Quadrado da Urca, Rio de Janeiro, 1938
Yoshiya Takaoka (Japão/Brasil, 1909-1978)
aquarela sobre papel, 25 x 30 cm
Quadrado da Urca, Rio de Janeiro, 1938
Yoshiya Takaoka (Japão/Brasil, 1909-1978)
aquarela sobre papel, 25 x 30 cm
Menina com livro
Leopold Löffler (Polônia, 1827 – 1898)
aquarela sobre papel, 22 x 18 cm
Pão de açúcar, 1994
Yoshiya Takaoka (Japão/Brasil, 1909 – 1978)
aquarela, 49 x 52 cm
Congonhas do Campo, 1966
Armando Vianna (Brasil, 1897- 1992)
aquarela sobre papel, 39 x 30 cm
Frutos sobre a mesa, 1943
Yvonne Visconti Cavalleiro (Brasil, 1901-1965)
aquarela, 47 x 67 cm
Casa à beira-mar
Benedito Calixto (Brasil, 1853 – 1927)
aquarela sobre papel, 29 x 47 cm

Fachada do Solar dos Abacaxis, 2007
Roberto McMillan (Brasil, contemporâneo)
aquarela sobre papel, 64 x 49 cm
Outeiro da Glória visto da Praça Paris, 1938
Yoshiya Takaoka (Japão/Brasil, 1909-1978)
aquarela, 31 X 42 cm
Sé da cidade de Sobral
José Nolasco Albano (Brasil, 1914 — ?)
aquarela, 28 x 40 cm
Hora da leitura, 2007
Beth Palser (EUA, contemporânea)
aquarela
Recentemente Dr. Katherine Rundell, autora de livros infantis e também pesquisadora sobre o poeta John Donne no All Souls College, Oxford, deu entrevista ao jornal inglês The Guardian, onde explica sua teoria: adultos deveriam ler livros para crianças e adolescentes.
Não pense que ela defende essa ideia pensando em censura para os livros que seus filhos devam ou possam ler. Nada disso. Ela acredita que nos beneficiamos ao ler essas obras porque livros infantis lembram aos adultos o que é sonhar, desejar o impossível, pensar no que talvez não seja tão impossível. Acreditar que pode haver justiça, amor, aventura e felicidade. E também a ter esperança.
Tudo indica que ela não está sozinha nesta volta as livros da infância. O mercado livreiro na Inglaterra mostra um aumento substancial de vendas de livros infantis para adultos. Numa pesquisa feita pelo jornal The Observer em 2018, foram vendidos 10 milhões e meio de livros de ficção para crianças, para serem lidos por pessoas acima dos 17 anos. Isso reflete um aumento de 42% sobre 2015, quando só 7 milhões e 400 mil livros de crianças foram comprados para serem lidos por adultos.
Katherine Rundell acredita que isso faz parte do processo de auto conhecimento, de se voltar a ter contato com a criança que fomos. “Leia essa ficção e veja o mundo com olhos duplos: os seus e os da criança em você.” Porque ler é uma das primeiras atividades que fazemos por nós mesmos. Ler os livros infantis que nos encantaram nos lembra de quem éramos quando criança, e mostra os elementos que fizeram a pessoa em que você se transformou.
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