Rio de Janeiro comemorando 450 anos!

14 08 2015

 

Visconti, Eliseu d'Angelo Arcos da Lapa, 1925Arcos da Lapa, 1925

Eliseu Visconti (Itália/Brasil, 1866-1944)

óleo sobre tela, 6 x 53 cm





Nossas cidades: Cabo Frio

10 08 2015

 

 

GERSON AZEREDO COUTINHO (1900-1967) -Cruzeiro Colonial - Cabo Frio-RJ, pintura a óleo sobre madeira, med. 28 x 36cm,Paisagem urbana com Cruzeiro Colonial, Cabo Frio

Gérson Azeredo Coutinho (Brasil, 1900-1967)

óleo sobre placa de madeira,  27 x 35 cm





Rio de Janeiro, comemorando 450 anos!

7 08 2015

 

Carlos H Sorensen (1928-2008), Tropical, 1994, encaustica sobre tela 40x50 cmTropical, 1994

Carlos H. Sorensen (Brasil, 1928-2008)

encáustica sobre tela, 40 x 50 cm





Nossas cidades — Salvador

3 08 2015

 

 

CARLOS BASTOS (1925 - 2004)Rua no Centro Histórico em Salvador, 1968 – Bahia, ost, 46 x 65Rua do centro histórico de Salvador, BA, 1968

Carlos Bastos (Brasil, 1925-2004)

óleo sobre tela, 46 x 65 cm





Nossas cidades — Acari, RN

27 07 2015

 

 

Gerlúzia Alves, Acari, Igreja do Rosário, 2006, GUAP, Natal, RNIgreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, Acari, RN, 2006

Gerlúzia Alves(?)

aquarela, bico de pena

GUAP, Natal, RN





Rio de Janeiro, comemorando 450 anos!

24 07 2015

 

 

CLARA CAVENDISH - Pão de Açúcar tinta acrílica sobre papel, 56 x 73 cm.Pão de Açúcar, 1993

Clara Cavendish (Brasil, 1963)

acrílica sobre papel, 56 x 73 cm





A volta, texto de Pedro Nava

22 07 2015

 

 

MANOEL SANTIAGO Paisagem com ferrovia Teresópolis O.S.T. 53 x 69 cm 1945 a.c.i.e.Paisagem com ferrovia, Teresópolis, 1945

Manoel Santiago (Brasil, 1897-1987)

óleo sobre tela, 53 x 69 cm

 

 

“COMO NO DIA DA MINHA CHEGADA, cinco anos antes, no meu embarque para Belo Horizonte, tive a assistência do Modesto. Levou-me à estação. Eu ia galgar o nosso Caminho Novo de noturno. Vi desfilarem os subúrbios, depois a baixada com seu ar de fogo, comecei a subir a Serra do Mar. Eu estava num momento de grande euforia. Vencera uma página da vida, flutuava dentro dum ar azul entre duas etapas. Pensava que tudo continuaria em Belo Horizonte e na Faculdade, fácil e doce como tinha sido naqueles anos de Pedro II entrecortados de férias paradisíacas.  Mal sabia eu o que ia sofrer na Rua da Bahia, no Bar-do-Ponto, na Praça da Liberdade, na Rua Guaicurus, na Rua Niquelina, na Lagoinha, Quartel e Serra: o martírio, paixão, morte e ressurreição do moço mineiro Pedro da Silva Nava ainda descuidado das lambadas, dos escárnios, das quedas e das sete chagas de sua Via Dolorosa. Eu ia aprender aos poucos, à minha custa, os búfalos nadantes e os crocodilos; as panteras e toda a casta de bestas-feras. O noturno subia para Minas Gerais. Passou estações. Parou muito tempo em Juiz de Fora e fiquei na janela do carro apreciando o Cristo Redentor todo iluminado. Foi quando dormi na madrugada mineira. Vi amanhecer no meu Estado cortado instante a instante pelas curvas do Paraopeba. A máquina puxava cada vez mais. De repente Brumadinho surgiu dentro de moitas cheias de gotas d’água dum sereno que o sol ainda não secara. Se o futuro iluminasse eu compreenderia que estava chegando ao campo de concentração e aos fornos crematórios dos meus sonhos de adolescente. As estações se sucediam. Fecho do Funil. Treblinka. Birkenau. Sarzedo. Ibirité. Ibirité. Bergen-Belsen. Auschwitz. Barreiros. Gameleira, Calafate, Belsen-Belo, Belo Belo Belo Belo. A máquina agora ia devagar, batendo sino, atravessando a cidade sob um céu rival do céu da Úmbria. Belo Horizonte, Belorizonte, Belorizonte. Desci na estação. Minha Mãe. Fomos juntos para a Serra. Pisei novamente minha Serra. Sua terra de ricos pardos começou a me penetrar. Dela respirei. Dela sujei meus sapatos. Seu colorido era tão polpa que enganava não parecia mineral, antes vegetal. Variava de cores. Tinha do castanheiro, do tojo, do ulmo, da nogueira, da tília clara e da tuia escura. Entretanto era ferro. Chão de Ferro.”

 

 

 

Em: Chão de Ferro: memórias 3, Pedro Nava, Rio de Janeiro, José Olympio:1976, 2ª edição, p. 273-4





Nossas cidades — São Manuel

20 07 2015

 

 

Alcides Ortolan, Igreja da Matriz em São Manuel, SP, 1983, ostIgreja da Matriz em São Manuel, 1983

Alcides Ortolan (Brasil, ?-?)

óleo sobre tela,





Nossas cidades — Guarulhos

13 07 2015

 

 

Manoel Martins Menacho,(Brasil, 1926-2011) Lavras – Guarulhos,  SP, 1995,40 x 60 cm,OSTLavras, Guarulhos, SP, 1995

Manoel Martins Menacho (Brasil, 1926-2011)

óleo sobre tela, 40 x 60 cm