Sem título
Emmanuel Garant (Canadá, 1953)
óleo sobre tela
“Mostre-me uma família de leitores, e eu lhe mostrarei as pessoas que movem o mundo.”
Napoleão Bonaparte
Sem título
Emmanuel Garant (Canadá, 1953)
óleo sobre tela
Napoleão Bonaparte
Porto dos barcos, Niterói, 1925
Antonio Garcia Bento (Brasil, 1897 -1929)
óleo sobre tela colada em placa, 24 x 35 cm
Uma leitura interessante
Fritz Wagner (Alemanha,1896-1939)
óleo sobre tela, 31 x 26 cm
Rainer Maria Rilke, Cartas a um jovem poeta.
Jovem grega próximo à fonte, 1850
Jean-Baptiste Camille Corot (França, 1796-1875)
óleo sobre tela, 55 x 39 cm
Louvre
Vicente de Carvalho
“Deixa-me, fonte!” Dizia
A flor, tonta de terror.
E a fonte, sonora e fria
Cantava, levando a flor.
“Deixa-me, deixa-me, fonte!”
Dizia a flor a chorar:
“Eu fui nascida no monte…
“Não me leves para o mar.”
E a fonte, rápida e fria,
Com um sussurro zombador,
Por sobre a areia corria,
Corria levando a flor.
“Ai, balanços do meu galho,
“Balanços do berço meu;
“Ai, claras gotas de orvalho
“Caídas do azul do céu!…”
Chorava a flor, e gemia,
Branca, branca de terror.
E a fonte, sonora e fria,
Rolava, levando a flor.
“Adeus, sombra das ramadas,
“Cantigas do rouxinol;
“Ai, festa das madrugadas,
“Doçuras do pôr do sol;
“Carícias das brisas leves
“Que abrem rasgões de luar…
“Fonte, fonte, não me leves,
“Não me leves para o mar!”
*
As correntezas da vida
E os restos do meu amor
Resvalam numa descida
Como a da fonte e da flor….
Em: Rosa, Rosa de Amor, 1902
Paisagem rural, 2015
Clóvis Péscio (Brasil, 1951)
óleo sobre tela, 30 x 40 cm
Jornada matutina
Mauro Ferreira (Brasil, 1958-2021)
óleo sobre tela, 70 X 50 cm
Copos de Leite, 1951
Mário Zanini (Brasil, 1907-1971)
óleo sobre tela, 60 x 44 cm
Copos de leite
Chen Kong Fang (China-Brasil, 1931-2012)
óleo sobre tela, 78 X 100 cm
O sonho, ou O sonho de uma jovem, 1844
[Também conhecido como A rede]
Gustave Courbet (França, 1819-1877)
óleo sobre tela, 71 x 97 cm
Coleção Oskar Reinhart «Am Römerholz»
Winterthur, Suíça
Mulher pensativa
Jules Rauschert (EUA, 1896-1975)
óleo sobre tela, 60 x 46 cm
“Somos histórias, contidas naqueles vinte centímetros complexos atrás de nossos olhos, linhas desenhadas por vestígios deixados pela mistura das coisas do mundo, e orientadas a prever acontecimentos no futuro, em direção à entropia crescente, num canto um pouco particular deste imenso e desordenado universo. Este espaço, a memória, junto com nosso contínuo exercício de antecipação, é a fonte do nosso sentir o tempo como tempo, e a nós mesmos como nós mesmos. Pense nisto: a introspecção pode facilmente imaginar que existe sem que exista o espaço ou a matéria, mas será que consegue se imaginar fora do tempo?”
Em: A ordem do tempo, Carlo Rovelli, tradução de Silvana Cobucci, Ed. Objetiva: 2018