Flores Frescas
Mário Gruber (Brasil, 1927 -2011)
óleo sobre tela, 51 x 41 cm
Vaso de Flores,1951
Jorge Mori (Brasil, 1932-2018)
óleo sobre tela, 54 x 65 cm
Flores Frescas
Mário Gruber (Brasil, 1927 -2011)
óleo sobre tela, 51 x 41 cm
Vaso de Flores,1951
Jorge Mori (Brasil, 1932-2018)
óleo sobre tela, 54 x 65 cm
Praça XV de novembro
Jayme Aguiar (Brasil, 1925-2008)
óleo sobre eucatex, 38 x 46 cm
Coleção Particular
O gato
Sonya Grassmann (Bulgária-Brasil, 1933-1997)
[Anne Marie Elisabeth Graesse]
acrílica sobre madeira, 30 cm x 32 cm
A curiosidade de Offenbach não tem limites animais: basta que alguém de nós pare diante das janelas que dão para rua, para ver Offenbach, atrás e abaixo, tentando olhar o que olhamos, por todos os meios, chegando a miar para que o carreguem ou suba ao televisor e, espichando o pescoço, olhar também o que olhamos.
Um dia chegou em casa a bela G. Ch., numa visita breve, e Offenbach, talvez reconhecendo-a, caprichou seu caminhar à Dietrich para atravessar a sala em direção ao estúdio e para inspirar a simpatia eterna à visita: a mesma coisa acontece com qualquer visitante receptivo aos gatos.
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Ver Offenbach comer ou tomar água é outro deleite: não pode haver maior finura em atos tão animais. Sua língua sobe e desce na água com uma regularidade metronômica, e, ao comer, morde gentilmente a carne e a engole pouco a pouco, à medida que é mastigada por seus débeis dentes.
Offenbach é um espetáculo de ver até dormindo, sobretudo dormindo. Nos dias de sol ele se regala com a luz e o calor, estirando uma pata à frente enquanto coloca sobre ela a cabeça à maneira de almofada. Nos dias frios se recolhe como uma galinha chocando, perto de um dos radiadores, convertendo-se numa verdadeira bola de pelos, apenas a cabeça saindo de dentro do abrigo natural. Outras vezes usa como travesseiro os objetos mais diferentes: o cabo do telefone, a perna de um radiador, o próprio chão, enquanto seu corpo descansa num coxim. Outras vezes… mas basta.
Em: Offenbach, conto de Guillermo Cabrera Infante (1929-2005), em Os melhores contos de cães e gatos, org. Flávio Moreira da Costa, Rio de Janeiro, Ediouro: 2007
Natureza morta
Durval Pereira (Brasil, 1917- 1984)
óleo sobre madeira, 25 x 35 cm
Pimentões
Jorge Ziata (Brasil, ativo na primeira metade do século XX)
óleo sobre tela, 24 x 37cm
Caminho em Pilar, RJ, 1949
Willem Leendert Van Dijk, (Holanda-Brasil, 1915 – 1990)
óleo sobre tela, 30 x 39 cm
Palmyra, MG, 1902
J. Baptista da Costa (Brasil, 865-1926)
óleo sobre madeira, 20 X 28 cm
Aterro do Flamengo com Pão de Açúcar ao fundo
Hyram Ney de Araújo Silva (Brasil, 1934-2010)
acrílica sobre tela, 43 x 64 cm
Natureza morta
Erich Brill (Alemanha-Letônia, 1895-1942)
óleo sobre tela, 45 x 56 cm
Coleção da filha do artista, Alice Brill Czapski
Frutas no Prato, 1991
Carlos Scliar (Brasil, 1920 – 2001)
vinil e colagem encerados sobre tela – 37 x 56 cm
Diamantina, paisagem com igreja, 1986
Inimá de Paula (Brasil, 1918-1999)
óleo sobre tela, 61 x 45 cm
Pastor, 1912
Oscar Pereira da Silva (Brasil, 1867-1939)
óleo sobre madeira, 24 x 35 cm
Paisagem, 1931
Antonio Parreiras (Brasil, 1860-1937)
óleo sobre tela, 50 x 70 cm