Frutas na gamela, 1982
Edineusa Bezerril (Brasil, 1950)
óleo sobre eucatex, 46 x 55 cm
Frutas na gamela, 1982
Edineusa Bezerril (Brasil, 1950)
óleo sobre eucatex, 46 x 55 cm
Cajus
Rose Fernandes (Brasil, 1972)
óleo sobre tela
Natureza morta, 2018
Victor Wichter (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela, 38 x 46 cm
Cesto com romãs
Oscar Pereira da Silva (Brasil, 1867-1939)
óleo sobre tela, 28 x 36 cm
Natureza morta com laranjas
Salvador Caruso (Brasil, 1906-1951)
óleo sobre madeira, 29 x 37 cm
Cajus e pitanga
Jorge Mori (Brasil, 1932-2018)
óleo sobre placa, 16 x 22 cm
“Há outra fruta que nasce pelo mato em umas árvores tamanhas como pereiras, ou macieiras; a qual é da feição de peros repinaldos, e muito amarela. A esta fruta chamam cajus; tem muito sumo, e come-se pela calma para refrescar, porque é ela de sua natureza muito fresca, e de maravilha faz mal, ainda que se desmandem dela. Na ponta de cada pomo destes, se cria um caroço tamanho como feição de fava; o qual nasce primeiro, e vem diante da mesma fruta como flor. A casca dele é muito amargosa em extremo, e o miolo assado é muito quente de sua propriedade, e mais gostoso que a amêndoa.”
Em: História da província de Santa Cruz, Gandavo [Pero Magalhães de Gandavo], organização de Ricardo M. Valle, São Paulo, Editora Hedra: 2008, p 91.
Cajus
Auguste Petit (França-Brasil,1844 -1927)
óleo sobre tela, 30 x 40 cm
Natureza morta, 1975
Raymundo Colares (Brasil, 1944-1986)
acrílica sobre tela, 18 x 26 cm
Natureza morta, 1908
Alípio Dutra (Brasil, 1892- 1964)
óleo sobre madeira, 25 x 30 cm
Coleção da Fundação de Ensino para Osasco
Manga e Bananas, 1989
Aldemir Martins (Brasil, 1922-2006)
óleo sobre tela, 82 X 100 cm










