Antônio Henrique Amaral (Brasil, 1935-2015)
óleo sobre tela, 128 x 170 cm
Antônio Henrique Amaral (Brasil, 1935-2015)
óleo sobre tela, 128 x 170 cm
Moça à noite, ilustração de F. Cayley Robinson.
Nos dedos eu conto as horas,
não sei contar diferente,
mas, hoje, sei que demoras
bem mais do que antigamente.
(Amália Max)
Rua Aurora, Pirenópolis, Go, 2010
Elder Rocha Lima (Brasil, 1928)
têmpera em vinil, 90 x 70 cm
Natureza morta, vaso com flores, 1950
Manoel Santiago (Brasil, 1897-1987)
óleo sobre tela, 50 x 60 cm
Coelhinho Lino e a borboleta, ilustração MWEditores.
Albano Vizotto (Brasil, 1928-2002)
óleo sobre madeira, 23 x 32 cm
[Reconstituição da paisagem em Florianópolis]
Eduardo Camões (Brasil, 1955)
óleo sobre tela, 20 x 40 cm
Edward B. Gordon (Alemanha, 1966)
óleo sobre madeira
Essa expressão, tão comum, não parece conter toda uma atitude diante do mundo.
“Quer um café?”
“Não faço questão. Como você quiser.”
Ora, não é difícil saber se queremos tomar o café que alguém nos oferece. A incapacidade de decidir sobre coisa tão simples pode indicar algo maior do que uma hesitação. Pode ser indiferença. Anemia afetiva. Medo de se comprometer. Essa bem pode estar sendo nossa atitude, hoje, diante do mundo. Passiva. Que deixa correr. E isso é perigoso. O mundo pede emoção e inteligência. Espera que façamos questão dele. Eis a questão.
Em: “Não faço questão”, Márcio Tavares D’Amaral, O Globo, 24/10/2015, 2º caderno, página 2.
Paisagem serrana com Mata Atlântica, 1938
Vicente Leite (Brasil, 1900-1941)
óleo sobre madeira, 16 x 22 cm
Carlos Oswald (Brasil, 1882-1971)
óleo sobre madeira, 34 x 39 cm





