Flores para um sábado perfeito!

13 12 2025

Bico de papagaio, (Flores)

Colette Pujol (Brasil, 1913-1999)

óleo sobre tela, 48 x 63 cm

Asa de Arara,1950

Leopoldo Gotuzzo (Brasil, 1887 – 1983).

óleo sobre tela, 61 X 110 cm





25 de dezembro!

25 12 2024

Patinadores no Natal, 1946

Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914 -1979)

colagem e guache sobre papel, situado Nova York, 31 x 23 cm

 

 

Paz na terra aos homens de boa vontade!

 





Natal!

24 12 2024

Natividade, 1968

Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914 -1979)

óleo sobre tela





“O Natal das primeiras experiências I” crônica de Flavio Machado

23 12 2024

O Natal das primeiras experiências, I

 

Flavio Machado

 

Lembro da primeira vez que vi o natal acontecer. Na madrugada acordei e vi deslumbrado ao lado da árvore de natal, o velocípede pedido a papai noel. Como era bonito o meu velocípede de metal.

A árvore era um capitulo a parte em nossa casa, naqueles dias era simplesmente a nossa árvore de natal, ficava incógnita no quintal durante o ano, plantada em lata de 20 de litros, quando aproximava – se o dia 25 de dezembro, ela ganhava destaque, a lata enferrujada ganhava papel alumínio para lhe cobrir as feridas do tempo, a árvore enfeitava-se de bolas coloridas, e no alto a estrela guia, simbolizando a estrela que apontou  caminho para a manjedoura. E para um toque europeu, enchíamos de algodão, para dar ares europeus, um costume daquele tempo nas casas suburbanas.

E na nossa casa tinha um pequeno presépio que minha mãe desembalava de cima do armário, a representação da cena do nascimento de Jesus em Belém, eu lembro que aquela cena tinha uma ar de grande importância, aos meus olhos de menino

No subúrbio era uma festa, o dia seguinte, desfile de presentes entre a garotada. Tudo muito especial para o menino que descobria o natal, A nossa casa era simples, um quarto e sala em uma rua ainda sem calçamento do Engenho da Rainha, mas aos olhos do menino era um palacete, um castelo como daquelas intermináveis histórias que minha avó contava.

E simplicidade era a palavra-chave, o ar ingênuo daqueles anos, qualquer coisa era motivo de comemoração, por mais singelo que parecesse. Na minha casa não se falava tanto de religião, mas eu sabia por escutar que comemorávamos o nascimento de Jesus. E aquele presépio tão pequeno hoje, mas que era gigantesco na época, tão pobrezinho e tão rico.

Agora depois de passados tantos anos, a lembrança daquele natal, emociona de verdade o coração envelhecido, mas não imune a essa nostálgica madrugada, quando o velocípede de metal surgiu na sala. E o menino resiste, e de repente surge pedalando com o presente sonhado. Como gostaria que todos pudéssemos recuperar as primeiras emoções de alegria, seja numa noite distante de natal, seja mais recente, e que Jesus esteja conosco, assim como aquele menino parecia entender vendo a cena retratada do nascimento de nosso Senhor, nosso Salvador, num pequeno presépio montado na memória.           

05 de Novembro de 2024.

Cabo Frio, RJ





Trova de Natal

10 12 2024

Que na Árvore de Natal
viceje a fraternidade,
e cada enfeite, afinal
seja um fruto de amizade!

 

(Arthur Francisco Baptista)





Trova do Natal

7 12 2024
Ilustração Jimmy Liao.

 

Que na Árvore de Natal
viceje a fraternidade,
e cada enfeite, afinal,
seja um fruto de amizade!

 

(Arthur Francisco Baptista)





Trova de Natal

6 12 2024
Ilustração de Hergé

 

 

 

Natal: presépio, lapinha,
Missa do Galo… Afinal,
esta saudade tão minha
é que enfeita o meu Natal!

(Isaías Ramires)





Trova do Natal

5 12 2024
Ilustração Almar Zaadstra (Austrália, 1960)

 

Vamos cantar o Natal,
pois é tempo de alegrias…
Porém seria ideal
Cantá-lo todos os dias!

 

(Joaquim Carlos)





Falta um mês para o Natal!

16 11 2024
Livro na Amazon em dois formatos: papel e eletrônico

 

Dá tempo de comprar e surpreender quem receber este presente!





Nossas cidades: Natal

27 02 2024

Interior do Forte dos Reis Magos II, 2006,

Dagmar Medeiros (Brasil, contemporâneo)

óleo sobre tela

GUAP, Natal, RN