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A leitora, 1960
Jean Cocteau (França, 1889-1963)
litografia policromada
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“Escolha um autor como você escolhe um amigo.”
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Sir Christopher Wren
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A leitora, 1960
Jean Cocteau (França, 1889-1963)
litografia policromada
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Sir Christopher Wren
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Lendo juntas, s/d
Jan Pieter Frederik Portielje ( Bélgica, 1826-1895)
Óleo sobre tela, 63 x 81 cm
Christie’s NY 2005
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Charles W. Eliot
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O livro e a rosa, 2010
Didier Delamonica (França, 1950)
Didier Delamonica nasceu em Lille, na França em 1950. Depois de estudar na École Nationale Supérieure des Arts et Industries Textiles, dedicou-se a duas carreiras simultaneamente, publicidade e pintura. Tendo se estabelecido como pintor, abandonou a publicidade e hoje se dedica exclusivamente à pintura.
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Carl Schmitz-Pleis (Alemanha, 1877-1843)
óleo sobre tela, 79 x 59 cm
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Jorge Luis Borges
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Louise Tiffany lendo, 1888
Louis Comfort Tiffany (EUA, 1848-1933)
[Filha do artista]
óleo sobre tela
Metropolitan Museu, Nova York
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Stéphane Mallarmé
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Primavera, s/d
Adelson do Prado (Brasil, 1944)
óleo sobre tela, 72 x 72 cm
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Henriqueta Lisboa
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Certa madrugada fria
irei de cabelos soltos
ver como crescem os lírios.
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Quero saber como crescem
simples e belos — perfeitos! —
ao abandono dos campos.
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Antes que o sol apareça,
neblina rompe neblina
com vestes brancas, irei.
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Irei no maior sigilo
para que ninguém perceba
contendo a respiração.
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Sobre a terra muito fria
dobrando meus frios joelhos
farei perguntas à terra.
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Depois de ouvir-lhe o segredo
deitada por entre lírios
adormecerei tranquila.
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Em: Nova Lírica, Henriqueta Lisboa, Belo Horizonte, Imprensa Oficial: 1971.
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Henriqueta Lisboa (MG 1901- MG 1985), poeta mineira. Escritora, ensaísta, tradutora professora de literatura, Com Enternecimento (1929), recebeu o Prêmio Olavo Bilac de Poesia da Academia Brasileira de Letras. Em 1984, recebeu o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras pelo conjunto de sua obra.
Obras:
Fogo-fátuo (1925)
Enternecimento (1929)
Velário (1936)
Prisioneira da noite (1941)
O menino poeta (1943)
A face lívida (1945) — à memória de Mário de Andrade, falecido nesse ano
Flor da morte (1949)
Madrinha Lua (1952)
Azul profundo (1955);
Lírica (1958)
Montanha viva (1959)
Além da imagem (1963)
Nova Lírica ((1971)
Belo Horizonte bem querer (1972)
O alvo humano (1973)
Reverberações (1976)
Miradouro e outros poemas (1976)
Celebração dos elementos: água, ar, fogo, terra (1977)
Pousada do ser (1982)
Poesia Geral (1985), reunião de poemas selecionados pela autora do conjunto de toda a obra, publicada uma semana após o seu falecimento.
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Marguerite, 1918
Guy Orlando Rose (EUA, 1867-1925)
óleo sobre tela, 46 x 38 cm
Museu Bowers, Santa Ana, Califórnia, EUA
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Guy Orlando Rose nasceu na Califórnia em 1867. Descobriu o desenho e a pintura enquanto se restabelecia de um tiro acidental que o deixou acamado por algum tempo. Depois de completar o secundário na Los Angeles High School em 1884, mudou-se para São Francisco onde estudou arte na California School of Design, tendo como tutor o pintor de origem dinamarquesa Emil Carlsen. Foi depois para Paris, onde estudou na Academia Julian com Benjamin-Constant, Jules Lefebvre, Lucien Doucet e Jean-Paul Laurens. Retornou aos Estados Unidos na década de 1890, estabelecendo residência em Nova York, onde trabalhou ilustrando revistas além da pintura. Retornou à França, a Giverny, onde viveu de 1904 a 1912. Só voltou permanentemente aos EUA em 1914, residindo na Califórnia. Tornou-se um dos maiores pintores impressionistas dos Estados Unidos. Faleceu na Califórnia em 1925.
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Alice lendo ao lado de uma chávena de chá, 1907
Roger de la Fresnaye (França, 1885-1925)
óleo sobre tela
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Somerset Maugham
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Retrato do escritor Ramalho Ortigão, s/d
Columbano Bordalo Pinheiro ( Portugal, 1857-1929)
óleo sobre tela
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Columbano Bordalo Pinheiro nasceu em Lisboa, Portugal, em 1857. Filho do pintor Manuel Maria Bordalo Pinheiro, foi um dentre diversos membros da família dedicados às artes visuais. Começou seus estudos na Academia de Belas-Artes de Lisboa. Mais tarde foi para Paris onde continuou a aprimorar sua técnica e onde também se familiarizou com a pintura de Manet e Edgar Degas. Retornando a Portugal aderiu ao “Grupo do Leão”, que pretendia mudar valores estéticos lusitanos. Foi professor de pintura histórica na Academia de Belas-Artes de Lisboa, e em 1914, foi nomeado director do Museu Nacional de Arte Contemporânea. Faleceu em Lisboa em 1929.
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Didier Lourenço (Espanha, 1968)
óleo sobre tela, 127 x 198 cm
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Didier Lourenço nasceu em Premia de Mar, próximo a Barcelona, na Espanha, em 1968. Começou sua vida artística no ateliê de gravuras de seu pai, aprendendo a arte da litografia a partir de 1987. Simultaneamente começou a pintar em tela e sobre papel, e passou a fazer parte da cena artística catalã. Em 1988 fez sua primeira exposição solo e publicou a primeira série de litografias de seu trabalho. Hoje é um artista plástico conhecido por sua pintura, suas litogravuras e esculturas.