Lagoa Santa, MG, 1950
Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)
óleo sobre madeira, 30 x 44 cm
Marinha, 1989
Antonio Augusto Marx (Brasil, 1919-2008)
óleo sobre tela, 50 x 69 cm
Lagoa Santa, MG, 1950
Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)
óleo sobre madeira, 30 x 44 cm
Marinha, 1989
Antonio Augusto Marx (Brasil, 1919-2008)
óleo sobre tela, 50 x 69 cm
Vaso com flores, 1969
Inimá de Paula (Brasil, 1918-1999)
óleo sobre tela, 38 X 52 cm
Guirlanda
Carlos Haraldo Sorensen (Brasil, 1928 -2008)
óleo e encáustica sobre tela, 35 x 27 cm.
Figura, 1982
Aldo Bonadei (Brasil, 1906-1974)
óleo sobre tela, 49 x 34 cm
Aparecida com gato no sofá, 1962
Emiliano Di Cavalcanti (Brasil, 1897-1976)
óleo sobre tela, 114 x 146 cm
Menino sentado, 1945
Antonio Bandeira (Brasil, 1922-1967)
óleo sobre cartão colado em eucatex, 57 x 68 cm
Retrato de menina
João Timótheo da Costa (Brasil, 1878-1932)
óleo sobre madeira, 50 x 50 cm
Família de Fuzileiro Naval, c. 1935
Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)
óleo sobre madeira, 48 x 58 cm
Coleção de Artes Visuais do Instituto de Estudos Brasileiros – USP
Tropical, 1917
Anita Malfatti (Brasil, 1889-1964)
óleo sobre tela, 77 x 102 cm
PINA, São Paulo
Jovem com frutas, 1927
Carlos Chambelland (Brasil, 1884-1950)
óleo sobre tela, 59 x 73 cm
MNBA, Rio de Janeiro
Ipês Amarelos, década de 1960
Paulo Gagarin (Rússia-Brasil, 1885-1980)
óleo sobre tela, 65 x 81 cm
Fazenda Arcozelo
Onilda (Brasil, contemporânea)
óleo sobre madeira, 32 X 40 cm
Vaso de flores, 1955
Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 896-1962)
óleo sobre tela, 61 x 75 cm
Vaso de flores, década de 1940
Noêmia Mourão (Brasil, 1912-1992)
óleo sobre tela, 65 x 54 cm
Gamela com maçãs, 1980
Colette Pujol (Brasil, 1913-1999)
pastel seco sobre papel, 50 x 60 cm
Pinacoteca Municipal de Mauá, SP
Natureza morta
Burle Marx (Brasil, 1909-1994)
óleo sobre tela, 33 X 40 cm
Cores da natureza, 2010
Amrita (Brasil, 1961)
óleo sobre madeira, 50 x 61 cm
Zalkind Piatigórsky
Vieram, com a primavera, as novas flores
e o bando de amistosos passarinhos.
E houve a festa do sol jogando cores
nas sombras preguiçosas dos caminhos.
E a meiga alacridade e os sons vizinhos
das folhas balouçadas nos verdores…
E o riso tagarela e a voz sem dores
talvez de igarapés e ribeirinhos.
O céu tornou-se azul. E de repente,
com ele a natureza e toda gente
tornou-se mais afável, mais cortês.
Tudo cantava. Terminara o inverno.
Somente o coração, num gelo eterno,
chorava ainda por ti mais uma vez.