Palavras para lembrar — Thomas Hardy

19 09 2016

 

 

emilia-dukszynska-duksztapolonia-1847-1898-menina-a-escrivaninha1883-oleo-sobre-tela-72-x-55-cmMenina à escrivaninha,1883

Emilia Dukszyńska-Dukszta(Polônia, 1847-1898)

óleo sobre tela, 72 x 55 cm

Museu Narodowe, Varsóvia

 

 

“Um romance não é um argumento, mas uma impressão.”

 

 

Thomas Hardy

 

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Imagem de leitura — Bertold Piotr Oczko

18 09 2016

 

 

bertold-piotr-oczko-1910-1943mulher-lendo-osm-87-x-66-cmMulher lendo

Bertold Piotr Oczko, (Polônia, 1910 – 1943)

óleo sobre madeira, 87 x 66 cm

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Imagem de leitura — Anônimo

12 09 2016

 

 

anonimo-polones

Jovem leitora, 1930

Anônimo polonês

óleo sobre placa, 63 x 87 cm

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Imagem de leitura — John Duncan Fergusson

11 09 2016

 

 

john-duncan-fergusson-1874-1961À luz do lampião, 1900

John Duncan Fergusson (Escócia, 1874-1961)

óleo sobre papelão, 11 x 14 cm.

 





Imagem de leitura — Dimitrie Berea

10 09 2016

 

 

dimitrie-berea-romenia-1908-1975-the-orange-museum-vichy-france-oil-painting-contemporary-paintingsO museu Orange,, Vichy, França, 1951

Dimitrie Berea (Romênia, 1908-1975)

óleo sobre tela, 53 x 63 cm





Imagem de leitura — Greg Olsen

10 09 2016

 

 

greg-olsen-1958Lado a lado

Greg Olsen (EUA, 1958)

litografia

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Imagem de leitura — Tymon Niesiolowski

9 09 2016

 

tymon-niesiolowski-polonia-leitura-1950-ost-56x62-cmLeitura, 1950

Tymon Niesiolowski (Polônia, 1882-1965)

óleo sobre tela, 56 x 62 cm

 





“Bailundo”, texto de José Eduardo Agualusa

8 09 2016

 

 

Cristie HenryA longa jornada da noite, ilustração de Christie Henry.

 

 

Fala de Alfonsina, a que ama o mar

 

 

Nasci no Bailundo, você não conhece, o Bailundo é um segredo no mapa da nação. O céu: clara imensidade! O azul de um azul que não existe em mais lugar nenhum. O azul do céu no Bailundo — costumava dizer-nos o padre Cotovia — é o mesmo do princípio do mundo. Às vezes sonho com o céu do Bailundo, brilhante e molhado, e então me transformo em pássaro e voo. Acordo e canto como um pássaro. Fico igual a Pintada. Nessas alturas consigo falar com ela em passarês do mato. Tem muito verde lá, paus de toda a espécie, os nomes eu nem sei, mas sempre sons bem doces porque o umbundo é a língua que os anjos usam para namorar — também era o padre Cotovia quem falava isso, deve ser verdade. Luanda, mal comparada com o Bailundo, é tipo um peixe seco junto a um peixe vivo. No Bailundo a vida é muito cheia de brilhos, veste roupa de carnaval, espelhinhos, miçangas ao pescoço, chocalhos no calcanhar, e sempre seja noite ou dia, sempre a dançar. Mas eu não tive sorte. A mamã pisou uma mina, não dessas de explodir e mutilar, arranca pé, arranca perna, não, paizinho, não dessas, uma mina de feitiço, ouviu falar?, nunca?!, são uma arte nossa, armas tradicionais, a mamã pisou a mina quando estava grávida, e a mina me atingiu foi a mim no silêncio macio da barriga dela. Não sou feiticeira, espero que você entenda, sou enfeitiçada, mas isso só soubemos depois, quando eu não cresci. Você duvida? Lá em Portugal não tem feitiço? Em todo o lado tem. …”

 

 

Em: As mulheres do meu pai, de José Eduardo Agualusa, Rio de Janeiro, Língua Geral: 2012, p.273.

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Imagem de leitura — Joel Oliveira

7 09 2016

 

 

joel-oliveira-quadro-acrilica-sobre-eucatex-a-leitora-20x25cmA leitora

Joel Oliveira (Brasil, contemporâneo)

acrílica sobre eucatex, 20 x 25 cm





Imagem de leitura — Paul Barthel

5 09 2016

 

Paul Barthel(Alemanha, 1862-1933), Moça lendo, ost,Moça lendo

Paul Barthel (Alemanha, 1862-1933)

óleo sobre tela

 

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