Paisagens brasileiras…

1 06 2025

Paisagem, 1932

Tarsila do Amraral (Brasil, 1886-1973)

óleo sobre tela, 40 x 46 cm

 

 

Trem, 1987

Agostinho Batista de Freitas (Brasil,1927 – 1997)

óleo sobre tela, 48 x 68 cm





Em casa: Ubong Ettebong

1 06 2025

A hora suave

Ubong Ettebong (Nigéria, 2001)

óleo sobre tela, 61 x 71 cm





Imagem de leitura: Stan Moeller

31 05 2025

Lendo no pátio do Palácio Pitti em Florença

Stan Moeller, (EUA, 1952)

óleo sobre tela, 61 x 76 cm





Flores para um sábado perfeito!

31 05 2025

Composição

Salvador Rodrigues Jr (Brasil, 1907-1988)

óleo sobre tela, 40 x 50 cm

 

 

Flores e escultura, 1992

Renê Nascimento (Brasil, 1960)

acrílica sobre tela, 70 x 100 cm





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

30 05 2025

Pedra da Gávea e Dois irmãos da Lagoa Rodrigo de Freitas, 2025

Jorge Jardim (Portugal, contemporâneo)

acrílica sobre tela





Sabedoria felina: Takashi Hiraide

29 05 2025

Gatos e relógio, 1965

Emanoel Araújo (Brasil, 1940)

xilogravura policromada, 92 x 40 cm

 

 

“Os gatos que saem das casa não duvidam nem por um instante de cruzar fronteiras que só existem para os humanos.”

 

Takashi Hiraide, em O gato que nos visitou





Imagem de leitura: Sigmund Sinding

29 05 2025

Interior com menina lendo

Sigmund Sinding (Noruega, 1875-1936)

óleo sobre madeira, 61 x 49 cm

 





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

28 05 2025

Natureza-morta em Sta Teresa, RJ,1953

Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)

óleo sobre tela, 81×100 cm

 

 

 

Natureza morta, 1986

Newton Mesquita (Brasil, 1948)

acrílica sobre tela colada em placa, 80 x 70 cm





A frase musical, Marcel Proust

27 05 2025

Natureza morta com instrumentos musicais e livros, c. 1650

Bartholomeo Bettera (Itália, 1639-1699)

óleo sobre tela

Museu de Israel, Jerusalém

 

 

Que belo diálogo ouviu Swann entre o piano e o violino no começo do último trecho! A supressão das palavras humanas, longe de deixar ali reinar a fantasia, como se poderia crer, a tinha eliminado: jamais a linguagem falada foi tão inflexivelmente fatal, jamais conheceu a tal ponto a pertinência das perguntas, a evidência das respostas. Primeiro o piano solitário se queixou, como um pássaro abandonado da sua companheira; o violino escutou-o, respondeu-lhe como de uma árvore vizinha. Era como no princípio do mundo, como se ainda não houvesse senão os dois sobre a face da Terra, ou antes, era naquele mundo fechado a tudo o mais, construído pela lógica de um criador e onde para todo o sempre só os dois existiriam: aquela sonata. Era um pássaro? Era a alma ainda incompleta da pequena frase, era uma fada, esse ser invisível e choroso, cuja queixa o piano em seguida ternamente redizia? Seus gritos eram tão súbitos que o violino devia precipitar-se sobre o seu arco para os recolher. Maravilhoso pássaro! O violinista parecia querer encantá-lo, amansá-lo, capturá-lo. Já havia passado para a sua alma, já a pequena frase evocada agitava, como ao de um médium, o corpo verdadeiramente possuído do violinista.

 

Marcel Proust, em: No caminho de Swann, volume I da obra Em busca do tempo perdido, Marcel Proust, tradução de Mário Quintana.





Nossas cidades: Florianópolis

27 05 2025

Igreja de São Francisco, Florianópolis, década de 1950

Martinho de Haro (Brasil, 1907-1985)

óleo sobre madeira, 58 x 52 cm