
Moça lendo
Konstantin Makovsky (Rússia, 1839 – 1915)
óleo sobre tela

Moça lendo
Konstantin Makovsky (Rússia, 1839 – 1915)
óleo sobre tela

Homem sentado, 2010
Carlos Álvarez de las Heras (Espanha, 1982)
[da série Cinco Tons de Tinta na área norte (Hokkoku goshiki Zumi)]
Utamaro Kitagawa (Japão, 1754-1806)
xilogravura policromada, tinta e cor sobre papel
Metropolitan Museum of Art, Nova York
Em: A terra inteira e o céu infinito, Ruth Ozeki, Rio de Janeiro, Casa da Palavra:2014,tradução de Daniela P. B. Dias e Débora Landsberg, página 18.
Fongwei Liu (China, contemporâneo)
óleo sobre tela
“Pense bem. De onde é que as palavras vêm? Elas vêm dos mortos. Nós as herdamos. Tomamos emprestadas. Fazemos uso delas por um tempo a fim de trazer os mortos à vida.Os gregos antigos acreditavam que, sempre que você lia em voz alta, na verdade eram os mortos que pegavam a sua língua emprestada para falar outra vez.”
Em: A terra inteira e o céu infinito, Ruth Ozeki, Rio de Janeiro, Casa da Palavra:2014,tradução de Daniela P. B. Dias e Débora Landsberg, página 378.
Marita Peña Mora (Peru, 1968)
óleo sobre tela
“A cultura pode ser experimentação e reflexão, pensamento e sonho, paixão e poesia e uma revisão crítica constante e profunda de todas as certezas, convicções, teorias e crenças. Mas não pode afastar-se da vida real, da vida verdadeira, da vida vivida, que nunca é a dos lugares-comuns, do artifício, do sofisma e da brincadeira, se risco de se desintegrar. Posso parecer pessimista, mas minha impressão é de que, com uma irresponsabilidade tão grande como a nossa irreprimível vocação para a brincadeira e a diversão, fizemos da cultura um daqueles castelos de areia, vistosos mas frágeis, que se desmancham com a primeira ventania.”
Em: A civilização do espetáculo, Mário Vargas Llosa, Rio de Janeiro, Objetiva:2013, página 67.