Flores para um sábado perfeito!

6 09 2025

Vaso de flores, 1956

Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)

óleo sobre madeira, 46 x 55 cm

 

 

Fleurs sauvages  [Flores selvagens]

Carlos Haraldo Sorenses (Brasil, 1928 – 2008)

encáustica sobre tela,  35 x 27 cm





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

5 09 2025

Campo de Santana

Virgílio Dias (Brasil, 1956)

óleo sobre tela, 38 x 55 cm





Imagem de leitura: Elmira Tofikovna Petrova

5 09 2025

Tim, manhã de Natal, 2010

Elmira Tofikovna Petrova (Rússia, 1975)

óleo sobre tela





Palavras para lembrar: Alain (filósofo)

4 09 2025

O livro vermelho

Francine Van Hove (França, 1942)

óleo sobre tela, 30 x 30 cm 

 

 

“Escrever é sempre uma arte repleta de reencontros. A carta mais simples requer um escolha entre milhares de palavras, das quais a maior parte são estranhas àquilo que se quer dizer.”

 

Alain

Émile-Auguste Chartier

 

[Écrire est toujours un art plein de rencontres. La lettre la plus simple suppose un choix entre des milliers de mots, dont la plupart sont étrangers à ce que vous voulez dire.]

 





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

3 09 2025

Fruteira com frutos sobre a mesa

Luciano Maurício  (Brasil,1925-2004)

óleo sobre eucatex, 70 X 50 cm

 

 

Natureza morta, 1952

Carmélio Cruz (Brasil, 1924-2018)

óleo sobre madeira, 55 x 24 cm





Nossas cidades: Florianópolis

2 09 2025

Igreja Nossa Senhora do Rosário e São Benedito no centro de Florianópolis, SC

Martinho de Haro (Brasil, 1907 – 1985)

óleo sobre eucatex, 61 x 47 cm





Uma orquestra na fazenda, texto de Luiz Antonio de Assis Brasil

1 09 2025

Orquestra

Mariinha Santos (Brasil, ativa nas décadas de 1970-80)

aquarela, 48 x 68 cm

 

 

O Major convidara os estancieiros mais próximos, e assim a capela encheu-se de cadeiras, e foi preciso que as crianças ficassem pelo chão, junto com os cachorros. O Maestro ostentava a casaca nova, e, ao entrar pelo corredor central, com as músicas debaixo do braço, caminhando para sua orquestra como para oficiar uma missa, todos se compenetraram: jamais haviam visto algo semelhante. Os notáveis que, de fato, ainda abominavam o Maestro, agora intrigavam-se com aquela dignidade. – “Ele deu vida a esta capela” – disse o Major ao Vigário, que concordou com um movimento de cabeça e pôs o indicador frente aos lábios: o Maestro, já de costas para os convidados, esperava que cessassem as tossidelas e os murmúrios; depois, ergueu as mãos num gesto elegante e decidido, e os instrumentistas perfilaram-se nas pontas das cadeiras. Ficou assim, imóvel, por um momento; depois, muito lentamente, acariciando o ar, baixou os braços – e as rabecas deram início a um andante cantabile mal audível, lascivo, complicado por appogiaturas que se enredavam nas notas. Na plateia, ninguém se animava a um só movimento. A melodia cresceu, ganhou inesperada rapidez, e logo um festivo allegro retumbava pela capela, num estrépito de tambores e cornetas. O Maestro luzia de suor, transfigurando-se pelo fogo de seus movimentos, que varriam o espaço acima das cabeças; seu colarinho saía para fora da gola, e surgiram os punhos da camisa. E a música foi-se desdobrando em ondas, ganhando matizes delicados, para logo ressurgir com mais força, avançando ao limite do suportável. Em poucos minutos atingiu um paroxismo sonoro que fazia vibrarem os vidros das janelas. Quando os ouvintes já se entreolhavam em desespero, tudo acabou num triunfante e ensurdecedor acorde de toda a orquestra. No silêncio imediato, seguiu-se o grito do Major: – “A la fresca!”. A audição continuou, agora com obras ligeiras, onde se percebia sua anterior destinação à banda. Aí sim, os ouvintes sentiram-se mais à vontade, e os homens autorizavam-se a marcar os compassos, batendo com os pés na laje do piso. O Maestro pretendeu agradar os brios gaúchos e atacou o hino da República Rio-Grandense, o que fez com que os convidados, ao comando do Major, se levantassem para ouvir a música do Mendanha.

 

Em: Concerto Campestre, Luiz Antonio de Assis Brasil, L&PM: 1997, Porto Alegre





Imagem de leitura: Henry van de Velde

1 09 2025

Père Biart lendo no jardim, 1891

Henry van de Velde (Bélgica, 1863–1957)

óleo sobre papel pardo, colado em tela, 63 x 52 cm

Newfields, Indianápolis





Paisagens brasileiras…

31 08 2025

Raiz da Serra, ou paisagem com casario,1967

Armínio Pascual (Brasil, 1920-2006)

óleo sibre eucatex, 38 x 46 cm

 

 

Paisagem

Baptista da Costa (Brasil, 1865-1926)

óleo sobre madeira, 32 x 40 cm 

 





Em casa: Fritz von Uhde

31 08 2025

À janela

Fritz von Uhde (Alemanha, 1848–1911)

óleo sobre tela, 81 x 66 cm 

Museu Städel, Frankfurt