Flores para um sábado perfeito!

4 12 2021

Vaso com flores

Victorina Sagboni (Brasil, 1932-2009)

óleo sobre tela





Rio de Janeiro, uma joia tropical

3 12 2021

Paisagem da Fazenda Conrado Niemeyer, atual Gávea Golf Clube, no bairro de São Conrado, 1902

Gustavo Dall’Ara (Itália, 1865- Brasil, 1923)

óleo sobre madeira, 37 x 67 cm





Imagem de leitura — Alex Lashkevich

2 12 2021

Leitura no jardim

Alex Lashkevich (Russia, 1964)





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

1 12 2021

Café da manhã, 1991

Henrique Santana (Brasil, 1958)

óleo sobre tela, 50 x 70 cm





Curiosidade literária

29 11 2021

Menina lendo, 1921-24

Torajirō Kojima (Japão, 1881-1929)

óleo sobre tela,

 

Aldous Huxley, o autor do Admirável Mundo Novo, foi professor de George Orwell, no Eton College na Inglaterra.  Huxley ensinava francês.  Huxley e Orwell, (autor de 1984), foram escritores responsáveis pelas mais importantes obras distópicas do século e tiveram esse contato interessante que, pelo que se conhece, não trouxe nenhuma consequência determinante no desenrolar de suas carreiras.





Em casa: Richard Emil Miller

28 11 2021

Miss V. em um vestido verde, 1920

Richard Emil Miller (EUA,  1875 -1943)

óleo sobre tela





Flores para um sábado perfeito!

27 11 2021

Flores e borboleta, 2013

Cláudio Barake (Brasil, 1966) 

acrílica sobre tela,  70 x 60 cm





Rio de Janeiro, uma joia tropical

26 11 2021

Montanhas do Rio, 1984

Wanda Pimentel (Brasil, 1943)

acrílica sobre tela





Muito mais que girassóis: naturezas mortas de Van Gogh (II)

25 11 2021

Ramo de amendoeira em flor, 1888

Vincent van Gogh (Holanda,1853-1890)

óleo sobre tela, 24 x 19 cm

Van Gogh Museum, Amsterdã

Pouco vemos as numerosas naturezas mortas de Vincent van Gogh.  No entanto elas nos oferecem oportunidade de nos detalharmos na sua técnica, já que há poucos elementos retratados.

Natureza morta com cardo, 1890

Vincent van Gogh (Holanda,1853-1890)

óleo sobre tela, 40 x 35 cm

Coleção Particular

Rosas, 1890

Vincent van Gogh (Holanda,1853-1890)

óleo sobre tela, 93 x 74 cm

Metropolitan Museum of Art

Interessante notar que uma única linha, muitas vezes de cor contrastante, ele estabelece o espaço, a borda de uma mesa, e sedimenta o objeto em um lugar, ou o vaso pareceria flutuar no espaço.

Natureza morta com margaridas e papoulas , 1890

Vincent van Gogh (Holanda,1853-1890)

óleo sobre tela, 50 x 65 cm

Coleção Particular

Natureza morta com jarra de cerâmica e flores do campo, 1888

Vincent van Gogh (Holanda,1853-1890)

óleo sobre tela, 55 x 46 cm

Barnes Foundation, Filadélfia

 

 

Natureza morta com fritilárias em jarro de bronze, 1887

Vincent van Gogh (Holanda,1853-1890)

óleo sobre tela, 76 x 60 cm

Musée d’Orsay

Natureza morta, 1887

Vincent van Gogh (Holanda,1853-1890)

óleo sobre tela, 41 x 38 cm

Van de Heydt Museum, Wuppertal

Natureza morta com liláses, margaridas e anêmonas,1887

Vincent van Gogh (Holanda,1853-1890)

óleo sobre tela,  46 x 37 cm

Coleção Particular, Genf

 

 

Vaso com três girassóis,1888

Vincent van Gogh (Holanda,1853-1890)

óleo sobre tela,  73 x 58 cm

Coleção Particular, EUA

 

 

Vaso de flores,1890

Vincent van Gogh (Holanda,1853-1890)

óleo sobre tela,  42 x 29 cm

Van Gogh Museum, Amsterdã





Esse perfume, soneto de Emiliano Perneta

24 11 2021

Moça com véu, 1949

João Fahrion (Brasil, 1898 -1970)

óleo sobre tela

 

Esse perfume

Emiliano Perneta

 

Esse perfume — sândalo e verbenas —

De tua pele de maçã madura,

Sorvi-o quando, ó deusa das morenas!

Por mim roçaste a cabeleira escura.

 

Mas ó perfídia negra das hienas!

Sabes que o teu perfume é uma loucura:

— E o concedes; que é um tóxico: e envenenas

Com uma tão rara e singular doçura!

 

Quando o aspirei — minhas mãos nas tuas —

Bateu-me o coração como se fora

Fundir-se lírio das espáduas nuas!

 

Foi-me um gozo cruel, áspero e curto…

Ó requintada, ó sábia pecadora,

Mestra no amor das sensações de um furto!

 

Em: 101 Poetas Paranaenses: V.1 (1844 -1959) –  antologia de escritas poéticas do século XIX ao século XXI, seleção e apresentação de Ademir Demarchi, Curitiba, Biblioteca Pública do Paraná: 2014, p.35