Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

5 11 2025

Peixes

Gonzalo Cárcamo (Chile-Brasil, 1954)

óleo sobre tela, 30 x 50 cm

 

 

 

Natureza morta, 2019

Alexandre Freire (Brasil, 1971)

acrílica sobre tela,  21 x 21 cm





Nossas cidades: Belo Horizonte

4 11 2025

 

Automóvel Clube de Belo Horizonte, 2013

Mauro Ferreira (Brasil, 1958-2021)

óleo  sobre tela,  40 x 60 cm





O escritor no museu: Edmond Duranty

4 11 2025

Retrato de Edmond Duranty, 1879

Édgar Degas (França, 1834-1917)

pastel e têmpera sobre tela, 128 x 129 cm

Burrell Collection, Glascow





Em três dimensões: Bruno Catalano

1 11 2025

Os viajantes, 2016

Bruno Catalano (Marrocos-França, 1960)

Bronze, c. 180 cm de altura

Marselha





Sombra e água fresca: Jenny Nyström

1 11 2025

Na rede, 1919

Jenny Nyström  (Suécia, 1854-1946)

óleo sobre tela,  113 x 148 cm 





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

31 10 2025

Lagoa Rodrigo de Freitas,1950

Eugenio de Proença Sigaud (Brasil,1889-1979)

encáustica sobre tela, ,46 x 55 cm





Eu, pintor: Rafael Sanzio

30 10 2025

Autorretrato, 1506

Rafael Sanzio (Itália, 1483-1520)

têmpera sobre madeira, 47 x 33 cm

UFFIZI





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

29 10 2025

Natureza morta, década de 1940

Iberê Camargo (Brasil, 1914-1995)

óleo sobre madeira, 37 x 54 cm

 

 

Natureza morta, década de 1980

Ado Malagoli (Brasil,, 1906-1994)

óleo sobre tela, 65 x 81 cm





Nossas cidades: Cidade de Goiás

28 10 2025

Cidade de Goias

Ana Cristina Elias (Brasil, 1960)

aquarela, 30 x 40 cm





Conselho de Jorge Luís Borges

27 10 2025

Seu espaço

Alejandra Caballero (Espanha, 1974)

óleo sobre tela, 100 x 100-cm

 

 

“O verbo ler, como o verbo amar e o verbo sonhar, não suporta o modo imperativo. Eu aconselho sempre os meus alunos que se um livro os aborrece o abandonem; que não o leiam porque é famoso, que não o leiam porque é moderno, que não o leiam porque é um clássico. A leitura deve ser uma das formas da felicidade e não se pode obrigar ninguém a ser feliz.”

 

Jorge Luis Borges