No trabalho: Lane Timothy

14 12 2022

Tinta fresca

Lane Timothy (EUA, contemporâneo)

óleo sobre tela, 165 x 106 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

14 12 2022

Natureza morta

Salvador Caruso (Brasil, 1906-1951)

óleo sobre tela, 29 x 37 cm





Imagem de leitura: Serge Ivanoff

13 12 2022

Divagações, 1942

Serge Ivanoff (Rússia, 1893-1983)

óleo sobre tela, 91 x 63 cm





Nossas cidades: Aparecida do Norte

13 12 2022

Aparecida do Norte, SP

Jorge Vieira (Brasil, contemporâneo)

óleo sobre tela, 80 x 99 cm





Domingo, um passeio no campo!

11 12 2022

Paisagem

Ingres Speltri (Brasil, 1940)

óleo sobre tela, 76 x 113 cm





Em casa: HuskMitNavn

11 12 2022

Acenando, 2017

HuskMitNavn (Dinamarca, 1975)

acrílica sobre tela, 165 x 120 cm





Flores para um sábado perfeito!

10 12 2022

Sol nas pétalas, 2021

Nato Gomes (Brasil, contemporâneo)

pintura digital





Rio de Janeiro, RJ, Brasil

9 12 2022

Dia de feira na Lapa, R. J., década 1930

Eugênio Latour (Brasil, 1874-1942)

óleo sobre madeira, 16 x 30 cm





Natalinas: Benjamin Franklin

8 12 2022

Jovem mulher lendo próximo à árvore de Natal, 1918

Max Rimböck  (Alemanha, 1890-1956)

óleo  sobre placa,  63 x 51 cm

 

 

 

“Uma boa consciência é um Natal contínuo.”

 

Benjamin Franklin





Poeta no museu: Raquel Naveira

8 12 2022

 

 

Samson_and_Delilah_by_RubensSansão e Dalila, 1610

Peter Paul Rubens (Flandres, 1577 — 1640)

óleo sobre madeira,  185 x 205 cm

National Gallery, Londres

 

Dalila
(poema inspirado no quadro “Sansão e Dalila”, de Rubens)

 

Raquel Naveira

 

Dalila reclinou-se sobre o divã,

Entre sedas e cetins,

O vestido de veludo vermelho rasgou-se,

Os seios volumosos,

Maçãs douradas,

Brilharam no escuro,

Sansão tocou-os como se fossem lâmpadas;

No alto,

Num nicho na parede,

A deusa Vênus

Observava a cena.

 

Cheia de prazer,

Toda lisa,

Cor de carne,

Cor de sangue,

Cálida Dalila.

 

Tentara prender Sansão

Com cordas de nervos,

Frescas e úmidas,

Com fios urdidos no seu tear de intrigas,

E agora,

Ei-lo ali,

Adormecido,

O torso curvado de paixão

Sobre seus joelhos.

 

Dalila sorri,

Segura as rédeas,

A crina,

Mechas de cabelo

Do homem que ela domina.

 

Afia a tesoura,

Corta a corrente de força

Numa estranha cirurgia,

Fura-lhe os olhos

Enquanto ele geme,

Cego de desejo.

 

Em: Casa e Castelo, Raquel Naveira, São Paulo, Escrituras: 2002, p.172-73