Canal da Lagoa Rodrigo de Freitas para praia, visto do Jardim de Alah, 1962
Yvonne Visconti Cavalleiro (França-Brasil, 1902-1965)
óleo sobre eucatex, 30 cm x 40 cm.
Canal da Lagoa Rodrigo de Freitas para praia, visto do Jardim de Alah, 1962
Yvonne Visconti Cavalleiro (França-Brasil, 1902-1965)
óleo sobre eucatex, 30 cm x 40 cm.
Natureza morta, 1977
Gustavo Rosa (Brasil, 1946-2013)
óleo sobre tela, 65 x 54 cm
Natureza morta, 1981
Humberto da Costa (Brasil, 1941)
óleo sobre tela, 46 X 55 cm
Flores, 1985
Carlos Scliar (Brasil, 1920-2001)
vinil colado sobre tela, 56 x 37 cm
Flores, 1984
Carlos Bracher (Brasil, 1941)
óleo sobre tela, 45 x 32 cm
Interior da floresta, c. 1900
[Petrópolis]
Antônio Parreiras (Brasil, 1860-1937)
óleo sobre tela, 16 x 24 cm
“… o termo “rios voadores da Amazônia” designa a enorme quantidade de água processada pelas árvores e lançada na natureza em forma de umidade. – A selva funciona como uma gigantesca bomba d’água que capta água do solo e a lança na atmosfera em forma de vapor, e as correntes de ar se encarregam de espalhar pelo mundo. Uma única árvore de modestos 10 metros de altura transpira em média 300 litros de água por dia, e uma mais frondosa, com a copa mais avantajada, de 20 metros de diâmetro, pode liberar até 1.000 litros. Imaginem a quantidade de líquido precioso produzida pelos milhões e milhões de árvores da Amazônia.
…
Uma parte desse vapor se transforma em chuvas que caem sobre a própria floresta, a outra fica à mercê dos ventos. Estima-se que a quantidade de água transportada pelos rios voadores seja igual ou superior à vazão do rio Amazonas. São 200 mil metros cúbicos de água por segundo. Na prática, a maior parte dos rios voadores são direcionados pelos ventos para o oeste até o paredão de 5 mil metros de altura formado pela Cordilheira dos Andes. O resultado desse represamento gigantesco são as enormes precipitações de chuva e neve, que dão origem às nascentes de vários rios, entre eles a do próprio Amazonas. Outra parte é ricocheteada pelas montanhas para o interior do continente, e abastece fartamente de água o Centro-Oeste, o Sudeste e o Sul do continente. Esse fenômeno explica por que no restante do mundo, nessa mesma latitude, encontramos grandes desertos, enquanto na América do Sul predomina um clima muito favorável para a agricultura. A combinação da floresta tropical amazônica com a Cordilheira dos Andes forma um dos maiores celeiros do mundo. Sem floresta, não haveria rios voadores, a umidade cairia a níveis desérticos e o ar ficaria muito mais quente. Seria um completo desastre para o clima e para a agricultura brasileira e mundial.”
Em: Nas pegadas da alemoa, Ilko Minev, São Paulo, Buzz Editora: 2021
Laranjas
[da série Frutas do Brasil]
Eduardo Feitosa (Brasil, 1957)
óleo sobre tela
Cajus
José Cláudio da Silva (Brasil, 1932-2023)
óleo sobre madeira, 200 x 200 cm
Natureza morta com rosas
Paulo Gagarin (Rússia-Brasil, 1885 – 1980)
óleo sobre tela, 81 cm x 100 cm
Natureza morta
Sansão Pereira (Brasil, 1919 – 2014)
óleo sobre tela, 50 x 80 cm
Igreja de São Camilo, rua Conde de Bonfim, Tijuca, 1965
José Maria de Almeida (Portugal-Brasil, 1906-1995)
óleo sobre tela, 37 x 55 cm
Leitura, 2011
Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925-2019)
óleo sobre tela
“O ciúme não nasce do amor, e sim do orgulho. O que dói neste sentimento, creia-me, não é a privação do prazer que outrem goza, quando também nós podemos gozá-lo e mais. É unicamente o desgosto de ver o rival possuir um bem que nos pertence ao cobiçarmos, ao qual nos julgamos com direito exclusivo, e em que não admitimos partilha. Há mais ardente ciúme do que o do avaro por seu ouro, do ministro por sua pasta, do ambicioso por sua glória? Pode-se ter ciúme de um amigo, como de um traste de estimação, ou de um animal favorito. Eu quando era criança tinha-o de minhas bonecas.”
José de Alencar, em Senhora, em domínio público.