Uma ideia
Félix Armand Heullant (França, 1834-1905)
óleo sobre tela, 114 x 146 cm
“Gostamos sempre de sair de nós mesmos, a viajar, quando lemos”.
[“On aime toujours un peu à sortir de soi, à voyager, quand on lit.”]
Marcel Proust
Uma ideia
Félix Armand Heullant (França, 1834-1905)
óleo sobre tela, 114 x 146 cm
[“On aime toujours un peu à sortir de soi, à voyager, quand on lit.”]
Marcel Proust
Metamorfose, 2011
Carol Chen Poun Joe (Suriname, 1989)
acrílica sobre tela, 50 x 40 cm
Em: O caminho de casa, Yaa Gyasi, tradução Waldéa Barcellos, Rio de Janeiro, Rocco: 2017, página 63
Leitura da tarde, 1948
Patrick Leonard (Irlanda, 1918 – 2005)
pastel, 51 x 73cm
J. G. Ferrell
J. G. Ferrell (1935 – 1979)
Ilustração de Lucille Holling
“E você nem imagina, Elena Fritts, você nem imagina o que é decolar à noite, a adrenalina que é decolar à noite entre as cordilheiras, com o rio embaixo feito uma lâmina de alumínio, um jorro de prata fundida, o rio Magdalena nas noites de lua é a coisa mais impressionante de se ver. E você não sabe o que é ver lá de cima e seguir o rio, sair para o mar, para o espaço infinito do mar, quando ainda não amanheceu, e ver o amanhecer no mar, o horizonte que se acende como se fosse de fogo, a luz que deixa a gente cego de tão clara que é.”
Em: O ruído das coisas ao cair, de Juan Gabriel Vásquez, Rio de Janeiro, editora Alfaguara: 2013. página 177
Duas mulheres à janela
Allan Osterlind (Suécia, 1855 – 1938)
óleo sobre tela
“Não leio romances, apenas livros de história. O que aconteceu de verdade é diferente daquilo que as pessoas imaginam. Quando nos informamos sobre a história, aprendemos sobre a realidade, não fantasias engenhosas, com frequência, tolas. E quem acha que romances são mais coloridos que a história não usa sua fantasia imaginando como foram, por exemplo, César que amava Brutus como a um filho e foi apunhalado por ele; ou os astecas, que foram dizimados pelas doenças dos brancos antes mesmo de lutarem contra eles; as mulheres e crianças que foram pisoteadas na neve ou empurradas nas águas geladas, atravessando o rio Beresina, seguindo o exército de Napoleão. Tragédias e comédias, sorte e azar, amor e ódio, alegria e sofrimento — a história oferece tudo isso. Romances não conseguem nos oferecer nada mais.”
Em: A mulher na escada, Bernhard Schlink, tradução de Lya Luft, Rio de Janeiro, Record: 2018, pg 36.
Leitura
François Fressinier (França,1968)
Victor Hugo
Carnaval, 1956
Rosina Becker do Valle (Brasil, 1914-2000)
óleo sobre tela, 63 x 96 cm
Carlos Drummond de Andrade
Carlos Drummond de Andrade (1902 – 1987)
Fantasiado, 2001
Mário Gruber (Brasil, 1927 – 2011)
acrílica sobre tela, 55 x 55 cm
Vinícius de Moraes
Vinícius de Moraes (1913 -1980)
Bloco de Carnaval
Edésio Esteves (Brasil, 1916)
óleo sobre tela, 60 x 73 cm
Graciliano Ramos
Graciliano Ramos (1892-1953)