Natureza morta
Durval Pereira (Brasil, 1917- 1984)
óleo sobre madeira, 25 x 35 cm
Pimentões
Jorge Ziata (Brasil, ativo na primeira metade do século XX)
óleo sobre tela, 24 x 37cm
Natureza morta
Durval Pereira (Brasil, 1917- 1984)
óleo sobre madeira, 25 x 35 cm
Pimentões
Jorge Ziata (Brasil, ativo na primeira metade do século XX)
óleo sobre tela, 24 x 37cm
Rosas perfumadas
Carl Duxa (Áustria, 1871-1937)
óleo sobre madeira, 31 x 18 cm
Coleção Particular
Leitora na luz de um candeeiro
Pieter Willem Sebes (Holanda, 1827-1906)
óleo sobre madeira, 54 x 40 cm
“Ao contemplar uma pintura de grandes proporções, sentimo-nos empolgados por estar na presença de tudo ao mesmo tempo e queremos entrar no quadro. Quando estamos no meio de um volumoso romance, sentimos o estonteante prazer de estar num mundo que não conseguimos ver em sua inteireza. Para ver tudo temos de constantemente transformar os momentos separados em quadros mentais. É esse processo de transformação que torna a leitura de um romance uma tarefa mais pessoal, mais colaborativa que a contemplação de um quadro.”
― Orhan Pamuk, The Naive and the Sentimental Novelist
Feira em Cambuci
Alfredo Volpi (Itália-Brasil, 1896-1988)
óleo sobre tela, 60 X 102 cm
Autorretrato, 2015
Vishalandra Dakur (India, 1950)
óleo sobre tela, 90 x 62 cm
Frutas e flores outonais, 2001
Timothy Easton (Inglaterra, 1943)
óleo sobre tela, 51 x 61 cm
Caminho em Pilar, RJ, 1949
Willem Leendert Van Dijk, (Holanda-Brasil, 1915 – 1990)
óleo sobre tela, 30 x 39 cm
Palmyra, MG, 1902
J. Baptista da Costa (Brasil, 865-1926)
óleo sobre madeira, 20 X 28 cm
Moça sentada em interior, 1930
Harrington Mann (Escócia, 1864-1937)
óleo sobre tela, 30 x 24 cm
Coleção Particular
Vaso de flores
Amélia Pastro Maristany (Brasil, 1897 – 1979)
óleo sobre madeira, 26 x 35 cm
Vaso com rosas, 1943
Antônio Cunha (ativo na primeira metade do século XX)
óleo sobre tela, 61 x 50 cm
Lendo na praia
Jeffey T. Larson (EUA, 1962)
óleo sobre tela
“Você quer ser amada como as heroínas dos livros da sua mãe. Quando na realidade o amor é tão simples… Veja-o como uma flor que nasce e que morre em seguida porque tem que morrer. Nada de querer guardar a flor dentro de um livro, não existe coisa mais triste no mundo do que fingir que há vida onde a vida acabou. Fica um amor com jeito desses passarinhos empalhados que havia nos escritórios dos nossos avós.”
Lygia Fagundes Telles, Verão no aquário
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