Flores para um sábado perfeito!

20 09 2025

Flores Frescas

Mário Gruber  (Brasil, 1927 -2011)

óleo sobre tela, 51 x 41 cm

 

Vaso de Flores,1951

Jorge Mori (Brasil, 1932-2018)

óleo sobre tela, 54 x 65 cm





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

19 09 2025

Praça XV de novembro

Jayme Aguiar (Brasil, 1925-2008)

óleo sobre eucatex, 38 x 46 cm 

Coleção Particular





Offenbach, texto de Guillermo Cabrera Infante

18 09 2025

O gato

Sonya Grassmann  (Bulgária-Brasil, 1933-1997)

[Anne Marie Elisabeth Graesse]

acrílica sobre madeira, 30 cm x 32 cm

 

 

A curiosidade de Offenbach não tem limites animais: basta que alguém de nós pare diante das janelas que dão para rua, para ver Offenbach, atrás e abaixo, tentando olhar o que olhamos, por todos os meios, chegando a miar para que o carreguem ou suba ao televisor e, espichando o pescoço, olhar também o que olhamos.

Um dia chegou em casa a bela G. Ch., numa visita breve, e Offenbach, talvez reconhecendo-a, caprichou seu caminhar à Dietrich para atravessar a sala em direção ao estúdio e para inspirar a simpatia eterna à visita: a mesma coisa acontece com qualquer visitante receptivo aos gatos.

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Ver Offenbach comer ou tomar água é outro deleite: não pode haver maior finura em atos tão animais. Sua língua sobe e desce na água com uma regularidade metronômica, e, ao comer, morde gentilmente a carne e a engole pouco a pouco, à medida que é mastigada por seus débeis dentes. 

Offenbach é um espetáculo de ver até dormindo, sobretudo dormindo. Nos dias de sol ele se regala com a luz e o calor, estirando uma pata à frente enquanto coloca sobre ela a cabeça à maneira de almofada.  Nos dias frios se recolhe como  uma galinha chocando, perto de um dos radiadores, convertendo-se numa verdadeira bola de pelos, apenas a cabeça saindo de dentro do abrigo natural. Outras vezes usa como travesseiro os objetos mais diferentes: o cabo do telefone, a perna de um radiador, o próprio chão, enquanto seu corpo descansa num coxim. Outras vezes… mas basta. 

 

Em: Offenbach, conto de Guillermo Cabrera Infante (1929-2005), em Os melhores contos de cães e gatos, org. Flávio Moreira da Costa, Rio de Janeiro, Ediouro: 2007





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

17 09 2025

Natureza morta

Durval Pereira (Brasil, 1917- 1984)

óleo sobre madeira, 25 x 35 cm 

 

 

Pimentões

Jorge Ziata (Brasil, ativo na primeira metade do século XX)

óleo sobre tela, 24 x 37cm





Nossas cidades: São Paulo

16 09 2025

Feira em Cambuci

Alfredo Volpi (Itália-Brasil, 1896-1988)

óleo sobre tela, 60 X 102 cm





Paisagens brasileiras…

14 09 2025

Caminho em Pilar, RJ, 1949

Willem Leendert Van Dijk, (Holanda-Brasil, 1915 – 1990)

óleo sobre tela, 30 x 39 cm

 

 

 

Palmyra, MG, 1902

J. Baptista da Costa (Brasil, 865-1926)

óleo sobre madeira, 20 X 28 cm





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

12 09 2025

Aterro do Flamengo com Pão de Açúcar ao fundo

Hyram Ney de Araújo Silva (Brasil, 1934-2010)

acrílica sobre tela, 43 x 64 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

10 09 2025

Natureza morta

Erich Brill (Alemanha-Letônia, 1895-1942)

óleo sobre tela, 45 x 56 cm

Coleção da filha do artista, Alice Brill Czapski

 

 

 

Frutas no Prato, 1991

Carlos Scliar (Brasil, 1920 – 2001)

vinil e colagem encerados sobre tela – 37 x 56 cm





Nossas cidades: Diamantina

9 09 2025

Diamantina, paisagem com igreja, 1986

Inimá de Paula (Brasil, 1918-1999)

óleo sobre tela, 61 x 45 cm





Paisagens brasileiras…

7 09 2025

Pastor, 1912

Oscar Pereira da Silva (Brasil, 1867-1939)

óleo sobre madeira, 24 x 35 cm

 

 

Paisagem, 1931

Antonio Parreiras (Brasil, 1860-1937)

óleo sobre tela, 50 x 70 cm