Primavera: Teruko Oda

21 09 2018

 

 

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“Que importa o nome
da primeira namorada?
Nuvens de primavera…”

 

Teruko Oda

 





Primavera: Jaak Bosmans

21 09 2018

 

Primavera, Helen Dryden, Vogue, 1911Primavera, Helen Dryden, Vogue, 1911

 

 

“Primavera não é uma simples estação de flores, é muito mais, é um colorido da alma.”

 

Jaak Bosmans





Primavera: Zuleika dos Reis

21 09 2018

 

 

discords

 

“Da página aberta
salta a pétala seca
e a primavera antiga.”

 

Zuleika dos Reis





Primavera: Ronsard

20 09 2018

 

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“O amor e as flores não duram mais que uma primavera.”

 

Ronsard





Primavera: Rainer Maria Rilke

20 09 2018

 

 

hannes petersenIlustração de Hannes Petersen.

 

“É primavera de novo.  A terra é como uma criança que sabe poemas de cór.”

 

Rainer Maria Rilke





Primavera: Robert H. Schuller

20 09 2018

 

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“Espera. Sê paciente. A tempestade passará. A primavera virá.”

 

Robert H. Schuller





Primavera: Yosa Buson

20 09 2018

 

 

ae415537c9285fb220b99d30cd88b159Ilustração de Georges Barbier, 1913.

 

 

“Mar de primavera – O dia todo Lentamente ondula.”

 

Yosa Buson





Primavera: Cecília Meireles

20 09 2018

 

 

368cb49f53bfb6601fad1e5b43ce3ff4--vintage-flower-girls-roses-vintageCartão postal, 1ª metade do século XX.

 

 

“A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la.”

 

Cecília Meireles





Primavera: Marty Rubin

20 09 2018

 

 

Jimmy Liao, 幾米, well-known Taiwanese illustrator and writer.Ilustração, Jimmy Lao.

 

 

“Raízes profundas nunca duvidam que a Primavera virá.”

 

Marty Rubin





“O canto do pássaro”, Marcel Proust

30 08 2018

 

 

hand-painted-french-taperstry-scenery-on-canvas-panel-8796Tapeçaria francesa pintada à mão.

 

 

“A meia altura de uma árvore indeterminada, um pássaro invisível empenhava-se em que fosse breve o dia, explorando com uma nota prolongada a solidão circundante, mas recebia desta uma réplica tão unânime, um contragolpe tão reduplicado de silêncio e imobilidade que dir-se-ia que ele acabava de parar para sempre o instante que procurava fazer passar mais depressa.”

 

Em: Em busca do tempo perdido, No Caminho de Swann, volume I, Marcel Proust,  tradução de Mário Quintana, Rio de Janeiro, Editora Globo: 1981, 7ª edição, página 120