Laranjal, 1986
Armando Romanelli (Brasil, 1945)
óleo sobre tela, 35 x 70 cm
Colheita de laranjas, 1978
Enrico Bianco (Itália-Brasil, 1918-2013)
óleo sobre placa de madeira industrializada, 38 x 48 cm
Laranjal, 1986
Armando Romanelli (Brasil, 1945)
óleo sobre tela, 35 x 70 cm
Colheita de laranjas, 1978
Enrico Bianco (Itália-Brasil, 1918-2013)
óleo sobre placa de madeira industrializada, 38 x 48 cm
Fim de semana sem fim
Tracy Porter (EUA, contemporânea)
glicée gravura sobre tela
A menina do papai
Karin Jurick (EUA, 1961-2021)
óleo sobre placa, 20 x 20 cm
Machado de Assis
Tio Ildefonso, 1942
Cândido Portinari (Brasil, 1903-1962)
bico de pena sobre papel, 15 x 15 cm
Flores, 1942
José Marques Campão (Brasil, 1892-1949)
óleo sobre tela, 58 x 39 cm
Vaso de flores
Helena P. S. Ohashi (Brasil, 1895-1966)
óleo sobre tela, 65 x 52 cm
Trecho do Morro de Santo Antônio, antes da demolição, 1920
Arthur Timótheo da Costa (Brasil, 1882-1922)
Óleo sobre tela – 35 x 52 – 1920
Autorretrato com Saturno, 2007
Marta Kiss (Hungria, 1974)
óleo sobre tela, 70 x 50 cm
Carlo Rovelli, A ordem do tempo

Natureza morta com violino, flauta doce, partituras e frutas, 1725
Jean-Baptiste Oudry (França, 1686-1755)
óleo sobre tela, 63 x 77 cm
Coleção Particular
“Há no violino — quando não se vê o instrumento e não se pode ligar o que se ouve à sua imagem, coisa que modifica a sonoridade — acentos que lhe são tão comuns com certas vozes de contralto, que se tem a ilusão de que uma cantora veio juntar-se ao concerto. Erguemos os olhos e só vemos as caixas dos violinos, preciosas como estojos chineses, mas, por um momento, ainda nos iludimos com o enganoso apelo da sereia; às vezes também se julga ouvir um gênio cativo que se debate no fundo da sábia caixa, enfeitiçada e fremente, como um diabo numa pia d’água benta; ou então é no ar que o sentimos, como um ser sobrenatural e puro que passasse desenrolando a sua invisível mensagem.”
Marcel Proust, em: No caminho de Swann, volume I da obra Em busca do tempo perdido, Marcel Proust, tradução de Mário Quintana.
Natureza morta com peixes, 1940
Paulo Rossi Osir (Brasil, 1890-1959)
óleo sobre madeira, 29 x 39 cm
Peixes
Tadashi Kaminagai (Japão-França, 1899-19820
óleo sobre tela, 50 x 60 cm
Olinda, 1921
Georgina de Albuquerque (Brasil, 1885- 1962)
óleo sobre placa, 27 x 35 cm
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