Jorge (futuro rei da Inglaterra) com o irmão Eduardo e seu professor Francis Ayscough, c. 1749
Richard Wilson (Inglaterra, 1714-1782)
óleo
National Portrait Gallery, Londres
Jorge (futuro rei da Inglaterra) com o irmão Eduardo e seu professor Francis Ayscough, c. 1749
Richard Wilson (Inglaterra, 1714-1782)
óleo
National Portrait Gallery, Londres
Thomas Gainsborough (Inglaterra, 1727-1788)
Óleo sobre tela, 127 x 102 cm
Museu do Prado, Madri
John Henry Henshall (Inglaterra, 1858-1926)
óleo sobre tela, 135 x 78 cm
Marc Chagall (Rússia/França, 1887-1985)
óleo sobre tela
Coleção Particular
“Tanto quanto a literatura, a música pode determinar uma reviravolta, um transtorno emotivo, uma tristeza ou um êxtase absolutos; tanto quanto a literatura, a pintura pode gerar um deslumbramento, um olhar novo depositado sobre o mundo. Mas só a literatura pode dar esse contato com outro espírito humano, com a integralidade desse espírito, suas fraquezas e grandezas, suas limitações, suas mesquinharias, suas ideias fixas, suas crenças; com tudo o que comove, o interessa, o excita e repugna. Só a literatura permite entrar em contato com o espírito de um morto, da maneira mais direta, mais completa e até mais profunda do que a conversa com um amigo – por mais profunda e duradoura que seja uma amizade, numa conversa nunca nos entregamos tão completamente como o fazemos diante de uma página em branco, dirigindo-nos a um destinatário desconhecido.”
Submissão, Michel Houellebecq, Rio de Janeiro, Alfaguara: 2015, pp, 10-11
Descanso ou La femme au sofa, 1906
Carl Frederick Frieseke (EUA,1874-1939)
Óleo sobre tela, 127 x 177 cm
Coleção Particular
John Ruskin
Ambrogio Alciati (Itália, 1876-1929)
óleo sobre tela
Os Morris na cidade de Ems: William Morris lendo para Jane Morris o volume dois dos sete de Earthly Paradise, 1869
[The M’s at Ems: William Morris reading volume two of seven of the Earthly Paradise to Jane Morris, in a bath and drinking the second of seven glasses of a spa water]
Dante Gabriel Rossetti (GB, 1828-1882)
desenho a bico de pena sobre papel, 11 x 17 cm
Museu Britânico, Londres
Na quarta-feira passada, o jornal The Guardian publicou a lista dos melhores livros de espionagem de todos os tempos, para ajudar seus leitores que iriam sair de férias. Cá pelo hemisfério sul nós também, temos férias, pequenas, ou férias de inverno. Nenhum momento melhor para se divertir. E no descanso depois das atividades lúdicas nada melhor do que ler e ainda, treinar o seu inglês!
Aqui está o conselho dos melhores livros de espionagem para seu entretenimento de acordo com o jornal inglês. Lembrem-se que é a lista dos melhores de todos os tempos… Assim temos alguns clássicos, publicados há algum tempo.
1- Kim de Rudyard Kiping, original de 1900. Kim, publicado em português por diversas companhias e à venda no Brasil em livrarias e sebos.
2 — The Riddle of the sands, de Erskine Childers, original de 1903. Não publicado no Brasil. Só importado, em inglês.
3 — Inside the Company: CIA Diary, de Philip Agee, original de 1975. Publicado no Brasil, en 1976, título, Dentro da Companhia, diário da CIA, encontrado só em sebos.
4 — My Five Cambridge Friends, de Yuri Modin, original de 1994. Não publicado no Brasil. Só importado, em inglês.
5 — The Main Enemy, Milton Bearden e James Risen, original de 2003. Não publicado no Brasil. Só importado, em inglês.
6 — A Spy for All Seasons, Duane R Clarridge, original de 1997. Não publicado no Brasil. Só importado, em inglês.
7 — The Tailor of Panama de John le Carré, original de 1997 Publicado no Brasil, en 1998, título, O alfaiate do Panamá, encontrado só em sebos.
8 — Fallout: The True Story of the CIA’s Secret War on Nuclear Trafficking de Catherine Collins e Douglas Frantz, original de 2011. Não publicado no Brasil. Só importado, em inglês.
9 — Agent Storm: My Life Inside al-Qaeda and the CIA de Morten Storm, publicado originalmente em 2014. Não publicado no Brasil. Só importado, em inglês.
10 — Agents of Innocence, de David Ignatius, original de 1987. Publicado no Brasil, em 1987 como O preço da inocência. Encontrado só em sebos.
Fonte: The Guardian
Axel Johansen (Dinamarca, 1872-1938)
óleo sobre tela
Gianni Strino (Itália, 1953)
óleo sobre tela, 50 x 40 cm
José Eduardo Agualusa
Em: “A extinção dos unicórnios”, José Eduardo Agualusa, O Globo, 13/07/2015, 2º caderno, página 2.
Pierre Subleyras (França, 1699-1749)
óleo sobre tela, 74 x 61 cm
Coleção Particular







