
Menina lendo, 2008
Adilson dos Santos (Brasil, 1944)
óleo
“Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal…”
Mário Quintana

Menina lendo, 2008
Adilson dos Santos (Brasil, 1944)
óleo
Mário Quintana
Menina lendo, 2010
Adilson Santos (Brasil, 1944)
óleo sobre tela, 43 x 31 cm
“…A beleza, claro, não é uma banalidade cultivável em academias de ginástica e mesas de cirurgiões plásticos, não é um bem comprável em lojas de móveis caros, não é uma senha guardada por esteticistas, decoradores, estilistas. É a minúscula e poderosa alegria de um gesto. Um toco de lápis, uma pequenina cicatriz na pele, o sol sobre a calçada rachada diante da papelaria, à tarde. Os vinte, trinta, cinquenta arco-íris de um pequeno prisma de vidro. A cunhatã de um poema de Manuel Bandeira, escurinha, quatro anos de idade, para quem o ventilador era coisa que roda e que quando se machucava dizia: Ai, Zizus!”
Em: Um beijo de Colombina, Adriana Lisboa, Rio de Janeiro, Rocco:2003, p.53
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