Orca digital, 2009
Douglas Coupland (Alemanha-Canadá, 1961)
aço revestido de alumínio, 8 metros de altura
Vancouver Convention Center, Vancouver, British Columbia
Orca digital, 2009
Douglas Coupland (Alemanha-Canadá, 1961)
aço revestido de alumínio, 8 metros de altura
Vancouver Convention Center, Vancouver, British Columbia
Força da natureza II, 2011
Lorenzo Quinn (Itália, 1966)
aço e alumínio 220 x 421 x 150 cm
Cultural Village, Doha, Qatar
Encontro, 1985
Franz Weissmann (Áustria, 1911- 2005)
aço pintado, 4,5 x 4,0 x 2,0 m
Pátio da Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro
Abraço, 1995
[escultura comemorativa da Amizade entre o Brasil e o Japão]
Manabu Mabe (Japão-Brasil, 1924-1997)
Granito rosa, 2 m de altura
Praça do Japão, Curitiba, Paraná
“A escultura é composta de dois círculos representando as bandeiras dos países amigos de longa data. Abaixo, o mar que divide as regiões. No outro lado, a vogal I simboliza a inovação que perpassa a relação entre ambos.”
Parece incrível, não é? A descoberta, na Turquia, de três mini imagens de bichos – abutre, raposa e javali – são capazes de redirecionar algumas de nossas ideias sobre os primeiros povoados do período neolítico. Arqueólogos concluíram as pequenas esculturas encontradas e cuidadosamente colocadas dentro de um pequena cuia, por sua vez protegida dentro da grande tigela, que vemos na foto acima, são mais um sinal de que as populações locais, do período neolítico, já estavam organizadas em povoados há 11.500 anos atrás. Esses animais esculpidos, cuidadosamente preservados pelos próprios habitantes dos local, faziam parte da cultura oral, da história, das lendas, da contação de histórias, fábulas, rituais para sobrevivência. São as esculturas de animais mitológicos mais antigas que se conhece, o que empurra para um período ainda mais longínquo, o surgimento das primeiras aldeias humanas do neolítico.
Descoberto no sítio de Karahantepe o grupo de animais, de aproximadamente 3,5 cm de altura, foi encontrado num pequeno recipiente coberto com uma tampa de pedra, dentro de recipiente bem maior, Cada uma dos animais tinha a cabeça colocada dentro de um anel de pedra calcária. Essa composição, intencionalmente organizada, leva a crer na existência de rituais exercidos pela memória coletiva, onde os anéis de calcário teriam significado específico. É importante lembrar que até então só imagens em duas dimensões, portanto imóveis, como desenhos em relevo nas pedras, haviam sido encontradas como expressões culturais para grupos humanos vivendo a 11.500 anos.
Espírito protegendo os órfãos, 1998
Henry Munyaradzi (Zimbabue, 1931–1998)
pedra sabão, 58 x 37 cm
Newfields, Indianápolis
Carruagem de prata e prata dourada, na forma de barril, c. 1900
Provavelmente Austro-húngara
comprimento: 40,6 cm; peso total, 4.087 gramas
Carruagem em formato de barril sobre quatro rodas, puxada por dois cavalos que portam selas em esmalte vermelho. O corpo da carruagem é decorado com folhas de parreira em esmalte verde e grandes cachos de uvas formados por pérolas, corais e contas coloridas. O condutor está à frente do veículo, com dois anjinhos (putti) no topo. Os cestos pendurados dos dois lados são removíveis. Atrás há uma torneira encimada por um puto. O conjunto está sobre uma base retangular cinzelada no desenho de treliça e folhagem em volutas nos pés de bronze.
Portão do beijo, 1935-1938
Constantino Brancusi (Romênia-Freança, 1876-1957)
Mármore e pedra
Targu Jiu, Romênia
Simboliza a vitória do bem sobre o mal. Parte de uma série de três monumentos de grandes proporções comemorando o final da Primeira Guerra Mundial. Os outros dois estão aqui abaixo, Coluna sem fim, (30 metros de altura) e Mesa do silêncio. OS três monumentos formam uma unidade escultórica e instalação e estão localizados em Targu Jiu, na Romênia, o conjunto foi considerado, em julho próximo passado, Patrimônio Mundial da Humanidade (World Heritage Site) decisão excelente, já que na década de 1950 o governo da Romênia contemplou destruir a Coluna sem fim, para derreter os metais (cobre, ferro e outros) de que é composta.
Coluna sem fim, 1935-1938
Constantino Brancusi (Romênia-França, 1876-1957)
Metal
Targu Jiu, Romênia
Simbolizando os soldados mortos na Primeira Guerra Mundial
Mesa do silêncio, 1935-1938
Constantino Brancusi (Romênia-França, 1876-1957)
Pedra
Targu Jiu, Romênia

Bom dia, Dorival Caymmi!
Rio de Janeiro como eu gosto: 20º C e sol. Uma delícia!
Praia de Copacabana, Posto Seis, RJ
Bronze: escultura de Otto Dumovich