Palavras para lembrar — Sir Christopher Wren

1 05 2012

A leitora, 1960

Jean Cocteau (França, 1889-1963)

litografia policromada

 “Escolha um autor como você escolhe um amigo.”

Sir Christopher Wren





Palavras para lembrar — Charles W. Eliot

29 04 2012

Lendo juntas, s/d

Jan Pieter Frederik Portielje ( Bélgica, 1826-1895)

Óleo sobre tela, 63 x 81 cm

Christie’s NY 2005

“Os livros são os mais quietos e constantes amigos; eles são os mais accessíveis e os mais sábios conselheiros, e os mais pacientes dos professores”

Charles W. Eliot





Imagem de leitura — Didier Delamonica

28 04 2012

O livro e a rosa, 2010

Didier Delamonica (França, 1950)

www.bonzasheila.com

 

Didier Delamonica nasceu em Lille, na França em 1950.  Depois de estudar na École Nationale Supérieure des Arts et Industries Textiles, dedicou-se a duas carreiras simultaneamente, publicidade e pintura.   Tendo se estabelecido como pintor, abandonou a publicidade e hoje se dedica exclusivamente à pintura.





Palavras para lembrar — Jorge Luis Borges

26 04 2012

Moça lendo na varanda, s/d

Carl Schmitz-Pleis (Alemanha, 1877-1843)

óleo sobre tela, 79 x 59 cm

“O livro é uma das possibilidades de felicidade de que dispomos.”

Jorge Luis Borges





Palavras para lembrar — Stéphane Mallarmé

25 04 2012

Louise Tiffany lendo, 1888

Louis Comfort Tiffany (EUA, 1848-1933)

[Filha do artista]

óleo sobre tela

Metropolitan Museu, Nova York

“Na leitura, um único e silencioso concerto nos é dado às nossas mentes; todas as nossas faculdade mentais estarão presentes nessa exaltação sinfônica”.

Stéphane Mallarmé





Os lírios, poema de Henriqueta Lisboa

24 04 2012

Primavera, s/d

Adelson do Prado (Brasil, 1944)

óleo sobre tela, 72 x 72 cm

Os lírios

Henriqueta Lisboa

Certa madrugada fria

irei de cabelos soltos

ver como crescem os lírios.

Quero saber como crescem

simples e belos — perfeitos! —

ao abandono dos campos.

Antes que o sol apareça,

neblina rompe neblina

com vestes brancas, irei.

Irei no maior sigilo

para que ninguém perceba

contendo a respiração.

Sobre a terra muito fria

dobrando meus frios joelhos

farei perguntas à terra.

Depois de ouvir-lhe o segredo

deitada por entre lírios

adormecerei tranquila.

Em: Nova Lírica, Henriqueta Lisboa, Belo Horizonte, Imprensa Oficial: 1971.

Henriqueta Lisboa (MG 1901- MG 1985), poeta mineira. Escritora, ensaísta,  tradutora professora de literatura,  Com Enternecimento (1929), recebeu o Prêmio Olavo Bilac de Poesia da Academia Brasileira de Letras.  Em 1984, recebeu o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras pelo conjunto de sua obra.

Obras:

Fogo-fátuo (1925)

Enternecimento (1929)

Velário (1936)

Prisioneira da noite (1941)

O menino poeta (1943)

A face lívida (1945) — à memória de Mário de Andrade, falecido nesse ano

Flor da morte (1949)

Madrinha Lua (1952)

Azul profundo (1955);

Lírica (1958)

Montanha viva (1959)

Além da imagem (1963)

Nova Lírica ((1971)

Belo Horizonte bem querer (1972)

O alvo humano (1973)

Reverberações (1976)

Miradouro e outros poemas (1976)

Celebração dos elementos: água, ar, fogo, terra (1977)

Pousada do ser (1982)

Poesia Geral (1985), reunião de poemas selecionados pela autora do conjunto de toda a obra, publicada uma semana após o seu falecimento.

 





Imagem de leitura — Guy Orlando Rose

21 04 2012

Marguerite, 1918

Guy Orlando Rose (EUA, 1867-1925)

óleo sobre tela, 46 x 38 cm

Museu Bowers,  Santa Ana, Califórnia, EUA

Guy Orlando Rose nasceu na Califórnia em 1867.  Descobriu o desenho e a pintura enquanto se restabelecia de um tiro acidental que o deixou acamado por algum tempo.  Depois de completar o secundário na Los Angeles High School em 1884, mudou-se para São Francisco onde estudou arte na California School of Design, tendo como tutor o pintor de origem dinamarquesa Emil Carlsen.  Foi depois para Paris, onde estudou na Academia Julian com Benjamin-Constant, Jules Lefebvre, Lucien Doucet e Jean-Paul Laurens.  Retornou aos Estados Unidos na década de 1890, estabelecendo residência em Nova York, onde trabalhou ilustrando revistas além da pintura.  Retornou  à França, a Giverny, onde viveu de 1904 a 1912.  Só voltou permanentemente aos EUA em 1914, residindo na Califórnia.  Tornou-se um dos maiores pintores impressionistas dos Estados Unidos.  Faleceu na Califórnia em 1925.





Palavras para lembrar — Somerset Maugham

20 04 2012

Alice lendo ao lado de uma chávena de chá, 1907

Roger de la Fresnaye (França, 1885-1925)

óleo sobre tela

“Adquirir o hábito da leitura é construir para si mesmo um abrigo contra quase todas as misérias da vida”.

Somerset Maugham





Imagem de leitura — Columbano Bordalo Pinheiro

20 04 2012

Retrato do escritor Ramalho Ortigão, s/d

Columbano Bordalo Pinheiro ( Portugal, 1857-1929)

óleo sobre tela

Columbano Bordalo Pinheiro nasceu em Lisboa, Portugal, em 1857.  Filho do pintor Manuel Maria Bordalo Pinheiro, foi um dentre diversos membros da família dedicados às artes visuais.  Começou seus estudos na Academia de Belas-Artes de Lisboa. Mais tarde foi para Paris onde continuou a aprimorar sua técnica e onde também se familiarizou com a pintura de Manet e Edgar Degas.  Retornando a Portugal  aderiu ao “Grupo do Leão”, que pretendia mudar valores estéticos lusitanos. Foi  professor de pintura histórica na Academia de Belas-Artes de Lisboa, e em 1914, foi nomeado director do Museu Nacional de Arte Contemporânea. Faleceu em Lisboa em 1929.





Imagem de leitura — Didier Lourenço

19 04 2012

O livro

Didier Lourenço (Espanha, 1968)

óleo sobre tela, 127 x 198 cm

Didier Lourenço nasceu em Premia de Mar, próximo a Barcelona, na Espanha,  em 1968.  Começou sua vida artística no ateliê de gravuras de seu pai, aprendendo a arte da litografia a partir de 1987.  Simultaneamente começou a pintar em tela e sobre papel, e passou a fazer parte da cena artística catalã.  Em 1988 fez sua primeira exposição solo e publicou a primeira série de litografias de seu trabalho.   Hoje é um artista plástico conhecido por sua pintura, suas litogravuras e esculturas.