Louis Ritman (EUA, 1889-1963)
óleo sobre tela, 90 x 90 cm
Coleção Particular
“Ver o mundo transformar-se é, ao mesmo tempo, milagroso e desolador.”
Simone de Beauvoir, A mulher desiludida [A idade da discrição], 1968
Louis Ritman (EUA, 1889-1963)
óleo sobre tela, 90 x 90 cm
Coleção Particular
Simone de Beauvoir, A mulher desiludida [A idade da discrição], 1968
John A. Copley (EUA,contemporâneo)
acrílica sobre tela, 20 x 25 cm
“Fui até o jardim e fumei um cigarro. Na semana passada, plantei uma árvore no último canteiro do jardim, em homenagem ao nosso bebê. A muda tem a minha altura e, pelo que vejo, pode atingir doze metros de altura. Então, daqui a trinta anos, se ainda estivermos vivos, vou poder voltar aqui e vê-la no esplendor de sua maturidade. Entretanto, a ideia me deprime: daqui a trinta anos estarei na casa dos sessenta e vejo que esses projetos, feitos de forma irrefletida, começam a se extinguir. Vamos supor um período de quarenta anos então. Seria demais. Cinquenta? Eu provavelmente não estarei mais aqui. Sessenta? Morto e enterrado, certamente. Graças a Deus não plantei um carvalho. Seria esse um bom exemplo de limite temporal? O momento em que você percebe — meio racionalmente, meio inconscientemente — que o mundo, num futuro não muito distante, não terá mais você: que as árvores que você plantou continuarão a crescer, mas você não estará aqui para testemunhar isso.”
Em: As aventuras de um coração humano, William Boyd, Rio de Janeiro, Rocco: 2008, tradução de Antônio E. de Moura Filho, p. 217-18.
George Seton Coggeshall (EUA, 1914-1994)
José Eduardo Agualusa
Em: “A escritora que me derrotou”, O Globo, 23/05/2016, 2º caderno, página 2.
Trem nordeste ao crepúsculo, 2005
Sally Storch (EUA, 1952)
óleo sobre tela, 75 x 75 cm
“É uma pena, mas a verdade é que, no Brasil, pega mal fazer algo simples, emocionante e divertido. Na literatura, por exemplo, a ideia vigente é a de que o livro que diverte é necessariamente subliteratura. E, em via oposta, o livro que não diverte, aquele que é impenetrável, um eterno marasmo entre as linhas, é necessariamente literatura de qualidade. Os dois extremos estão errados.”
Em: “A Antinarrativa”, Raphael Montes, O Globo, 18/11/2015, 2º caderno, página 6.
Alice no País das Maravilhas, 1923
Helen M. Turner (EUA, 1858-1958)
óleo sobre tela
Hermitage Museum and Gardens, Norfolk, Va, EUA
Allan R. Banks (EUA, 1948)
óleo sobre tela 26 x 24 cm
Coleção Particular
Quem é acostumado à leitura desde bebezinho se torna muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida. Além disso o contato com os livros pode mudar o futuro .
Nos Estados Unidos a Fundação Nacional de Leitura Infantil (National Children’s Reading Foundation) aconselha que uma criança de 0 a 5 anos, ouça historinhas enquanto folheia o livro que está sendo lido, todos os dias, desde que nasceu. Eles fizeram um estudo e constataram que ao longo da vida, para cada ano que você lê para seus filhos, eles estarão se preparando para ganhar o equivalente a mais 50 mil dólares, durante a vida, do que aqueles que não ouviram histórias nem passaram as páginas de um livro antes dos 5 anos de idade.
Pense esta é uma herança, um presente de vida, para sua filha ou seu filho.
Conselho dessa instituição: LEIA 20 minutos por dia, para suas crianças até a idade de cinco anos.