Retrato de homem, 1923
Guttman Bicho (Brasil, 1888 – 1955)
óleo sobre tela, 36 x 31 cm
Aparecida com gato no sofá, 1962
Di Cavalcanti (Brasil, 1897- 1976)
óleo sobre tela
Famílias, 2011
Cláudio Dantas ( Brasil, 1959)
óleo sobre tela, 90 x 120 cm
Retrato de homem, 1923
Guttman Bicho (Brasil, 1888 – 1955)
óleo sobre tela, 36 x 31 cm
Aparecida com gato no sofá, 1962
Di Cavalcanti (Brasil, 1897- 1976)
óleo sobre tela
Famílias, 2011
Cláudio Dantas ( Brasil, 1959)
óleo sobre tela, 90 x 120 cm
Paquetá, 1928
Emiliano di Cavalcanti (Brasil, 1897 – 1976)
óleo sobre cartão
Coleção Domingos Giobbi
Paisagem de Santa Teresa
Emiliano Di Cavalcanti (Brasil, 1897 – 1976)
óleo sobre tela, 73 X 54 cm
Telhados do Recife
Emiliano Di Cavalcanti (Brasil, 1897 – 1976)
Óleo sobre tela, 38 x 55 cm
Auto-retrato, 1969
Emiliano di Cavalcanti (Brasil, 1897 – 1976)
óleo sobre tela
Coleção Gilberto Chateaubriand – MAM, RJ
Maternidade, 1937
Emiliano Di Cavalcanti(Brasil, 1897 – 1976)
óleo- sobre tela, 60 x 75 cm
Vaso de flores
Emiliano Di Cavalcanti (Brasil, 1897 – 1976)
óleo sobre tela, 73 x 52 cm
Rosina Becker do Valle (Brasil, 1914-2000)
óleo sobre tela, 24 x 41 cm
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre teça
Na ampla sala de visitas de Fatita de Matos, Mana Fatita, como é mais conhecida, na Restinga do Lobito há cinco retratos a óleo, com um metro por 1,5 metro. Em todos eles Fatita de Matos está sentada no mesmo cadeirão de verga, quase em idêntica posição, com um livro no regaço. A primeira tela foi pintada em 1946. Fatita tem vinte anos, ainda é virgem, e está a ler Amor de perdição, de Camilo Castelo Branco. Na segunda tem trinta anos, quatro filhos ilegítimos, e está a ler Amor de perdição. Na terceira tem quarenta anos, veste de preto pela morte do filho mais novo, e está a ler Amor de perdição. Na quarta tela tem cinquenta anos, sete netos, e continua a ler Amor de perdição. Finalmente na quinta tela, tem sessenta anos, 12 netos, três bisnetos, e está a ler Cem anos de solidão, de Gabriel Garcia Márquez. Todas as telas são de sua autoria.
Em: As mulheres do meu pai, de José Eduardo Agualusa, Rio de Janeiro, Língua Geral: 2012, p.71
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 46 x 55 cm
Emiliano Di Cavalcanti (1897-1976) foi um dos grandes herdeiros do cubismo europeu na arte brasileira. Ficou muito conhecido pelo retrato de mulatas. No entanto sua perene dedicação ao tema do Carnaval, das máscaras e dos pierrôs e colombinas, trai sua origem carioca. Não conheço nenhum outro pintor brasileiro tão fascinado pelo tema carnavalesco, quer como um retrato da festa de rua, quer como um devaneio, uma pintura onírica e sensual. Aqui vão algumas dessas obras, ainda que eu não tenha esgotado o assunto.
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 100 x 82 cm
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 97 x 146 cm
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 114 x 146 cm
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 73 x 89 cm
Museu FAAP, São Paulo
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 33 x 46 cm
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 115 x 146 cm
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre cartão, 30 x 20 cm
Grupo carnavalesco II, década de 1960
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 130 x 160 cm
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 90 x 63 cm
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 61 x 46 cm
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela
Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela
Há outras telas com esse tema. Algumas delas já fazem parte deste blog, postadas em anos anteriores. Não vou repeti-las. Mesmo assim é evidente a fascinação do pintor com o tema.