Av. das Américas, 1980
Orlando Brito (Brasil, 1920- 1981)
aquarela, 47 x 66 cm
Av. das Américas, 1980
Orlando Brito (Brasil, 1920- 1981)
aquarela, 47 x 66 cm
Praça Paris
Augusto Seabra (Brasil, 1909 — ?)
óleo sobre eucatex, 24 x 33 cm
A pelada
Ernani Pavaneli (Brasil, 1942)
acrílica sobre tela, 50 x 60 cm
Casas na Glória, década de 1950
Marie Nivouliés de Pierrefort (França/Brasil, 1879 – 1968)
óleo sobre tela, 58 x 65 cm
Pão de açúcar, 1994
Yoshiya Takaoka (Japão/Brasil, 1909 – 1978)
aquarela, 49 x 52 cm
Praça Paris, década de 1940
Gérson de Azeredo Coutinho (Brasil, 1900-1967)
óleo sobre madeira, 27 x 35 cm
Verão carioca
Christine Drummond (Brasil, contemporânea)
óleo sobre tela
Aqueduto da Carioca, também conhecido como Arcos da Lapa
Concluído em 1750 com projeto do brigadeiro José Fernandes Pinto Alpoim, esta solução para o problema do fornecimento da água ao centro da cidade, levou meio século para ser construído. Em alvenaria, apresenta duas fileiras superpostas de arcos romanos. É uma obra monumental que mudou imediatamente o aspecto da cidade.

Levava as águas do Rio Carioca, nascido no Silvestre, aos tanques e chafarizes que abasteciam a cidade. A estrutura tem 17,6 metros de altura e 270 metros de comprimento, distribuídos em 42 arcos duplos. Vai do morro de Santa Teresa até o Convento das Carmelitas.

Em 1896, outros meios de fornecimento de água para a cidade tendo sido achados, o aqueduto foi convertido em via para bondes servindo o bairro de Santa Tereza.

Logo construções ilegais preencheram os arcos, seus habitantes confiando no famoso jeitinho carioca, na permanente falta de cuidado com a coisa pública. A primeira tentativa de acabar com o casario ali instalado foi no governo do Prefeito Pereira Passos (1902-1906). Depois, em 1960, descobrindo o valor turístico que uma construção deste porte do século XVIII pode ter, o governo voltou a liberar arcos já de novo transformados em moradia.

Paisagem do Rio de Janeiro, Praia de Copacabana vista da Pedra do Leme
Angelo Canonne (Itália/Brasil, 1899 – 1992)
óleo sobre eucatex, 20 x 30 cm.
São Sebastião, 1966
Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)
óleo sobre tela, 73 x 59 cm