Palavras para lembrar — Mortimer J. Adler

11 05 2012

Busto de jovem lendo com mosca pousada na manga

Jacques-André Portail (França, 1695-1759)

Desenho, carvão preto, cinza e vermelho sobre papel

31 x 25 cm

“Ler é uma ferramenta indispensável para se viver uma vida plena”.

Mortimer J. Adler





Palavras para lembrar — Walt Disney

10 05 2012

Leitura, s/d

Amir Timergaleev (Rússia, 1955)

óleo sobre tela

“Há mais joias nos livros do que em todos os saques dos piratas na Ilha do Tesouro”.

Walt Disney





Imagem de leitura — Wanderley Santana

9 05 2012

Lendo jornal, c. 2000

Wanderley Santana ( Brasil, 1945)

óleo sobre eucatex. 20 x 36 cm

Wanderley Santana é natural de Minas Gerais.  Tem um blog com sua arte e diversos recortes de jornal sobre exposições.  http://wanderleisantana.blogspot.com.br

 





Palavras para lembrar — Christian Nestell Bovee

8 05 2012

Lendo para o fim das coisas, 1979

Jean Hélion (França, 1904-1987)

óleo sobre tela

“Os livros são mentes embalsamadas.”

 –

Christian Nestell Bovee





Abrem-se os lírios, poesia de Alice de Paula Morais

8 05 2012

Florista

Manoel Costa (Brasil, 1943)

óleo sobre tela, 45 x 60 cm

Abrem-se os lírios

Alice de Paula Freitas

É mês de maio… na fria noite

Bailam felenas, tontas, pelo ar…

Brincam as folhas ao leve açoite

Das brisas mansas, sob o luar…

Fosforescentes, de vaga-lumes

Passa entre as silvas o leve bando…

No ar se esgarçam vagos perfumes

De rosas brancas se desfolhando…

Escuta… os ruídos que vêm da mata

Baixinho ferem nossos ouvidos…

Grilos que cantam a serenata

Em semibreves… em sustenidos…

Suspira a noite… plácida, a lua,

Lividamente, vaga no além…

Tão linda e branca, brilhante e nua…

… E as magnólias que inveja têm!

Desce a neblina… a curva serra

Seu alvo manto toda branqueia!

É mês de maio… Na minha terra

Abrem-se os lírios à lua cheia!

Alice de Paula Morais (SP 1908-?)  Nasceu em Ilhabela. Professora.

Obras:

Folhas ao vento, poesia

Poemas do outono, poesia, 1969

Rumo ao poente, poesia, 1979

 





Palavras para lembrar — Ray Bradbury

7 05 2012

Um conto de fadas

Léon Herbo (Bélgica, 1850-1907)

óleo sobre tela

“Não se queima livros com a intenção de destruir uma cultura. É bastante fazer o povo deixar de lê-los”.

Ray Bradbury





Palavras para lembrar — Victor Hugo

5 05 2012

Alberto lendo, 1915

Giovanni Giacometti (Suíça, 1868-1933)

óleo sobre tela

Museu de Belas Artes do Cantão de Lausanne

“Aprender a ler é acender uma fogueira; cada sílaba soletrada é uma faísca.”

 –

Victor Hugo





Imagem de leitura — Eastman Johnson

5 05 2012

O pequeno convalescente, 1872

Eastman Johnson (EUA, 1824-1906)

óleo sobre papelão, 31 × 29 cm

Museu de Belas Artes de  Boston, Massachusetts.

Eastman Johnson nasceu em Lovell, no estado de Maine nos Estados Unidos em 1824.   Depois que sua família se mudou para a capital do país, seu pai o colocou como aprendiz de um litógrafo em 1840.  Em 1849 mudou-se para Düsseldorf , Alemanha, onde muitos artistas, incluindo muitos americanos, estudavam arte. Lá, participou do ateliê de Emanuel Gottlieb Leutze, em seguida, mudou-se para Haia onde estudou os pintores mestres do século XVII. Terminou suas viagens européias em Paris, onde estudou com Thomas Couture antes de retornar aos EUA em 1855 por causa do falecimento de sua mãe.  De família politicamente influente, ele foi não só um artista americano mas o co-fundador do Museu Metropolitano de Arte, Nova York, que leva seu nome inscrito na entrada. Ficou mais conhecido por suas pinturas de gênero, de cenas da vida cotidiana, e por seus retratos tanto das pessoas comuns como de americanos proeminentes, entre eles: Abraham Lincoln , Nathaniel Hawthorne , Ralph Waldo Emerson e Henry Wadsworth Longfellow.





Palavras para lembrar — Voltaire

4 05 2012

O grande mistério das cores, 2008

Delphine Cossais (França, 1972)

Delphine Cossais

“Vamos ler e vamos dançar: dois passatempos que nunca trarão perigo para o mundo.”

Voltaire





Imagem de leitura — Georges Croegaert

2 05 2012

Lendo as notícias, s/d

Georges Croegaert (Bélgica, 1848-1923)

Óleo sobre madeira,  27 x 22cm

Leilão Bonhams

Georges Croegaert,  nasceu na Antuérpia na Bélgica em 1848. Estudou na Academia de Belas Artes e a partir de 1876 passou a exercer a sua profissão em Paris onde passou o resto de sua vida profissional. Sua especialidade consistiu em pequenos retratos femininos de estilo próprio à Belle èpoque e por muitas pinturas anticlericais que fizeram um gênero na época.  Expôs entre 1882 e 1914 no Salão de Paris e no estrangeiro.  Faleceu em Paris em 1923.