Tina sob uma oliveira, 2014
Marc Dalessio (EUA, 1972)
óleo sobre tela, 109 x 89 cm
Tina sob uma oliveira, 2014
Marc Dalessio (EUA, 1972)
óleo sobre tela, 109 x 89 cm
Mulher lendo
Sandra Batoni (Itália, 1953)
Eva, 2002
Sergey Belov (Rússia, 1971)
óleo sobre tela, 77 x 92 cm
Fazenda, 1999
Clóvis Péscio (Brasil, 1951)
óleo sobre tela, 70 x 120 cm
Evard Munch (Noruega, 1863-1944)
pastel sobre papelão, 79 x 59 cm
Coleção Particular de Leon Black
“O principal problema da arte contemporânea é que se confundiu expressão com arte. Perdeu-se a noção de que uma coisa pode ser expressiva sem ser arte. Por exemplo: se eu dou um grito, isso é expressão, mas não é arte. Para que esse grito se torne arte, é preciso que eu o transforme num poema, ou que um pintor como [Edvard] Munch faça um quadro como O Grito, em que aquilo vira uma obra plástica. Se eu me sentar no chão em cima de terra, mesmo que seja no museu, não é obra de arte. Pode ser uma atitude, uma performance adotada como protesto, como manifestação, mas não é obra de arte.”
Ferreira Gullar
Ferreira Gullar (Brasil, 10-09 1930 — 4-12-2016)
Alice Small Pardon (EUA, 1904-1992)
[Alice Bunch, depois do casamento]
óleo sobre tela
“… acho que a gramática é uma via de acesso à beleza. Quando a gente fala, lê ou escreve, sente se fez ou leu uma frase bonita. Somos capazes de reconhecer uma bela construção ou um belo estilo. Mas, quando sabemos gramática, temos acesso a outra dimensão da beleza da língua. Saber gramática é descascá-la, olhar como ela é feita, vê-la toda nua, de certa forma. E aí é que é maravilhoso. Porque pensamos:’Como isto é bem-feito, como é bem elaborado!’, ‘Como é sólido, engenhoso, rico, sutil!’.
Em: A elegância do ouriço, Muriel Barbery, São Paulo, Cia das Letras:2008, página, 168. [tradução de Rosa Freire d’Aguiar].
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Christopher Cart (EUA, contemporâneo)
aquarela e pincel seco
George R. R. Martin
Cláudio Barake (Brasil, 1966)
acrílica sobre tela, 59 x 59 cm
Virgílio Dias (Brasil, 1956)
óleo sobre tela, 70 x 100 cm
Fulvio de Marinis (Itália, 1971)
óleo sobre tela
“Você é escravo de suas lembranças. Simples assim… Algumas pessoas se lembram de coisas que nunca aconteceram. Até isso ocorre. São escravas da ficção. Mensageiras de seu próprio mito.”
Em: Tirza, Arnon Grunberg , tradução de Mariangela Guimarães, Rio de Janeiro, Estação Londres: 2015, p. 174
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